Postado por maria.espindola em 22/jun/2026 -
Obras incluem nova rede coletora, ligações domiciliares, estação elevatória, emissário e ampliação da capacidade de tratamento
Taquarussu avança para um novo marco no saneamento básico com a implantação de 27,9 quilômetros de rede coletora de esgoto e a previsão de 1.448 ligações domiciliares. As obras devem beneficiar cerca de 4 mil moradores, ampliando o acesso ao serviço e contribuindo para a universalização do esgotamento sanitário no município.

Localizado no sudeste de Mato Grosso do Sul, próximo à divisa com o Paraná, Taquarussu está inserido em uma região associada à bacia do rio Paraná e à planície do rio Ivinhema. Essa condição territorial reforça a importância dos investimentos em saneamento para a proteção dos recursos hídricos, a preservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população.
As intervenções previstas contemplam a expansão e modernização do sistema, com a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade de 10 litros por segundo, a implantação de uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) e a execução de aproximadamente 2 quilômetros de emissário.
De acordo com Rayane Campos Carrijo, analista ambiental da MS Pantanal, as obras são fundamentais para garantir o caminho adequado do esgoto, desde a coleta nos imóveis até o tratamento final.
“Cada estrutura tem uma função essencial. A rede coletora recebe o esgoto das casas, comércios e prédios públicos; o emissário conduz esse volume até o sistema; a estação elevatória permite o bombeamento em áreas onde o relevo não favorece o escoamento natural; e a nova capacidade de tratamento garante mais segurança e eficiência operacional. Com isso, Taquarussu passa a contar com um sistema mais preparado para atender a população e acompanhar o crescimento do município”, explica Rayane.
Ela destaca que o avanço do saneamento também tem reflexo direto na saúde pública e na proteção ambiental.
“Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, diminuímos os riscos de contaminação do solo e dos rios, melhoramos as condições sanitárias dos bairros e contribuímos para uma cidade mais saudável e sustentável. É uma infraestrutura que muitas vezes fica debaixo da terra, mas que transforma a vida das pessoas no dia a dia”, completa.
Para Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, o avanço das obras representa uma etapa decisiva para consolidar o saneamento em Taquarussu.
“O saneamento transforma a cidade de forma concreta. Quando a rede chega à rua e uma família se conecta ao sistema, estamos falando de mais saúde, dignidade e cuidado com o meio ambiente. Em Taquarussu, esse investimento prepara o município para crescer com mais infraestrutura e qualidade de vida”, destaca.
A chegada à cobertura integral também depende da participação dos moradores. Após a implantação da rede, os imóveis precisam ser conectados corretamente ao sistema de esgoto. Outro cuidado essencial é não direcionar água da chuva para a rede coletora, prática irregular que pode sobrecarregar o sistema e causar extravasamentos, principalmente em períodos chuvosos.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 19/jun/2026 -
Intitulado “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Mato Grosso do Sul”, o estudo mostra, em números, os benefícios da universalização do saneamento no Estado, com impactos nas áreas social, ambiental e econômica
Os impactos econômicos, sociais e ambientais da universalização do saneamento em Mato Grosso do Sul serão apresentados na próxima segunda-feira, 22 de junho, durante a divulgação do estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Mato Grosso do Sul”, elaborado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a EX ANTE Consultoria.
Voltado à imprensa, universidades, gestores públicos, especialistas e instituições interessadas no tema, o encontro discutirá como a expansão dos serviços de água e esgoto se conecta à saúde, à geração de renda, ao turismo, à valorização ambiental e à proteção do Pantanal.
O evento é realizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e correalizado pela Sanesul, com apoio das empresas da Aegea no Estado, Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal, além do Instituto Trata Brasil e da EX ANTE Consultoria.
Em um Estado que já atingiu 81% de cobertura dos serviços de saneamento, os ganhos trazidos pela ampla rede de abastecimento de água e coleta de esgoto são comprovados por meio de números consolidados descritos no estudo, além de uma previsão de um futuro próspero, que pode injetar bilhões de reais em benefícios líquidos para Mato Grosso do Sul, entre 2025 e 2040.
Entre os principais impactos projetados estão o aumento da produtividade do trabalho, o fortalecimento do turismo, a valorização ambiental, a despoluição de rios e córregos, a ampliação da oferta de água tratada e a redução de custos na saúde, especialmente aqueles relacionados a afastamentos, internações e doenças associadas à falta de saneamento.
