Postado por paintbox em 14/dez/2021 -
Durante três dias, a meia maratona Bonito 21K movimentou R$ 3 milhões e atraiu mais de seis mil pessoas, entre atletas e familiares, ao maior destino de ecoturismo do Brasil. O evento apoiado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte), chega a sua sétima edição com amplas chances de entrar no circuito nacional em atletismo e ciclismo e fomenta o turismo local em um período de baixa temporada.
O alto nível das provas, realizadas no sábado e neste domingo, credencia Bonito 21K a integrar o ranking nacional. No atletismo, a meiamaratona de 21 quilômetros já é homologada pela federação estadual e a Confederação Brasileira de Ciclismo avalia ranquear a prova de 121 quilômetros. Para o turismo, segundo a organizadora da prova, Kassilene Cardadeiro, a realização do evento na primeira semana de dezembro beneficia todos os segmentos do setor.
Este ano o número de inscritos – 2.050 atletas, sendo 1.738 na corrida – foi recorde e para 2022 a organização pretende ampliar os valores da premiação para atrair equipes de ponta de outros estados. Kassilene Cardadeiro destacou o apoio do Governo do Estado, que garante toda a parte de estrutura, e informou que a prova teve um crescimento de 70% somente no atletismo. Com duas edições, o ciclismo também desponta positivamente.
Calor intenso
Na avaliação de Denildo José Gomes, diretor da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Bonito 21K tem todas as condições técnicas para entrar no ranking nacional futuramente. Ele e outros membros da entidade arbitraram as provas, realizadas hoje (05) de manhã, e elogiou a organização e a estrutura, bem como as condições da pista da rodovia MS-178, onde 312 atletas competiram em 50 e 121 quilômetros.
“É uma prova muito dura, devido ao calor, com potencial para ser ranqueada e entrar no nosso calendário nacional”, disse Gomes. “Os atletas sentiram muito a alta temperatura, mas a organização atuou de forma rápida e colocou três pontos de hidratação ao longo do percurso e isso amenizou um pouco o impacto”, completou o dirigente, que também destacou o nível técnico dos competidores. “As equipes são muito organizadas”.
A alta temporada foi determinante no rendimento dos atletas, interferindo logicamente nos resultados. A largada do ciclismo ocorreu às 7h, com os competidores percorrendo o trecho entre a Praça da Liberdade e o trevo que demanda a Bodoquena (MS-178), onde foi dada a largada. Depois do esforço, o sorriso e a alegria dos atletas após conhecerem sua classificação criaram um clima de muita animação ao final do evento, com a entrega da premiação.
Classificação geral
Na categoria MTB nos 121 quilômetros, em disputa acirrada, os dois primeiros colocados na classificação geral foram: Ailton Stropa Garcia Junior (Dourados), com o tempo de 4h25m13s, e Wanderlei Recaldi da Silva (Bonito), em 4h25m14s. No feminino, a campeã dos 50 quilômetros foi Otavia Gonçalves da Cunha (Campo Grande), com o tempo de 1h42m36s, e no masculino, Esmael Ramos Lopes (Navirai), em 1h30m04s.
Na categoria Speed, Ingrid Pereira da Silva (Campo Grande) venceu os 121 quilômetros no feminino, em 3h22m12s, enquanto no masculino o campeão geral foi Leonardo Tavares Pereira (Campo Grande), em 3h14m41s. Nos 50 quilômetros, esta foi a classificação: Talita Martins (Campo Grande), com o tempo de 1h3206s, foi a campeã no feminino; no masculino, venceu Lucas Francisco Garcia (Rio Brilhante), em 1h21s
A PPP do saneamento, Ambiental MS Pantanal, patrocina o evento. O Governo do Estado, Fundesporte, Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio (Sectur), prefeitura de Bonito, e Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) são os apoiadores.
Postado por paintbox em 01/dez/2021 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o grupo Aegea – abriu vaga para técnico em Segurança do Trabalho em Três Lagoas (MS).
Entre os requisitos para a candidatura, exige-se curso técnico em Segurança do Trabalho, além de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria “B” e disponibilidade para viagens no estado.
