Postado por maria.espindola em 16/mar/2026 -
Ambiental MS Pantanal alerta para riscos de sobrecarga causados por descarte inadequado e ligações irregulares
O período de verão, marcado por chuvas intensas e maior consumo de água, exige atenção redobrada da população com o uso correto da rede de esgoto. Em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal alerta que práticas como descarte inadequado de resíduos, lançamento de água de piscina na rede coletora e conexões irregulares de águas pluviais podem provocar sobrecarga no sistema e gerar extravasamentos, refluxos e outros transtornos.
“O sistema de esgoto foi dimensionado para receber apenas esgoto doméstico. Quando há entrada indevida de água da chuva ou grandes descargas, a capacidade da rede pode ser comprometida”, afirma o coordenador de serviços da concessionária, Rubens Calixto.

A empresa trata atualmente cerca de 33,6 milhões de m³ de esgoto por ano e mantém rotina permanente de manutenção preventiva em todo o Estado. Apenas em janeiro e fevereiro de 2026, foram realizados 948 serviços preventivos, com foco na preservação da eficiência operacional da rede.
Além das ações técnicas, a concessionária reforça que a participação da população é decisiva para o bom funcionamento do sistema. O descarte incorreto de materiais sólidos e o uso inadequado da rede estão entre as principais causas de obstruções e ocorrências operacionais.
A orientação é simples: a rede de esgoto deve receber apenas esgoto doméstico. Águas pluviais devem ser destinadas à drenagem urbana, enquanto resíduos como gordura, areia, lenços e produtos químicos devem ter destinação apropriada.
Uso correto da rede de esgoto no verão
Para evitar sobrecargas na rede e transtornos à população, algumas atitudes simples fazem diferença no dia a dia:
• Esvazie piscinas de forma gradual e, sempre que possível, prefira o tratamento ao esvaziamento completo;
• Não conecte a rede pluvial diretamente à rede esgoto;
• Evite jogar resíduos sólidos no ralo;
• Atenção ao descarte de areia e resíduos de limpeza;
• Prefira o uso consciente da água.
O que NÃO jogar na rede de esgoto
Alguns resíduos podem causar entupimentos, mau funcionamento da rede e até extravasamentos. Veja o que nunca deve ser descartado em ralos ou vasos sanitários:
• Óleo e gordura de cozinha;
• Lenços umedecidos;
• Absorventes e fraldas;
• Cotonetes e fios dentais;
• Bitucas de cigarro;
• Restos de comida;
• Areia de filtro de piscina;
• Terra e restos de obra;
• Produtos químicos ou solventes.
Postado por [email protected] em 02/fev/2026 -
Com 38,35% de cobertura, o município recebe 55 km de redes, 3,5 mil novas ligações e melhorias operacionais para ampliar o tratamento.
Após um ano de avanços no saneamento básico em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, inicia em 2026 um novo ciclo de obras para ampliar o esgotamento sanitário em 42 municípios do interior.
A previsão é entregar mais de 480 quilômetros de redes de esgoto, fortalecendo a infraestrutura e ampliando o acesso ao serviço, com impacto direto na qualidade de vida da população e na proteção ambiental.
Entre as prioridades do planejamento para 2026, Rio Verde de Mato Grosso contará com investimentos e melhorias na infraestrutura sanitária ao longo do ano, com cronograma de execução previsto entre janeiro e dezembro.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a cidade tem atualmente 38,5% de cobertura, mas deve registrar um salto importante com a implantação de 55 quilômetros de novas redes coletoras e 3,5 mil novas ligações.
“Rio Verde de Mato Grosso está entre os municípios que recebem investimentos relevantes neste ciclo. Com essas obras, a ampliação do sistema vai beneficiar diretamente cerca de 10,6 mil pessoas”, destaca o diretor.
Além da expansão da rede, o município também terá reforço na estrutura operacional, com a implantação de seis Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e melhorias na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) local. A medida vai elevar a eficiência do sistema e garantir mais estabilidade e segurança na operação.
Com as intervenções, a capacidade de tratamento será ampliada em 10 litros por segundo, consolidando Rio Verde como uma etapa estratégica dentro do conjunto de obras previstas para 2026.
Clayton Bezerra ressalta que o avanço do cronograma e a antecipação de entregas reforçam o compromisso da concessionária com a expansão do saneamento no estado.
“Os investimentos são estruturantes e geram impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais, com destaque para municípios como Rio Verde, que se consolida como um dos eixos estratégicos deste novo ciclo de expansão.”
Entregas ao longo do ano
Com obras já em execução e novas frentes previstas para os próximos meses, Clayton destaca que mais da metade dos municípios contemplados pelas intervenções em esgotamento sanitário deverá receber entregas ainda no primeiro semestre de 2026. Entre as cidades com avanços programados para esse período estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.