A pauta também destaca o papel estratégico do saneamento na proteção dos recursos hídricos e do Pantanal, patrimônio natural da humanidade. Em um território marcado pela presença de rios, córregos, nascentes e áreas úmidas, a expansão dos serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgoto contribui diretamente para a redução de impactos ambientais, a proteção de mananciais e a melhoria da qualidade de vida da população.
A atuação da Aegea em Mato Grosso do Sul ocorre por meio de duas operações complementares: a Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto em Campo Grande, e a Ambiental MS Pantanal, responsável pela operação dos sistemas de esgotamento sanitário em 68 municípios do interior, por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul e o Governo do Estado.
O encontro será uma oportunidade para jornalistas, universidades, gestores públicos, especialistas e representantes de instituições interessadas conhecerem, com base em dados, como a expansão do saneamento está diretamente relacionada à saúde pública, à geração de renda, ao turismo, à valorização dos municípios, à preservação ambiental e ao desenvolvimento regional de Mato Grosso do Sul.
SERVIÇO
Evento: Divulgação do estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Mato Grosso do Sul”
Data: 22 de junho de 2026
Horário: 10h
Local: Auditório da Governadoria
Endereço: Av. do Poeta, s/nº, Bloco 8, Parque dos Poderes, Campo Grande (MS)
Postado por maria.espindola em 15/jun/2026 -
Município receberá rede coletora, novas ligações domiciliares, estações elevatórias e reforço na capacidade de tratamento
Em Fátima do Sul, o avanço do saneamento em 2026 terá reflexo direto na infraestrutura urbana, na saúde da população e na proteção dos recursos hídricos. Localizado na região sul de Mato Grosso do Sul, o município está com obras de esgotamento sanitário em andamento e avança rumo à universalização dos serviços.

No momento, a cobertura de esgotamento sanitário em Fátima do Sul é de 40,30%. Desde 2024, cerca de 57 quilômetros de rede coletora foram implantados e 3.870 imóveis passaram a ser conectados ao sistema de esgotamento sanitário. A ampliação em curso também prevê a implantação de novos trechos de rede coletora e novas ligações domiciliares, com benefício estimado para aproximadamente 4,8 mil pessoas.
O projeto contempla ainda a entrega de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs) e a ampliação da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que passará a tratar 25 litros por segundo. As intervenções fortalecem a estrutura necessária para acompanhar o crescimento urbano, ampliar a cobertura dos serviços e garantir mais segurança operacional ao sistema.
A cidade está inserida em uma área estratégica da bacia do rio Paraná, com relação territorial e ambiental com o rio Dourados e a sub-bacia do rio Ivinhema. Essa localização reforça a importância das obras de saneamento, uma vez que a coleta e o tratamento adequado do esgoto contribuem para reduzir riscos de contaminação, proteger os cursos d’água e fortalecer a qualidade ambiental da região.
De acordo com Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras previstas em Fátima do Sul foram planejadas para ampliar a capacidade do sistema, dar mais segurança operacional e preparar o município para avançar na universalização do esgotamento sanitário.
“O saneamento é uma infraestrutura que transforma a cidade de forma permanente. Em Fátima do Sul, as obras vão ampliar a rede, conectar novos imóveis ao sistema e aumentar a capacidade de tratamento do esgoto. Isso significa mais eficiência, mais proteção ambiental e melhores condições sanitárias para a população”, explica Gabriel.
Mais do que elevar os índices de cobertura, as intervenções criam uma estrutura permanente para o funcionamento do sistema. A rede coletora recebe o esgoto gerado em residências, comércios e prédios públicos; as ligações domiciliares conectam os imóveis à rede; as estações elevatórias permitem o bombeamento em áreas onde o relevo não favorece o escoamento natural; e a ampliação da ETE aumenta a capacidade de tratamento do volume coletado.
A expansão também tem impacto direto no cotidiano dos moradores. Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, diminuem os riscos de contaminação do solo e dos cursos d’água, melhoram as condições sanitárias dos bairros e o município passa a contar com uma base mais segura para crescer com planejamento.
Para Gabriel, os investimentos em saneamento deixam um legado permanente para Fátima do Sul.