A MS Pantanal assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto nos 68 municípios em que a Sanesul atua, em todas as regiões do Mato Grosso do Sul, com a meta de garantir esgotamento sanitário à 98% da população até o final de 2031. Desde então, equipes e veículos da PPP podem ser vistos em Três Lagoas e demais cidades.
Entre as principais atividades exercidas pelo técnico estão a análise e investigação de acidentes de trabalho, princípios de incêndio e suas consequências, visitas aos respectivos locais e verificação da utilização correta dos equipamentos de segurança, com o objetivo de prever futuros acidentes.
O técnico também deve realizar levantamentos sobre o grau de iluminação, ruídos, concentração de gases e risco de explosão, de acordo com as atividades exercidas. Além disso, deve-se elaborar cursos e palestras sobre segurança e participar de comissões internas sobre a prevenção de acidentes.
A MS Pantanal oferece benefícios como assistência médica, odontológica, vale alimentação, gympass e acesso a sua plataforma educacional. Os interessados devem enviar currículo e manifestar interesse pela vaga através do e-mail [email protected].
Postado por paintbox em 15/out/2021 -
A Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – iniciou, nesta semana, obras de extensão da rede de esgoto de Dourados, e vai ligar mais 190 moradias no sistema de esgotamento sanitário da cidade.
A rede será estendida em cerca de 1.600 metros e deve beneficiar aproximadamente 570 futuros moradores do Loteamento Social Cidadania – um projeto da Agência de Habitação Popular (Agehab), do governo do estado. Os lotes estão dispostos entre os bairros Dioclésio Artuzi, Ibirapuera e Harrisom de Figueiredo.
A PPP assumiu a operação plena dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em maio, nos 68 municípios onde a Sanesul está presente. Desde então, equipes e veículos da PPP são vistos em todas regiões de MS.
Desde que começou a operar em Dourados, a MS Pantanal já conectou 228 moradias e realizou 1.350 serviços de desobstrução da rede de esgoto, para que o efluente possa fluir com mais segurança pela rede, minimizando o risco de extravasamento.
Ao lado da Sanesul, a MS Pantanal tem a meta de universalizar o saneamento básico no estado até o final de 2031, o que significa que mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso à rede de esgoto, totalizando uma cobertura de 98% da população.
Ao atingir a meta, o estado se posicionará como o primeiro do país a universalizar o saneamento básico. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 13/out/2021 -
Em comemoração ao Dia das Crianças, o coletivo Mil Pelo Planeta, em parceria com a Chácara Maktub, realizou o plantio de mudas com a criançada, nesta terça-feira (12), em Campo Grande. Foram disponibilizadas cem mudas de várias espécies plantadas pelos pequenos, que ainda fizeram um tour educativo no local, aprendendo sobre as sementes e o modelo agroflorestal de plantação.
A proposta foi celebrar a data de forma diferente, inspirando as crianças a se conectarem com a natureza e se conscientizarem sobre a importância do reflorestamento para a preservação do meio ambiente. Cada um recebeu uma muda de árvore frutífera, uma plaquinha com o nome de quem plantou e um certificado no final do passeio.
As mudas foram doadas pela Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, com a missão de universalizar o saneamento básico no Mato Grosso do Sul dentro da próxima década, posicionando o estado como o primeiro a atingir tal marco. Foram doadas mudas de espécies como caju amarelo, pitomba, jenipapo, açaí, pitanga, imbirussu, bacupari, entre outras.
Idealizador do coletivo Mil Pelo Planeta, o publicitário Neo Ávila explicou que o modelo de plantio escolhido foi o de “muvuca da natureza”, em que cada muda é plantada com várias sementes que protegem as árvores contra pragas e intempéries.
“As árvores plantadas no sistema agroflorestal foram as únicas que sobreviveram à geada neste inverno”, disse Ávila, acrescentando que é a primeira vez que o coletivo realiza um plantio com crianças. Ele afirmou ainda que o desenvolvimento das mudas será acompanhado pelo coletivo e a chácara deve servir como uma biblioteca das espécies nativas.
Postado por paintbox em 05/out/2021 -
Em uma roda de debate realizada na manhã desta terça-feira (5), em Campo Grande, o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, afirmou que, com a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, o estado deve atingir a universalização do saneamento básico dentro da próxima década.
