Postado por maria.espindola em 15/set/2026 -
Município já conta com 27,9 quilômetros de rede coletora e 1.448 ligações domiciliares; obras incluem estação de tratamento, elevatória e emissário
Cerca de 4 mil moradores de Taquarussu estão mais próximos de contar com um novo sistema de esgotamento sanitário. O município, que partiu de uma realidade de 0% de cobertura, avança na implantação da infraestrutura necessária para coletar, transportar e tratar o esgoto produzido pela população.
As obras já resultaram na implantação de 27,9 quilômetros de rede coletora e na execução de 1.448 ligações domiciliares. A nova infraestrutura aproxima o sistema das residências e cria as condições necessárias para que o esgoto gerado nos imóveis seja coletado e encaminhado adequadamente para tratamento.
Mais do que ampliar uma rede existente, Taquarussu está estruturando um sistema de esgotamento sanitário praticamente do zero. O projeto reúne diferentes etapas e equipamentos que, quando concluídos e integrados, permitirão ao município avançar para uma nova condição de atendimento.
Entre as principais estruturas está a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), projetada para tratar até 10 litros por segundo. A unidade já alcançou 79% de execução e será responsável por receber e tratar o esgoto coletado antes da devolução do efluente tratado ao meio ambiente.

O município também já conta com uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) concluída. A estrutura será responsável por bombear o esgoto em trechos onde as condições do relevo não permitem que o deslocamento ocorra somente pela ação da gravidade, garantindo a continuidade do fluxo até as etapas seguintes do sistema.
Outro componente em implantação é o emissário, responsável pela condução do esgoto entre diferentes estruturas. Ao todo, estão previstos 2,8 quilômetros, com aproximadamente 20% das obras já executadas.
Para que o sistema de esgotamento sanitário funcione adequadamente, diferentes estruturas atuam de forma integrada: as redes coletoras recebem o esgoto produzido nos imóveis, as estações elevatórias auxiliam no transporte em trechos onde é necessário vencer diferenças de relevo, os emissários fazem a condução entre os pontos do sistema e a estação de tratamento realiza os processos necessários antes da devolução do efluente tratado ao meio ambiente.
Uma transformação que chega até as casas
Embora grande parte da infraestrutura de esgotamento sanitário permaneça debaixo das ruas e pouco visível no cotidiano, os benefícios chegam diretamente às casas e à vida da população.
As 1.448 ligações domiciliares já executadas representam justamente essa aproximação entre a infraestrutura implantada nas ruas e os imóveis que poderão ser atendidos pelo novo sistema.
“Quando um município que não contava com cobertura de esgotamento sanitário passa a receber redes coletoras, ligações domiciliares, estação elevatória e uma nova estação de tratamento, estamos diante de uma transformação estrutural. É uma infraestrutura que amplia as condições de saúde e qualidade de vida da população e, ao mesmo tempo, contribui para a proteção do meio ambiente”, destaca o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra.
Postado por maria.espindola em 02/set/2026 -
Chapadão do Sul e Selvíria seguem recebendo obras para acompanhar o crescimento urbano e fortalecer a infraestrutura de saneamento
Alcançar altos índices de cobertura de esgotamento sanitário não significa encerrar os investimentos. À medida que as cidades crescem, novos bairros e loteamentos surgem e a infraestrutura precisa avançar junto para garantir que o serviço continue chegando à população.
Em Chapadão do Sul e Selvíria, novas obras de expansão da rede coletora de esgoto mostram como esse processo ocorre na prática. Os investimentos buscam ampliar a infraestrutura existente, acompanhar a expansão urbana e preparar os sistemas para novas demandas.
Até a primeira quinzena de agosto, Selvíria contabilizava mais de 46,4 quilômetros de rede coletora de esgoto implantados e 1.622 ligações domiciliares executadas. Em Chapadão do Sul, as obras já somavam mais de 13,5 quilômetros de novas redes e 650 ligações.
O movimento ocorre em um cenário de avanço do saneamento no interior de Mato Grosso do Sul. Atualmente, 33 dos 68 municípios atendidos pela Ambiental MS Pantanal apresentam cobertura de esgotamento sanitário superior a 90%.