“Saneamento é uma infraestrutura que muda o presente e protege o futuro. Cada nova ligação representa mais saúde para as famílias, mais proteção para os recursos naturais e mais desenvolvimento para o município. Esse é o legado que queremos construir em Fátima do Sul: uma cidade mais saudável, sustentável e preparada para as próximas gerações”, conclui.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 10/jun/2026 -
Obras em Maracaju, Vicentina e Rio Brilhante reforçam a infraestrutura de esgotamento sanitário e contribuem para a universalização do serviço
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul avançam, em 2026, com obras de ampliação do esgotamento sanitário em Maracaju, Vicentina e Rio Brilhante, na porção centro-sul de Mato Grosso do Sul. Estratégicos para a economia estadual e inseridos em áreas de influência de importantes bacias hidrográficas ligadas ao rio Paraná, os municípios recebem investimentos para ampliar o acesso à rede de esgoto, fortalecer a infraestrutura urbana e contribuir para a proteção ambiental e a saúde pública.
As obras contemplam diferentes etapas de expansão e consolidação do sistema de esgotamento sanitário nos três municípios. Em Maracaju, que possui 75,87% de cobertura, o plano prevê mais de 56 quilômetros de rede coletora e 5.675 novas ligações domiciliares, beneficiando cerca de 15,3 mil pessoas. Somente em 2026, já foram executados 8,6 quilômetros de rede, 607 ligações domiciliares, uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) e 214 metros de linha de recalque, estrutura responsável por conduzir o esgoto bombeado até o ponto adequado do sistema.
Já em Vicentina, que possui 49,13% de cobertura, as intervenções incluem a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade de 10 litros por segundo, e de mais de 5,3 quilômetros de emissário, responsável por conduzir o efluente tratado até o corpo receptor. Somadas à ampliação da rede e à entrega da estação elevatória prevista pela Sanesul, as obras devem criar as condições para que o município alcance a universalização do esgotamento sanitário ainda em 2026.
No município de Rio Brilhante, a universalização deve avançar com a ativação de mais de 5,4 mil ligações domiciliares e de aproximadamente 46 quilômetros de rede coletora já implantados. O planejamento também prevê a ativação de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), etapa fundamental para garantir a plena operação do sistema e ampliar o atendimento à população.

Para Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras previstas para 2026 ampliam a infraestrutura essencial para garantir que o esgoto percorra o caminho adequado, da coleta nos imóveis ao tratamento final.
“Cada quilometro de rede implantado e cada nova ligação domiciliar representam mais saúde, qualidade de vida e desenvolvimento para a população. Essas estruturas permitem que o esgoto seja coletado nos imóveis, conduzido pela rede, bombeado pelas estações elevatórias quando necessário e direcionado com segurança até o tratamento. É uma infraestrutura que muitas vezes fica sob o solo, mas que transforma a rotina das cidades, protege os recursos hídricos e deixa um legado permanente para Mato Grosso do Sul”, afirma.
Com a coleta e o tratamento adequados, diminuem os riscos de contaminação do solo e dos corpos d’água, são reduzidos os impactos ambientais e melhoram as condições sanitárias dos bairros. Na prática, os investimentos contribuem para mais saúde pública, dignidade, valorização urbana e proteção dos recursos naturais.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 01/jun/2026 -
Treinamento sobre o uso correto da rede coletora de esgoto leva informação a profissionais que estão na linha de frente do cuidado com a população
A Ambiental MS Pantanal realizou, na última terça-feira (26), em Rio Brilhante, mais uma etapa do treinamento voltado à orientação sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. A iniciativa chega ao município em um momento estratégico para o avanço do saneamento. Atualmente, Rio Brilhante conta com aproximadamente 50% de cobertura de esgotamento sanitário, e com investimentos em andamento, deve avançar para mais de 90%, tornando-se mais um município universalizado no MS.
Desenvolvida em parceria com a Sanesul e a Prefeitura Municipal, a capacitação tem como público os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) de Mato Grosso do Sul. Somente nesse primeiro semestre de 2026 a iniciativa já percorreu os municípios de Batayporã, Vicentina, Fátima do Sul, Santa Rita do Pardo e Brasilândia.