“A meta é que em 2030 tenhamos 98% de universalização no MS naqueles municípios que são geridos pela nossa empresa de saneamento”, disse o secretário, em debate que contou com a participação do Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), Alexandre Magno, e da juíza de Direito do Tribunal de Justiça (TJMS), Joseliza Turine.
De acordo com dados do instituto de pesquisa Trata Brasil, 35 milhões de brasileiros não têm acesso à agua potável e cerca de 100 milhões não têm acesso à rede de esgoto, o que contribui para índices relativamente altos de doenças de veiculação hídrica entre à população que vive à margem dos serviços de saneamento.
A universalização do esgoto estabelecida pelo marco legal tem o intuito de reduzir a mortalidade infantil e melhoras os índices de educação, emprego e turismo
No encontro, Verruck pontuou que um dos fatores determinantes para que o MS se antecipasse ao Marco Legal sancionado no ano passado foi o da eficiência da iniciativa privada. “A grande questão é de como o setor privado tem capacidade de ser mais eficiente”, disse. “Então, o estabelecimento de metas de eficiência é fundamental para que você não tenha impacto na tarifa”.
O plano de PPP de MS, que deu origem à empresa Ambiental MS Pantanal, é uma referência em todo o país. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços de afastamento, coleta e tratamento de esgoto ao final da década. Assim, o estado será o primeiro do país a universalizar o saneamento, e, para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.
A MS Pantanal assumiu, em maio, a operação plena dos serviços de esgoto em 68 municípios que a Sanesul já atua, após um período de 3 meses de mapeamento e cadastro digital dos ativos da estatal.
De acordo com dados do ranking do saneamento, existem 35 milhões de brasileiros sem acesso à água potável e 100 milhões sem acesso à rede de esgoto. A universalização do esgoto consiste em promover o acesso à água tratada, coleta e tratamento de esgoto à população sul-mato-grossense.
O evento foi realizado pelo Instituto “Não Aceito Corrupção”, uma associação civil fundada em 2015 pelo então Promotor de Justiça Roberto Livianu, que abriu a roda de debate.
Postado por paintbox em 28/set/2021 -
Ao se antecipar ao Marco Legal do Saneamento, o Mato Grosso do Sul tem avançado com as obrigações da lei e deve ser o primeiro estado do país a alcançar a universalização dos serviços de esgotamento sanitário, disse o secretário nacional de Saneamento, Pedro Ronald Maranhão, que cumpriu agenda em Campo Grande, nesta terça-feira (28).
Em coletiva de imprensa realizada na sede da Sanesul, o secretário explicou que a legislação sancionada no ano passado teve como um dos objetivos garantir segurança jurídica para que a iniciativa privada se interessasse em projetos de universalização, a fim de garantir mais investimentos para que toda a população tenha acesso aos serviços dentro dos próximos dez anos.
A meta do Governo Federal com o novo marco é alcançar a universalização até 2033, garantindo que pelo menos 90% da população tenha acesso ao tratamento e coleta de esgoto no país. No MS, no entanto, com a Parceria Público-Privada (PPP) do Saneamento, estima-se que esse objetivo deva ser alcançado ainda em 2031.
Também presente na coletiva, o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., explicou que o cenário no MS é muito diferente do restante do país, com o estado já caminhando para cumprir com as obrigações da nova lei.
“Mato Grosso do Sul avançou bastante no setor de saneamento e como o próprio secretário disse, podemos observar que saímos na frente”, disse o chefe da Sanesul. “Somos referência para o Brasil em termos de tomada de decisão, com mais de 55% de cobertura de esgoto”, acrescentou.
Em outubro do ano passado, o leilão da Sanesul para a criação de uma PPP que cumprisse a meta de universalização foi vencido pelo Grupo Aegea, dando origem à empresa Ambiental MS Pantanal, que já está presente em todos os 68 municípios em que a estatal já atua.