Já os demais municípios, com conclusão prevista para o segundo semestre, terão mais frentes de obra, serviços complementares e maior extensão de rede, exigindo um cronograma mais intensivo para assegurar qualidade e segurança nas entregas.
Postado por [email protected] em 29/jan/2026 -
Ações conjuntas fortalecem a rede de esgoto no interior do Estado e aceleram a evolução da cobertura em diferentes regiões.
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul seguem fortalecendo a infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com obras em execução e melhorias operacionais que ampliam a cobertura do serviço em 68 municípios do interior.
Somados aos índices de cobertura de esgoto já existentes e operados pela Sanesul, em 2021, as obras realizadas pela Ambiental MS Pantanal impulsionaram avanços expressivos em diversos municípios. Bataguassu, por exemplo, passou de 36,65% para 97,21%, enquanto Figueirão evoluiu de 11,59% para 96,48%. Antônio João avançou de 49,01% para 91,40%, e Ponta Porã subiu de 83,33% para 99,00%. Angélica registrou crescimento de 58,95% para 94,78%, e Jateí passou de 90,39% para 99,00%. Já Novo Horizonte do Sul saltou de 0,00% para 94,16%, e Inocência evoluiu de 13,69% para 99,00%, assim o Estado de Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2025 com 26 municípios com universalizados com o serviço de esgotamento sanitário de acordo com o ‘Marco Legal do Saneamento’.
As intervenções incluem implantação de novas redes coletoras, construção de Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), adequações hidráulicas e melhorias na operação e no tratamento, beneficiando diretamente milhares de famílias e reforçando a proteção dos cursos d’água.

De acordo com o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, o avanço é resultado de uma estratégia de investimentos consistentes e execução planejada.
“O saneamento básico é um dos pilares mais importantes para a saúde pública e para o desenvolvimento urbano sustentável. A ampliação da infraestrutura de esgoto no interior mostra que estamos acelerando entregas com responsabilidade técnica, garantindo ganhos reais para a população e para o meio ambiente, em alinhamento às metas de universalização previstas no marco regulatório”, destaca.
Para Renato Marcílio, o avanço do saneamento no estado é resultado direto do modelo da gestão municipalista implementado pelo governador Eduardo Riedel.
“Estamos falando de dignidade, prevenção, saúde pública e cuidado com o meio ambiente. O saneamento deixa de ser promessa e passa a ser realidade concreta na vida das pessoas”, avalia o diretor-presidente da Sanesul.
Outro indicador relevante é a consolidação de municípios com altos índices de cobertura de esgotamento sanitário no Estado. Entre os destaques estão Dourados (90,01%), Brasilândia (99%), Ribas do Rio Pardo (99,00%), Santa Rita do Pardo (99%), Três Lagoas (99%), Alcinópolis (99%), Bonito (98,97), Caracol (99%) e Porto Murtinho (92,09%). Também se sobressaem Japorã (99%), Tacuru (95,78%), Laguna Carapã (99%), Paranhos (99%), Batayporã (98,32%), Jateí (99%), Chapadão do Sul (93,93%), Paranaíba (99%), Bodoquena (92,51%) e Dois Irmãos do Buriti (97,17%).*
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 22/jan/2026 -
A ação dá continuidade ao trabalho iniciado em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Porã
Na última quarta-feira (21), a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, realizou uma capacitação voltada a Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e agentes de endemias em Mato Grosso do Sul.
O treinamento ocorreu pela manhã em Santa Rita do Pardo e, no período da tarde, em Brasilândia, reunindo momentos de interação e palestras com foco na sensibilização e na orientação sobre o uso adequado da rede coletora de esgoto.

Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, capacitar os agentes, especialmente em municípios que já alcançaram a universalização do serviço, é uma estratégia para ampliar a orientação direta à população, reforçando boas práticas e prevenindo usos incorretos da rede.
“Como visitam os moradores diariamente, esses profissionais conseguem orientar sobre a conexão e o uso adequado do sistema, assegurando que a infraestrutura implantada gere benefícios permanentes para a saúde e o meio ambiente”, destacou.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo de Brasilândia, Carlos Alberto dos Santos Dutra, ressaltou que o encontro contribuiu para ampliar a compreensão dos participantes sobre a relação entre o esgotamento sanitário, o meio ambiente, a saúde pública e os hábitos da comunidade.
“O encontro proporcionou um olhar mais amplo, com uma perspectiva ecológica e ambiental, reforçando a importância da preservação do meio ambiente e a proteção da saúde das pessoas”, completou o secretário.
Para o gerente regional da Sanesul em Três Lagoas, Adilson Silva Bahia, a capacitação traz resultados positivos tanto para o funcionamento do sistema quanto para a prevenção de doenças relacionadas ao saneamento inadequado.