Por meio de palestras voltadas a sensibilização sobre o uso correto da rede de esgoto e da distribuição de materiais informativos, a ação busca sensibilizar os profissionais como multiplicadores de informações, já que eles atuam diretamente nas residências e mantêm contato permanente com a população.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, levar conhecimento a quem está diariamente nos bairros e nas casas das famílias é essencial para ampliar os resultados do saneamento. “Os agentes visitam as casas, levando informação, saúde e qualidade de vida. Agora também vão levar conhecimento sobre o uso adequado da rede coletora de esgoto”.

Clayton reforça que a capacitação integra agenda mais ampla de promoção da saúde, da sustentabilidade e da qualidade de vida em Rio Brilhante. “Em breve o município estará universalizado, e poderá contar com a utilização correta e adequada do serviço de esgotamento sanitário, trazendo como consequência, todos os benefícios esperados da implantação de uma infraestrutura como esse”, afirmou.
O Gerente regional da Sanesul, Klinger Rodrigues, também destacou que a orientação passada aos agentes de saúde contribui para o funcionamento adequado do sistema, evitando ligações incorretas, uso irregular da rede, extravasamentos e dificuldades operacionais.
Para a agente comunitária de saúde de Rio Brilhante, Rosalina Ajala, a capacitação vai auxiliar os profissionais na orientação direta aos moradores. “Vamos poder informar a população sobre como utilizar corretamente a rede de esgoto, esclarecendo principalmente o que pode e o que não pode ser descartado na rede”.
O coordenador de endemias do município, Marcos da Silva, reforçou a importância da iniciativa para o trabalho cotidiano dos agentes. “Para nós que lidamos direto com as endemias no município de Rio Brilhante, poder tirar e esclarecer as dúvidas que surgem no dia a dia contribui para uma população mais bem-informada”.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer mais municípios do Estado até o final de 2026. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 10/abr/2026 -
Concessionária adota método menos invasivo em Três Lagoas, entrega novos equipamentos em Dourados e reforça meta de expansão do saneamento
A adoção de novas tecnologias pela Ambiental MS Pantanal tem ampliado a eficiência das obras de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com ganhos operacionais e redução de impactos no pavimento, no trânsito e na rotina da população.
Os avanços recentes envolvem tanto a utilização de métodos construtivos menos invasivos quanto a entrega de novos equipamentos e o treinamento das equipes responsáveis pelos serviços em campo.
Um dos exemplos é a obra concluída em Três Lagoas, entre 18 de fevereiro e 27 de março, para a substituição de 300 metros da rede de esgoto na Rua Duque de Caxias, no trecho entre as ruas Bruno Garcia e Rosário Congro. Na intervenção, a concessionária utilizou o Método Não Destrutivo (MND) em toda a extensão da operação, com apoio de novos maquinários.

“Mais do que uma substituição de rede, essa intervenção representa um avanço na modernização do sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas, ao aliar inovação, eficiência operacional e responsabilidade urbana”, afirma Nivaldo Luiz, gerente de serviços da Ambiental MS Pantanal.
A tubulação substituída está localizada a cerca de quatro metros de profundidade e integra uma estrutura estratégica para o transporte dos efluentes da região central do município. A estimativa é de que a melhoria beneficie aproximadamente 24 mil pessoas.
Diferentemente do modelo convencional, o método adotado utiliza acessos pontuais para a troca da tubulação, o que reduz significativamente a necessidade de escavações contínuas ao longo do trecho. Com isso, a intervenção provoca menos interferências na mobilidade urbana, preserva melhor o pavimento e reduz os transtornos para moradores, comerciantes e motoristas.
“Essa obra demonstra que é possível executar intervenções estratégicas na rede de esgoto com mais eficiência e menor impacto para a cidade. Ao adotar um método menos invasivo, conseguimos reduzir o tempo de execução em até 30%, além de preservar melhor o pavimento e diminuir os transtornos para a população”, reforça Nivaldo.
Segundo o gerente, o Método Não Destrutivo é mais indicado para melhorias em redes antigas, com longo tempo de operação, especialmente em trechos com profundidade superior a 4,5 metros e grandes extensões lineares.
Além da aplicação de novas técnicas em obras, a concessionária também investe na modernização de sua estrutura operacional. No dia 31 de março, operadores do setor de obras do polo de Dourados receberam oito novos equipamentos para atividades de implantação e manutenção de redes e ramais de esgoto no município.