Mesmo entre os municípios que já ultrapassaram essa marca, os investimentos continuam. Bataguassu, Ivinhema e Nova Andradina, por exemplo, também recebem intervenções para ampliar a infraestrutura e acompanhar o desenvolvimento urbano.
Segundo o diretor executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, alcançar elevados índices de cobertura representa uma etapa importante, mas não encerra o processo de expansão e melhoria dos sistemas.
“Chegar à universalização é uma conquista importante, mas o trabalho continua. As cidades crescem, novos bairros surgem e a infraestrutura precisa acompanhar esse desenvolvimento. Nosso compromisso é manter os sistemas preparados para atender as demandas atuais e futuras da população”, afirma.
Infraestrutura que acompanha as cidades
A continuidade das obras evidencia um dos desafios da universalização do saneamento: manter a infraestrutura em expansão mesmo depois de alcançados elevados índices de atendimento.
O crescimento populacional, a implantação de novos empreendimentos e a ocupação de novas áreas urbanas geram demandas permanentes por redes coletoras, ligações domiciliares e demais estruturas necessárias para transportar e tratar adequadamente o esgoto.
Por isso, a universalização não deve ser entendida apenas como o alcance de um percentual de cobertura, mas como um processo contínuo de expansão, manutenção e melhoria dos sistemas de saneamento.
Em Mato Grosso do Sul, esse movimento integra o avanço da infraestrutura de esgotamento sanitário no interior do Estado, com novas redes, ligações domiciliares e estruturas operacionais implantadas para acompanhar o desenvolvimento dos municípios.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por maria.espindola em 24/ago/2026 -
Município já conta com 64,7 quilômetros de rede implantada e 4.885 ligações executadas; expansão deve beneficiar cerca de 13,6 mil moradores
Uma transformação que acontece, em grande parte, debaixo das ruas começa a mudar a realidade do saneamento em Sonora, no norte de Mato Grosso do Sul. O município, que ainda não conta com cobertura de esgotamento sanitário, avança na implantação da infraestrutura necessária para coletar, transportar e tratar adequadamente o esgoto produzido pela população.
Ao todo, já foram implantados 64,7 quilômetros de rede coletora e executadas 4.885 ligações domiciliares, estrutura dimensionada para beneficiar cerca de 13,6 mil moradores. Com a conclusão das redes e ligações previstas, a entrega da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Sanesul e a implantação da primeira Estação Elevatória de Esgoto (EEE), a cobertura de esgotamento sanitário do município deverá passar de 0% para 98%.
A Estação Elevatória de Esgoto (EEE) será responsável por bombear o esgoto coletado até as próximas etapas do sistema, superando diferenças de relevo e garantindo que os efluentes cheguem adequadamente ao tratamento.

Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, o avanço das obras representa uma mudança estrutural para Sonora.
“Levar o esgotamento sanitário para um município que ainda não conta com cobertura do serviço significa construir uma nova infraestrutura de saúde pública. É um investimento que ficará, em grande parte, debaixo da terra, mas cujos benefícios poderão ser percebidos por toda a cidade, na qualidade de vida das famílias, no ambiente urbano e na proteção dos recursos naturais”, destaca.
Da obra à casa: morador também faz parte do sistema
Com o avanço da implantação da infraestrutura, outra etapa passa a ser fundamental para transformar as obras realizadas em benefícios efetivos para a população: a conexão correta dos imóveis à rede de esgotamento sanitário.
É por meio dessa ligação que o esgoto gerado em banheiros, cozinhas e áreas de serviço passa a ser direcionado para a rede coletora, seguindo pelo sistema até chegar ao tratamento adequado.
O funcionamento correto da estrutura também depende da separação entre a rede de esgoto e a drenagem das águas da chuva. O lançamento de águas pluviais na rede coletora de esgoto é irregular e pode provocar sobrecarga das tubulações e das unidades operacionais, aumentando o risco de extravasamentos, especialmente durante períodos de chuvas intensas.
Por isso, além da expansão da infraestrutura, a Ambiental MS Pantanal reforça a importância da participação dos moradores na conexão e no uso adequado da rede.