“Investir em esgoto é economizar na saúde: a cada R$ 1 aplicado, a economia pode chegar a quase R$ 5. Com gente capacitada orientando a comunidade, todo o sistema ganha e a população sente os resultados”, afirmou.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer municípios do interior. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 08/jan/2026 -
Resíduos sólidos descartados incorretamente e ligações indevidas são as principais causas dos entupimentos
O mês de janeiro é conhecido popularmente por seus períodos de chuvas intensas, se caracterizando geralmente como o mês com maiores precipitações no estado de Mato Grosso do Sul. Com a época de temporais ainda longe de se encerrar, a população dos municípios deve se atentar para as iniciativas que podem desempenhar em prol do uso correto da rede de esgoto em seus municípios.
Os entupimentos e extravasamentos são situações que podem ocorrer ocasionalmente, porém durante as fortes chuvas o sistema pode se sobrecarregar e as ocorrências se intensificam. Esses problemas são, na maioria das vezes, derivados da presença de resíduos nas tubulações de esgoto e de ligações incorretas entre a drenagem pluvial e a rede coletora.

Somente no ano de 2025, a Ambiental MS Pantanal realizou 4.966 limpezas preventivas programadas por todo o estado, intervenções fundamentais para evitar esses incidentes. Ainda assim, a concessionária realizou no mesmo ano 12.756 atendimentos para desobstrução da rede de esgoto nos 68 municípios atendidos pela concessionária em Mato Grosso do Sul.
As principais ocorrências estão justamente ligadas a extravasamentos de esgoto em calçadas e ao entupimento de tubulações. A cidade com maior número de atendimentos é Três Lagoas com 2484, seguido por Dourados com 1943 e Ribas do Rio Pardo com 662 atendimentos para resolver obstruções na rede em 2025.
É importante enfatizar que esses incidentes estão em grande parte relacionados ao descarte de resíduos sólidos nas redes de esgoto domiciliar. “Não podem ir para o esgoto, óleo de cozinha, restos de comida, lixo, plástico, pano, cabelo, absorvente, fralda, cigarro, remédio, folhas varridas, produto químico, entre tantos outros”, pontua o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto. O coordenador ainda conta que nenhum desses detritos descartados pertencem ao esgoto e mesmo assim são encontrados com frequência na rede, onde causam os característicos entupimentos e obstruções.
Rubens Calixto explica que a rede de esgotamento sanitário traz qualidade de vida as pessoas de Mato Grosso do Sul, pois garante o destino adequado dos resíduos para o correto tratamento e evita a contaminação do solo e da água. “Por isso devemos nos atentar quanto ao uso correto da rede. É simples: nela devem ser descartados apenas líquidos que saem do vaso sanitário e a água usada das pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar”, conta Rubens.
Outro problema comum que é exposto nesse período são as ligações irregulares entre o sistema de drenagem pluvial e a rede de esgoto. A drenagem possui apenas o papel de drenar as águas das chuvas, levando-as até os rios e córregos, já a rede coletora de esgoto serve exclusivamente para coleta e posterior tratamento dos resíduos nas estações de tratamento de esgoto (ETE).
Ambos são sistemas separados, e quando a drenagem pluvial é ligada à rede de esgoto é muito provável que aconteça uma sobrecarga ainda maior no sistema. Com a rede coletora obstruída por lixos e operando acima de sua capacidade máxima de volume, é nesse momento que ocorrem os rompimentos nas tubulações, extravasamentos nas ruas e nos imóveis, entupimentos do esgoto sanitário e mau cheiro forte nos bairros.
Essas ocorrências que podem prejudicar a rotina dos moradores afetados, causam danos, poluem o meio ambiente e podem até transmitir doenças via a água contaminada. É necessário que a população siga a legislação vigente e preserve os sistemas de saneamento básico, realizando a destinação correta dos resíduos sanitários, limpando as caixas de gordura e descartando o óleo de cozinha e demais resíduos de forma adequada.
“O bom funcionamento da rede depende da responsabilidade de todos”, enfatiza Rubens. A concessionária reforça seu compromisso em contribuir e auxiliar no uso correto da rede coletora. Desde o início das operações em 2021, o volume anual de esgoto tratado no estado de Mato Grosso do Sul mais que dobrou, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros até setembro de 2025.
Futuro do saneamento
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.
Para 2026, está prevista a expansão das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla ainda a construção de 54 estações elevatórias de esgoto e 93 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), consolidando um avanço significativo na capacidade de coleta e tratamento no estado.
A parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul .
Referência no Saneamento
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por paintbox em 28/nov/2022 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – executou, em novembro, a extensão de 526 metros de rede de esgoto no bairro Marambaia, em Ponta Porã.
As obras acontecem na altura da rua Jabaquara, e atenderão futuros moradores de casas que serão construídas através do projeto Lote Urbanizado, da Prefeitura de Ponta Porã. Os trabalhos foram iniciados no começo do mês e devem ser concluídos no próximo dia 30.