Com estrutura mais leve e sistema de segurança operacional mais eficiente, os equipamentos foram entregues junto a um treinamento técnico voltado ao uso correto dos maquinários e aos cuidados preventivos necessários para ampliar a segurança operacional e a durabilidade dos recursos.
A capacitação foi ministrada por John Meison, mecânico do setor de oficina da Ambiental MS Pantanal, e integra a estratégia da concessionária de associar inovação tecnológica à qualificação das equipes.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, os avanços recentes reforçam dois pilares centrais para a expansão do saneamento no Estado: tecnologia e segurança operacional.
“Mato Grosso do Sul conta atualmente com 75,12% de cobertura de esgoto, e nossa meta é chegar a 86% ainda em 2026”, destaca.
Por meio da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e Ambiental MS Pantanal, a meta é antecipar a universalização do esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul antes de 2033, prazo previsto no Marco Legal do Saneamento.
Postado por maria.espindola em 08/abr/2026 -
No Dia Mundial da Saúde, ações desenvolvidas no Estado evidenciam a relação entre coleta, tratamento de esgoto e qualidade de vida
No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, o saneamento básico se destaca como uma das estratégias mais eficazes para a prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida. Em Mato Grosso do Sul, investimentos em infraestrutura e educação sanitária têm ampliado os impactos positivos sobre a saúde pública, ao reduzir riscos de contaminação e fortalecer a prevenção.
Para a médica infectologista, Mariana Croda, mestre e doutora em saúde pública e professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a falta de saneamento aumenta o risco de doenças infecciosas, especialmente as de veiculação hídrica, como diarreia, hepatite A leptospirose, parasitoses e arboviroses. Segundo ela, os efeitos são ainda mais relevantes em um estado como Mato Grosso do Sul, onde a melhoria das condições sanitárias contribui para proteger populações mais vulneráveis e reduzir enfermidades em áreas urbanas e rurais.

Atualmente, a Ambiental MS Pantanal, concessionária responsável pela coleta e tratamento de esgoto no Estado, trata cerca de 33,6 milhões de metros cúbicos de esgoto por ano. Além da ampliação da infraestrutura, a empresa também investe na capacitação de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, em uma estratégia que busca aproximar a informação técnica do cotidiano das famílias e fortalecer o uso correto da rede.
A iniciativa já capacitou cerca de 300 profissionais. Em Ponta Porã, onde o projeto começou em julho de 2024, a concessionária aponta melhora de indicadores locais, com redução nas hospitalizações por dengue e chikungunya, queda nos casos de diarreia aguda e diminuição na incidência de extravasamentos por quilômetro de rede.
“Universalizar não é só construir; é manter o sistema funcionando bem”, afirma o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim. Segundo ele, a capacitação em municípios já universalizados é essencial para preservar os investimentos e ampliar os benefícios do saneamento ao longo do tempo.
Na prática, os agentes reforçam orientações durante visitas domiciliares e atendimentos nas unidades de saúde, com foco no descarte correto de resíduos e na prevenção de problemas como entupimentos e extravasamentos. Em cidades com rede recente, como Brasilândia, a ação também tem ajudado a esclarecer dúvidas da população sobre o uso adequado do sistema.
“Em Brasilândia, a capacitação trouxe mais segurança para que as equipes orientem a população. Após o treinamento, intensificamos a distribuição de panfletos informativos fornecidos pela concessionária”, afirma Jones Moreira, supervisor dos Agentes de Combate às Endemias no município. “Como a rede de esgoto é nova aqui, ainda existem muitas dúvidas sobre o uso correto”, completa.
A agente Maria Aparecida Uchôa destaca que o material facilita o diálogo com os moradores. “O panfleto abre a conversa e ajuda a esclarecer dúvidas na hora. Reforçamos, principalmente, o que não pode ser descartado na rede de esgoto”, diz.
As capacitações orientam que apenas efluentes domésticos devem ser direcionados à rede, evitando o descarte de água da chuva, óleo, fraldas e resíduos sólidos, que podem provocar entupimentos, sobrecargas e extravasamentos.