A companhia assumiu a operação plena dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em maio deste ano e, desde então, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos em todas as regiões do Estado. A expectativa é que, ao final de 2031, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses sejam incluídos na cobertura da rede de esgoto. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 21/set/2021 -
Em celebração ao Dia da Árvore, comemorado nesta terça-feira (21), um grupo de jovens do coletivo Mil pelo Planeta iniciou o plantio de mil mudas de espécies nativas nas proximidades do Rio Formosinho, em Bonito (MS), doadas pela Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação tem o intuito de alargar e dar apoio à mata ciliar que protege o leito do rio, que conta com grande potencial turístico. Estão sendo plantadas mudas de espécies como ipê roxo, rosa e amarelo; e frutíferas, como moringa, tamarindo, nêspera, baru, buriti e pitanga, no rancho Kanzeon, também parceiro da ação.
Neste ano, o grupo reuniu um time de especialistas com conhecimento agroflorestal. Além das mil mudas, estão sendo plantadas sementes crioulas que devem dar apoio ao crescimento das plantas e à integração delas com a vegetação existente.
Voluntária do coletivo, a produtora agrícola e “guardiã da floresta” Elida Aivi, natural de Bonito, conta que, para que as mudas cresçam saudáveis na região, é importante que sejam plantadas com apoio de sementes locais.
“Para colaborar com a ação eu trouxe uma mistura de sementes que eu mesmo cultivo em minha propriedade, que vão auxiliar as mudas novas a se adaptarem ao solo e crescerem saudáveis – essa mistura é conhecida ‘muvuca da natureza’”, conta.
Um exemplo de semente que auxilia o plantio é o gergelim. “Quando fazemos um plantio como este, é interessante usar o gergelim, porque ele atrai formigas que acabam comendo as sementes em vez de atacarem as mudas”, diz Elida. “Também trouxe sementes de baru, urucum, feijão-de-porco, mamona, araticum e crotalária, que corrige a acidez do solo de maneira natural e fornece cálcio e potássio para as plantas”, explica.
O coordenador da Ação, Neo Ávila, conta que “datas como o Dia da Árvore são marcantes para conscientizar a população sobre a importância de se engajar na recuperação de biomas como o cerrado, que vem sendo ameaçado pela ação predatória do homem… ainda mais em Bonito, onde o ecoturismo é tão importante para o desenvolvimento econômico sustentável da região”.
Para Neo, “ter apoio de empresas como a MS Pantanal é muito importante para que ações como esta possam, de fato, acontecer”. “Datas como o Dia da Árvore são marcantes para conscientizar a população sobre a importância de se engajar na recuperação de biomas como o cerrado, que vem sendo ameaçado pela ação predatória do homem… ainda mais em Bonito, onde o ecoturismo é tão importante para o desenvolvimento sustentável da região”, acrescenta.
Postado por paintbox em 15/set/2021 -
O Mato Grosso do Sul deve ganhar uma nova usina de energia solar em 2022, que será construída no município de Cassilândia, na divisa com Goiás, a cerca de 430 quilômetros de Campo Grande. O empreendimento é uma iniciativa da Ambiental MS Pantanal – empresa que surgiu da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – e vem em um momento em que a companhia se esforça para buscar meios de compensar o impacto ambiental resultante de suas atividades.
A unidade a ser instalada na zona rural de Cassilândia terá capacidade de produção de 292 MWh/mês. Isso equivale a energia média consumida por cerca de 1.800 residências. O contrato para a construção foi assinado em junho deste ano e as obras devem ser iniciadas em outubro. Estima-se que a usina comece a operar em fevereiro do próximo ano.
Com a meta de posicionar o Mato Grosso do Sul como o primeiro estado a universalizar o acesso ao saneamento básico, a MS Pantanal vem investindo em soluções ambientais que visam minimizar o impacto dessas atividades desde que assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto nos 68 municípios em que a Sanesul já atua.
Desde maio, com o início da chamada “operação plena”, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos em todas as regiões do estado.
De acordo com o diretor-presidente da MS Pantanal, Celso Paschoal, o investimento em recursos sustentáveis, como a usina de energia solar, faz parte dos pilares da empresa. “Através da PPP, podemos levar muito mais saúde à população do nosso Estado e nossa missão é fazer isso de maneira sustentável”, disse.
“A preservação do Meio Ambiente e a melhora da qualidade de vida dos sul-mato-grossenses são o resultado final do nosso trabalho. Utilizar recursos renováveis para que a nossa meta seja cumprida torna esse projeto muito mais especial”, completou.