A combinação entre obras, ligação dos imóveis e utilização correta do sistema é o que permite transformar quilômetros de tubulações instaladas sob as ruas em benefícios concretos para a cidade, contribuindo para a saúde pública, a qualidade de vida da população e a proteção do meio ambiente.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por maria.espindola em 12/ago/2026 -
Município amplia grupo de cidades com mais de 90% de cobertura de esgotamento sanitário atendidas pela Ambiental MS Pantanal
Aral Moreira passou a integrar o grupo de municípios universalizados em esgotamento sanitário atendidos pela Ambiental MS Pantanal. Na primeira semana de agosto, a cobertura do serviço ultrapassou 98%, após registrar 79% em junho.
Com o avanço, chega a 33 o número de municípios atendidos pela companhia que já superaram 90% de cobertura de esgoto, percentual de referência para a universalização do serviço.
O resultado também amplia o número de cidades universalizadas na região de fronteira. Além de Aral Moreira, Amambai, Antônio João, Laguna Carapã, Paranhos, Ponta Porã e Tacuru já integram o grupo de municípios com mais de 90% de cobertura.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a ampliação do acesso ao esgotamento sanitário contribui diretamente para a qualidade de vida da população e cria condições para o desenvolvimento dos municípios.
“Aral Moreira possui uma atividade agropecuária relevante para Mato Grosso do Sul. A ampliação da cobertura de esgoto acompanha esse desenvolvimento, com impactos positivos para a saúde pública, o meio ambiente e a qualidade de vida da população”, destaca.
Avanços na região
Outro município da região que segue ampliando sua infraestrutura de saneamento é Sete Quedas, atualmente com cerca de 68% de cobertura de esgotamento sanitário.
Recentemente, foram concluídas três novas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs) no município. As estruturas ampliam a capacidade operacional do sistema e dão suporte à expansão da rede coletora.
“As novas estações elevatórias fortalecem a infraestrutura existente e criam condições para a continuidade das obras de expansão do sistema de esgotamento sanitário no município”, afirma Clayton.
Desde o início da operação, a Ambiental MS Pantanal alcançou a universalização em 33 dos 68 municípios atendidos. São eles: Alcinópolis, Amambai, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Chapadão do Sul, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Figueirão, Inocência, Ivinhema, Japorã, Jateí, Juti, Laguna Carapã, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria, Tacuru e Três Lagoas.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal atua nos serviços de esgotamento sanitário em 68 municípios do interior de Mato Grosso do Sul. A companhia integra a Aegea, grupo que também atua no Estado por meio da Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto em Campo Grande.
Postado por maria.espindola em 05/ago/2026 -
Obras ampliam a capacidade dos sistemas e preparam os municípios para novas redes e ligações domiciliares
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na implantação de obras estruturantes que fortalecem os sistemas de esgotamento sanitário de Sete Quedas e Sidrolândia. Entre as intervenções estão as Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), estruturas fundamentais para transportar o esgoto coletado até as etapas seguintes do sistema.
As estações elevatórias são utilizadas em locais onde as características do relevo ou as distâncias percorridas impedem que o esgoto seja conduzido exclusivamente pela força da gravidade. Nessas situações, as unidades bombeiam os efluentes de pontos mais baixos para cotas mais elevadas, permitindo que o fluxo prossiga por coletores, interceptores ou emissários até as Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs).
Além de garantirem eficiência e continuidade operacional, essas estruturas desempenham papel estratégico na expansão da cobertura de esgotamento sanitário, pois oferecem suporte à implantação de novas redes coletoras e ligações domiciliares.
Em Sete Quedas, foram concluídas e entregues três novas Estações Elevatórias de Esgoto. As unidades ampliam a capacidade operacional do sistema e criam condições para a continuidade das obras de expansão do esgotamento sanitário no município.
Sidrolândia também registra avanços na implantação das estruturas previstas. Das duas novas estações elevatórias, uma foi concluída ao final do primeiro semestre de 2026, enquanto a segunda atingiu 95% de execução física e tem entrega prevista até o fim do ano.
Com a conclusão das obras, o município contará com uma infraestrutura mais eficiente para transportar o esgoto coletado e dar suporte às futuras ampliações das redes coletoras e das ligações domiciliares.
“Essas estruturas são fundamentais para transportar o esgoto coletado até as etapas seguintes do sistema, garantindo mais eficiência e segurança operacional”, destaca o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra.