Postado por [email protected] em 02/abr/2026 -
Pela primeira vez, município avança na implantação de uma estrutura completa de esgotamento sanitário
Itaquiraí vive, em 2026, um momento histórico para o saneamento básico. Desde janeiro, o município recebe um conjunto de obras que vai implantar uma nova estrutura de coleta, transporte e tratamento de esgoto, abrindo caminho para mais saúde, qualidade de vida e preservação ambiental.
Entre as principais frentes em execução estão a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para tratar 20 litros por segundo, a implantação de cerca de 2,4 quilômetros de rede coletora, 351 novas ligações domiciliares, com potencial para beneficiar 1.053 pessoas, além de duas Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e cerca de 7,7 quilômetros de emissário, estrutura essencial para transportar o esgoto dentro do sistema até as etapas de tratamento e destinação adequada.

Segundo Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras em Itaquiraí representam um avanço necessário e aguardado há muitos anos. A implantação de um sistema completo de esgotamento sanitário em um município que até então não contava com essa infraestrutura marca o início de uma mudança profunda, com efeitos duradouros para a população e para o meio ambiente.
“Itaquiraí está começando uma nova fase. Com início em janeiro e previsão de conclusão em agosto, essas intervenções representam os primeiros passos de uma transformação concreta na rotina da cidade. Sair de 0% de cobertura de esgoto e receber uma estrutura como essa significa levar mais dignidade, saúde e cuidado ambiental para a população. É uma transformação que começa agora, mas que vai gerar impactos positivos por muitos anos”, afirma.
Para o prefeito do município, Thalles Tomazelli, “a implantação da Estação de Tratamento de Esgoto representa um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de uma melhoria que será percebida no cotidiano da população e que reafirma o compromisso com o desenvolvimento da cidade”.
Relevância ambiental e territorial
Com cerca de 19,4 mil habitantes, segundo o Censo 2022 do IBGE, Itaquiraí vive uma transformação que vai além da implantação de obras de engenharia. A chegada da estrutura de esgotamento sanitário representa um avanço concreto para a qualidade de vida da população, com impactos diretos no cotidiano, na saúde pública, nas condições urbanas e na preservação ambiental.
Quando o esgoto passa a ser coletado e tratado de forma adequada, o município reduz riscos de contaminação, melhora a infraestrutura urbana, contribui para a valorização dos bairros e fortalece a proteção dos recursos naturais. Em Itaquiraí, esse investimento ganha ainda mais importância por causa do contexto territorial e ambiental em que a cidade está inserida.
O município integra a bacia do rio Paraná e mantém relação direta com o rio Maracaí, afluente da margem direita do Paraná que banha a região. Além disso, Itaquiraí está situada em área associada ao domínio da Mata Atlântica, inclusive no contexto da APA das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, unidade de conservação federal de grande relevância ecológica.
Nesse cenário, as obras de saneamento assumem papel estratégico. A implantação da nova infraestrutura ajuda a evitar o lançamento inadequado de esgoto no solo e nos cursos d’água, reforça a proteção dos recursos hídricos e contribui para um modelo de desenvolvimento mais responsável, equilibrado e sustentável.
Liderança em Saneamento
As empresas de saneamento que atuam no Estado do Mato Grosso do Sul, Águas Guariroba e a PPP- Ambiental MS Pantanal, fazem parte do grupo Aegea Saneamento, que é líder no setor privado de saneamento básico no Brasil e atende mais de 39 milhões de pessoas. A companhia está presente em quase 900 cidades de 15 estados brasileiros, com atuação de norte a sul do país.
Opera nos estados do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo, trabalhando para que mais brasileiros tenham acesso a água e esgoto tratados, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da saúde pública nessas regiões.
Postado por maria.espindola em 26/mar/2026 -
Iniciativa que passa por municípios universalizados no MS agora conta também com orientações acerca do uso do fumacê
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Combate de Endemias (ACE) de Vicentina e Fátima do Sul deram início, na última terça-feira (24), ao processo de conscientização aos moradores de seus municípios sobre o uso correto da rede.
Os agentes foram às ruas com folders e levaram informações essenciais sobre o esgotamento sanitário em MS, logo após ao último treinamento realizado pela Ambiental MS Pantanal, também no dia 24 de março.
A iniciativa, que leva capacitação sobre o uso correto da rede aos agentes em Mato Grosso do Sul, é desenvolvida pela concessionária em parceria com a Sanesul e as prefeituras municipais.