Com o cumprimento da meta estabelecida pela PPP no estado, o MS deve garantir acesso a mais 1,7 milhão de pessoas aos serviços de saneamento até o final de 2031. Para isso, a MS Pantanal estima investir cerca de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 01/set/2021 -
A Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) do saneamento entre a Sanesul e o Grupo Aegea – assinaram, nessa terça-feira (31), um protocolo de intenções que visa a cooperação técnico-científica entre as partes, em Campo Grande.
Com o protocolo, as partes formalizam a intenção de colaborarem em projetos que venham a beneficiar a produção científica em âmbito estadual, no tocante a assuntos de saneamento básico, engenharia e meio ambiente, por exemplo.
Além do reitor da UFMS, Marcelo Turine, estiveram presentes a vice-reitora, Camila Itavo; o diretor da Agência de Desenvolvimento e Inovação (Aginova), Saulo Moreira; e professores, diretores e pesquisadores da Faculdade de Engenharia (Faeng). Também participaram o diretor regional de relações institucionais da Aegea, Paulo Antunes; o diretor presidente da AMSP, Celso Paschoal; e o diretor-executivo da empresa, Clayton Bezerra.
Na esteira do encontro, Turine afirmou que “é um orgulho muito grande para a UFMS assinar um protocolo de intenções junto a uma empresa que é referência em saneamento em todo o país e, em especial, no Mato Grosso do Sul”. “Tenho certeza que nascerão daqui muitos projetos inovadores para a sociedade sul-mato-grossense… projetos de impacto científico para melhorar a qualidade de vida da população”, ressaltou o reitor.
“Estarmos do lado da academia irá permitir troca de experiências e pesquisas que contribuirão de forma significativa para a implantação de melhorias no saneamento em nosso Estado”, disse Antunes. “Trata-se da união dos melhores esforços, conhecimentos e práticas sustentáveis que passarão a estar em sinergia”, explicou.
Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu, desde maio, a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Ao lado da Sanesul, a companhia controlada pelo Grupo Aegea tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Desde maio, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos por moradores de todas as regiões do Estado. Apenas nos primeiros três primeiros meses de operação, a MS Pantanal já ligou mais de 1,8 mil moradias à rede de esgoto. Além disso, foram realizados 5,5 mil serviços de desobstrução, para que o esgoto possa fluir com segurança.
Postado por paintbox em 23/ago/2021 -
Considerada uma referência para todo o país, dado seu pioneirismo, a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – que deu origem à empresa Ambiental MS Pantanal (AMSP) – completou, neste mês, cem dias de operação no Mato Grosso do Sul.
Desde maio, com o início da chamada “operação plena” da AMSP, cerca de 6,3 mil sul-mato-grossenses já foram conectados à rede coletora de esgoto. A companhia está presente nos 68 municípios onde a Sanesul já atua e suas equipes e veículos já são vistos trabalhando em todas as regiões do Estado.
De lá pra cá, os avanços foram notáveis. Apenas nos primeiros três primeiros meses de operação, a MS Pantanal já ligou cerca de 1,8 mil moradias à rede de esgoto. Além disso, foram realizados 5,5 mil serviços de desobstrução, para que o esgoto possa fluir com segurança.
Universalização. A PPP surgiu com a meta de acelerar os investimentos para que o estado atinja a universalização do saneamento básico dentro dos próximos dez anos. A assinatura do contrato entre a Sanesul se deu em 5 de fevereiro deste ano, na esteira da vitória da Aegea em um leilão promovido em outubro de 2020, logo após a sanção do Marco Legal do Saneamento.
O evento de assinatura do contrato contou a presença do governador do estado, Reinaldo Azambuja, do presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., e de outros executivos da Aegea Saneamento. À época, Azambuja disse que “o grande legado desta parceria é a possibilidade de abreviar o tempo, podendo entregar mais ao estado em um curto espaço de tempo”. “Quem olha o projeto de saneamento verá que é voltado à qualidade de vida”, afirmou.