Segundo o diretor, os investimentos representam uma etapa importante para a ampliação gradual e sustentável dos serviços nos dois municípios.
“Com unidades já concluídas e outras em fase avançada de execução, Sete Quedas e Sidrolândia ampliam a infraestrutura necessária para avançar no acesso da população aos serviços de esgotamento sanitário”, reforça.
A implantação das novas elevatórias prepara os municípios para futuras obras de expansão das redes coletoras e para a disponibilização de novas ligações domiciliares, contribuindo para a ampliação progressiva do acesso ao saneamento.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, líder do setor privado de saneamento básico no Brasil. O grupo está presente em 892 municípios de 15 estados brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, a concessionária opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de uma Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 30/jul/2026 -
Naviraí superou as metas mensais de redes e ligações, enquanto Eldorado avançou em obras de expansão e estruturas essenciais ao sistema
Naviraí e Eldorado encerraram o primeiro semestre de 2026 com avanços importantes nas obras de expansão do esgotamento sanitário.
Somente em junho, Naviraí implantou oito quilômetros de redes coletoras de esgoto e executou 585 ligações domiciliares, número que deve beneficiar cerca de 1.755 moradores. No acumulado, a cidade somou 21 quilômetros de redes implantadas e mais de 1,8 mil ligações domiciliares até o final de julho.
Em Eldorado, as obras seguem em diferentes frentes. Com os serviços concluídos até julho, o município já soma mais de 28 quilômetros de redes coletoras implantadas e mais de 1,2 mil ligações domiciliares executadas.
Além da expansão da rede, também avançam as obras estruturantes, com a implantação de estações elevatórias de esgoto, emissário e tubulações, estruturas essenciais para transportar o esgoto coletado e garantir a operação integrada do sistema no município.
As estações elevatórias são utilizadas para bombear o esgoto em pontos nos quais o transporte por gravidade não é suficiente. Já o emissário conduz o material coletado até as demais unidades do sistema, incluindo as estruturas responsáveis pelo tratamento
Atualmente, Naviraí possui 68% de cobertura de esgotamento sanitário e Eldorado, 36%. Com o avanço das obras, os dois municípios ampliam a infraestrutura disponível e avançam em direção às metas de universalização.
As intervenções fazem parte do plano de investimentos da Ambiental MS Pantanal para 2026. A concessionária atua nos serviços de coleta, transporte e tratamento de esgoto em 68 municípios do interior de Mato Grosso do Sul e prevê alcançar as metas contratuais de universalização até 2031.
O prazo estabelecido no contrato antecede em dois anos a meta nacional de 2033 prevista pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico.
“Os avanços em Naviraí e Eldorado mostram que estamos ampliando a infraestrutura e preparando os sistemas para atender mais pessoas. Cada rede, ligação e estrutura implantada representa mais saúde, qualidade de vida e proteção ambiental para a população”, destaca Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 28/jul/2026 -
Municípios recebem novas redes coletoras, ligações domiciliares e estruturas essenciais para ampliar a cobertura e garantir a operação dos sistemas
As obras que ampliam o esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul avançam em Caarapó e Água Clara, com diferentes frentes de trabalho conduzidas pela Ambiental MS Pantanal. Os investimentos incluem a implantação de redes coletoras, novas ligações domiciliares e estruturas necessárias ao transporte e ao tratamento do esgoto.
Em Caarapó, já foram implantados mais de 41 quilômetros de rede coletora e executadas cerca de 2,4 mil novas ligações domiciliares. O município também recebeu, na primeira quinzena de junho, sua primeira Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), uma das principais estruturas previstas para a ampliação do sistema local.
Em Água Clara, as obras avançam em diferentes frentes. Até o fim de junho, foram executados mais de 10 quilômetros de rede coletora e 604 novas ligações domiciliares, ampliando gradualmente a infraestrutura de saneamento do município.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, os investimentos buscam garantir não apenas a expansão da cobertura, mas também a estruturação de sistemas capazes de operar com eficiência e segurança.
“Estamos ampliando as redes e as ligações domiciliares, ao mesmo tempo em que implantamos as estruturas necessárias para assegurar o funcionamento adequado dos sistemas. Esse trabalho integrado é fundamental para levar o serviço a mais pessoas e avançar de forma consistente rumo à universalização”, destaca.