Ao todo, cerca de 50 famílias serão beneficiadas na região, com a conexão das moradias à rede de coleta de esgoto do município.
A Ambiental MS Pantanal iniciou suas operações em maio do ano passado em Ponta Porã e outros 67 municípios em que a Sanesul atua. A PPP foi criada com o intuito de impulsionar os investimentos na coleta, afastamento e tratamento de esgoto para que o Mato Grosso do Sul atinja a universalização do Saneamento Básico até 2031.
Desde o início da operação, a MS Pantanal já conectou mais de 2,3 mil ponta-poraenses à rede de esgoto.
Postado por paintbox em 30/set/2022 -
A empresa de saneamento Ambiental MS Pantanal concluiu, nesta quinta-feira (29) a ligação de mais 60 moradias do bairro Jardim Alvorada, em Três Lagoas, ao sistema de tratamento de esgoto do município.
As ligações vêm como antecipação a obras de pavimentação que devem ser conduzidas na região. Somadas às ligações conduzidas no bairro Vila Alegre, no mês passado, elas representam a inclusão de mais de 500 moradores aos sistema de esgotamento sanitário da cidade.
A MS Pantanal faz parte do Grupo Aegea e está à frente dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios no Mato Grosso do Sul.
A empresa iniciou suas operações em maio do ano passado e, desde então, mais de 5 mil pessoas foram incluídas no sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas e outras 20 mil em outras regiões do Estado.
Postado por paintbox em 19/ago/2022 -
A empresa de saneamento Ambiental MS Pantanal está conduzindo a ligação de 160 moradias do bairro Vila Alegre, em Três Lagoas (MS), à rede coletora de esgoto. O município fica localizado a cerca de 340 quilômetros de Campo Grande.
Os trabalhos foram iniciados no começo do mês e cerca de 200 pessoas já foram conectadas ao sistema de esgotamento sanitário neste período.
Estima-se que, até o final de setembro, um total 500 moradores sejam incluídos nos serviços de tratamento de esgoto. O movimento é uma antecipação a futuras obras de pavimentação no bairro.
A MS Pantanal faz parte do Grupo Aegea e está à frente dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios no Mato Grosso do Sul e iniciou suas operações em maio do ano passado. Desde a chegada da empresa, mais de 5 mil pessoas foram incluídas no sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas.
Postado por paintbox em 16/ago/2022 -
Nesta terça-feira (16), colaboradores da MS Pantanal de Fátima do Sul receberam cerca de 25 alunos do 6º e 9º anos da Escola Estadual Vila Brasil, na estação de tratamento de esgoto do município.
A visita faz parte do programa Portas Abertas, que visa disseminar a importância dos serviços de saneamento para a população, permitindo que o público conheça de perto as atividades operacionais na ETE.
De acordo com a professora Ellen Soares, que acompanhou os alunos, a visita proporcionou “uma troca muito interessante” aos estudantes, que estão trabalhando misturas heterogêneas e homogêneas em aula.
“Já havíamos visitado a estação antes de a MS Pantanal assumir”, disse. “Mas, dessa vez, a visita foi muito mais proveitosa e organizada”, acrescentou a professora, elogiando a maneira didática em que o passeio foi conduzido, bem como a receptividade dos colaboradores.
A visita foi conduzida pelo supervisor Rubens Calixto. Ele disse que “a oportunidade de mostrar o bom trabalho da equipe e ainda ensinar os alunos sobre o processo de tratamento foi uma experiência gratificante”.
Postado por paintbox em 01/jul/2022 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – iniciou, na última semana, a implantação de mais de mil metros de rede coletora de esgoto em Ponta Porã.
Foram concluídos 225 metros da rede que vai conectar futuros moradores do Projeto Lote Urbanizado, da Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab), no bairro Primavera I.
Já na próxima semana, a MS Pantanal inicia a extensão de mais 262 metros de rede coletora, e vai ligar o colégio Pitágoras ao sistema de esgotamento sanitário da cidade. Ao final do mês, Ponta Porã, que já conta com uma cobertura de aproximadamente 92% de rede, será contemplada com uma extensão de mais de mil metros de tubulações de esgoto.
A Ambiental MS Pantanal iniciou suas operações em maio do ano passado com a missão de impulsionar investimentos para que o Mato Grosso do Sul seja o primeiro estado do país a atingir a universalização do saneamento básico. A expectativa é que essa meta seja alcançada ao final de 2031.
A PPP se antecipou ao Marco Legal do Saneamento – sancionado em 2020 – e deve investir cerca de R$ 1 bilhão em obras no MS. Com o início da chamada “operação plena”, em 2021, mais de 15 mil sul-mato-grossenses já foram conectados ao sistema de esgotamento sanitário.