Celso Paschoal, diretor-presidente da MS Pantanal, explica que uma das expectativas com a chegada da iniciativa privada na modelagem é a de continuar trazendo inovações e possibilidades para otimizar a execução dos serviços. “A MS Pantanal veio pra isso; impulsionar os investimentos, trazer melhorias, agilidade e eficiência nos processos, bem como minimizar possíveis transtornos na execução dos trabalhos”, disse.
Com o cumprimento da meta estabelecida pela PPP, mais 1,7 milhão de pessoas terão acesso ao saneamento básico ao final de 2031, posicionando o MS como o primeiro estado do país a atingir a universalização. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Novos Equipamentos. Entre as melhorias trazidas pela PPP, estão os caminhões customizados da MS Pantanal, que foram distribuídos em vários municípios do estado. O modelo foi desenhado com o objetivo de minimizar possíveis transtornos em serviços como manutenção, troca de tubulação e ligação na rede de esgoto.
Isso será possível porque esse tipo de caminhão reúne em um só veículo equipamentos como caçamba, retroescavadeira, baús para acondicionamento de ferramentas, guindaste e engate rápido para instrumentos hidráulicos.
Com o novo caminhão, o deslocamento de vários veículos para a realização de um só veículo não se faz mais necessário, resultando na redução de poluentes e possíveis transtornos no tráfego das cidades. Desde maio, a MS Pantanal já distribuiu 14 modelos da retro saneamento em cidades como Três Lagoas, Dourados, Ponta Porã, Nova Andradina, Naviraí, Aquidauana, Sidrolândia, Chapadão do Sul e Jardim.
Além disso, foram 24 mini hidro jatos, usados na desobstrução da rede de esgoto e 4 caminhões hidro jato, utilizados para o mesmo fim. Em Corumbá, a MS Pantanal disponibilizou uma retroescavadeira com rompedor, dadas as peculiaridades do solo da região, localizada no Maciço do Urucum. O solo da região é conhecido por seus depósitos de minérios que o tornam mais difícil de ser rompido.
Modernização. O sistema de monitoramento da rede coletora de esgoto também foi modernizado com a chegada da PPP, com a instalação de novas centrais digitais, que vieram substituir discadoras analógicas antigas e permitirão a coleta de dados operacionais mais detalhados nas estações elevatórias e de tratamento do esgoto (ETEs) do estado.
No novo sistema, o quadro de comando de cada unidade envia dados sobre o funcionamento dos equipamentos da planta para um sistema informatizado.
A iniciativa incorpora inteligência de dados e tecnologia à gestão, permitindo a coleta e cruzamento de informações importantes e úteis para o desenvolvimento de estratégias de atuação e investimento.
Na prática, isso significa que o funcionamento de 192 estações elevatórias de esgoto (EEEs) está sendo monitorado pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, em Campo Grande, em tempo real, 24 horas por dia, todos os dias.
A AMSP ainda instalou geradores de energia em estações elevatórias de esgoto (EEEs) de Três Lagoas, que darão apoio ao funcionamento em caso de queda de energia. A instalação desses equipamentos deve trazer mais segurança e eficiência às operações, uma vez que quedas prolongadas de energia podem resultar no extravasamento de esgoto.
Infra Inteligente. Antes de assumir as operações de afastamento, coleta e tratamento de esgoto, em maio, a AMSP conduziu o programa Infra Inteligente, da Aegea – maior empresa privado de saneamento do país -, num período de três meses para mapear todos os ativos repassados pela Sanesul.
No período, foram percorridas cerca de 68 estações de tratamento de esgoto (ETEs) e 200 EEEs. Para isso, a empresa lançou mão de equipamentos de última geração, como drones capazes de reproduzir modelos tridimensionais das plantas.
Reconhecido internacionalmente, o Infra Inteligente foi destaque no Fórum do Saneamento realizado na Bolsa de Valores de São Paulo, em julho. À época, o diretor-sênior de projetos da Aegea, Wagner Carvalho – um dos palestrantes do evento – explicou que o mapeamento inteligente da estrutura de esgotamento sanitário do MS possibilita monitorar a saúde dos ativos “como se fosse um exame médico”.
De acordo com o diretor, o Infra Inteligente viabiliza a gestão intensiva dessa estrutura. “Com isso, é possível traçar estratégias mais assertivas de investimento e manutenção do patrimônio”, disse.