A Agente de Controle de Endemias, Martha Gonçalves, relata que o conhecimento compartilhado durante o treinamento foi primordial para sua atuação em campo. “Ter essa informação completa para levar à população, conscientizando do que pertence à rede e o que pertence à drenagem é indispensável”, ressalta.
Jailson Novais, também Agente de Controle de Endemias, destaca que o uso consciente da rede de esgoto pela população é de grande importância para a qualidade de vida da cidade.
“Quando temos um tratamento de esgoto de qualidade e cuidamos desse sistema, isso se reflete diretamente na saúde da população”, conclui.
A ação, realizada em cidades em que o esgoto já é considerado universalizado, agora também leva informações e esclarece dúvidas sobre o uso do fumacê para que os agentes de saúde e de combate de endemias possam orientar a população nos locais em que a técnica será aplicada nas próximas semanas.
Segundo o Gerente de Operações Ambiental MS Pantanal, Pedro Ortolano, o treinamento faz parte das ações da concessionária rumo à universalização do saneamento, à melhoria da qualidade de vida da população e à preservação do meio ambiente no Estado.
Pedro explica que o foco nos agentes é essencial, já que atuam como multiplicadores de informação para a população, e que a próxima etapa, após os treinamentos, é a aplicação do fumacê.

“O fumacê é uma técnica usada para identificar ligações irregulares na rede de esgoto. Ele não é toxico e é utilizado para detectar pontos em que a água da chuva está sendo lançada no esgoto”, explica.
A ferramenta é utilizada para evitar casos de extravasamento de forma rápida e segura, identificando problemas sem causar transtornos à rotina da população, evitando a necessidade de quebrar calçadas ou paredes.
Pedro ressalta que a população não precisa se preocupar com a aplicação. “A fumaça utilizada não faz mal à saúde e desaparece rapidamente. Durante a ação pode aparecer fumaça saindo de ralos, calhas ou telhados, mas isso tudo é normal e esperado”, informa.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 18/mar/2026 -
Após treinamentos em Santa Rita do Pardo e Brasilândia, iniciativa chega a mais um município universalizado em MS
Na última terça-feira (17), a Ambiental MS Pantanal realizou, em Batayporã, mais uma etapa do ciclo de treinamentos voltado à orientação sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. A iniciativa é desenvolvida em parceria com a Sanesul e a Prefeitura Municipal e tem como público os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) de Mato Grosso do Sul.
A capacitação contou com palestras de sensibilização sobre a utilização adequada da rede de esgoto, distribuição de materiais informativos e orientações sobre a futura ação de fumacê no município.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, Batayporã já conta com a universalização dos serviços de água e esgoto, e o foco, neste momento, é ampliar o acesso da população à informação de qualidade.

“Começamos com atividades de conscientização junto a esses agentes, que são multiplicadores de conhecimento, e, em seguida, avançaremos com o trabalho do fumacê”, destacou.
De acordo com o diretor, a ação será a próxima etapa no município e já foi apresentada durante a capacitação. “O fumacê consiste na aplicação de fumaça na rede coletora, o que permite identificar ligações irregulares ou clandestinas que comprometem o funcionamento do sistema”, explicou.
O secretário municipal de Obras, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente (Sodeta), Renan Bom Ribeiro, ressaltou a importância da iniciativa integrada.
“A capacitação foi fundamental para esclarecer como será realizada a ação do fumacê, que acontecerá em parceria com a Ambiental MS Pantanal e as Secretarias de Saúde, de Meio Ambiente e de Obras de Batayporã”, pontuou.
A secretária municipal de Saúde, Letícia Sanches, também destacou o papel dos agentes na disseminação das informações.
“Ao sensibilizarmos esses profissionais, ampliamos o acesso à informação de qualidade e, consequentemente, promovemos mais saúde e qualidade de vida para a população”, afirmou.
Para a agente comunitária de saúde, Angélica dos Santos Silva, a capacitação contribuiu para esclarecer dúvidas e fortalecer a atuação dos profissionais. Segundo ela, o conteúdo apresentado reforça a importância do trabalho dos agentes na prevenção de doenças e na orientação correta aos moradores.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer mais municípios do Estado até o final de 2026. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.