Na primeira quinzena de junho, a Ambiental MS Pantanal inaugurou, em Caarapó, a primeira Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do município.
Além das obras já executadas, Caarapó e Água Clara receberão duas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs) cada. Essas unidades são responsáveis por bombear o esgoto em pontos onde o transporte por gravidade não é suficiente, permitindo seu encaminhamento até a estação de tratamento.
Segundo Clayton Bezerra, os dois municípios apresentam contextos distintos, mas compartilham o mesmo objetivo de ampliar o acesso da população ao esgotamento sanitário.
“Água Clara partiu de uma realidade de 0% de cobertura e está estruturando seu sistema para alcançar a universalização. Caarapó já possui 69% de cobertura e, com as novas entregas, amplia sua capacidade operacional para universalizar o serviço ainda em 2026”, afirma.
Postado por maria.espindola em 10/jun/2026 -
Obras em Maracaju, Vicentina e Rio Brilhante reforçam a infraestrutura de esgotamento sanitário e contribuem para a universalização do serviço
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul avançam, em 2026, com obras de ampliação do esgotamento sanitário em Maracaju, Vicentina e Rio Brilhante, na porção centro-sul de Mato Grosso do Sul. Estratégicos para a economia estadual e inseridos em áreas de influência de importantes bacias hidrográficas ligadas ao rio Paraná, os municípios recebem investimentos para ampliar o acesso à rede de esgoto, fortalecer a infraestrutura urbana e contribuir para a proteção ambiental e a saúde pública.
As obras contemplam diferentes etapas de expansão e consolidação do sistema de esgotamento sanitário nos três municípios. Em Maracaju, que possui 75,87% de cobertura, o plano prevê mais de 56 quilômetros de rede coletora e 5.675 novas ligações domiciliares, beneficiando cerca de 15,3 mil pessoas. Somente em 2026, já foram executados 8,6 quilômetros de rede, 607 ligações domiciliares, uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) e 214 metros de linha de recalque, estrutura responsável por conduzir o esgoto bombeado até o ponto adequado do sistema.
Já em Vicentina, que possui 49,13% de cobertura, as intervenções incluem a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade de 10 litros por segundo, e de mais de 5,3 quilômetros de emissário, responsável por conduzir o efluente tratado até o corpo receptor. Somadas à ampliação da rede e à entrega da estação elevatória prevista pela Sanesul, as obras devem criar as condições para que o município alcance a universalização do esgotamento sanitário ainda em 2026.
No município de Rio Brilhante, a universalização deve avançar com a ativação de mais de 5,4 mil ligações domiciliares e de aproximadamente 46 quilômetros de rede coletora já implantados. O planejamento também prevê a ativação de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), etapa fundamental para garantir a plena operação do sistema e ampliar o atendimento à população.

Para Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras previstas para 2026 ampliam a infraestrutura essencial para garantir que o esgoto percorra o caminho adequado, da coleta nos imóveis ao tratamento final.
“Cada quilometro de rede implantado e cada nova ligação domiciliar representam mais saúde, qualidade de vida e desenvolvimento para a população. Essas estruturas permitem que o esgoto seja coletado nos imóveis, conduzido pela rede, bombeado pelas estações elevatórias quando necessário e direcionado com segurança até o tratamento. É uma infraestrutura que muitas vezes fica sob o solo, mas que transforma a rotina das cidades, protege os recursos hídricos e deixa um legado permanente para Mato Grosso do Sul”, afirma.
Com a coleta e o tratamento adequados, diminuem os riscos de contaminação do solo e dos corpos d’água, são reduzidos os impactos ambientais e melhoram as condições sanitárias dos bairros. Na prática, os investimentos contribuem para mais saúde pública, dignidade, valorização urbana e proteção dos recursos naturais.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 22/maio/2026 -
Atuação integrada na capital e em 68 municípios acelera cobertura e posiciona o estado entre os que mais avançam no setor
Os investimentos em saneamento na capital e no interior de Mato Grosso do Sul vêm ampliando a cobertura dos serviços, fortalecendo a infraestrutura urbana e gerando impactos diretos na qualidade de vida da população. Em Campo Grande e em 68 municípios do estado, os avanços combinam obras estruturantes, expansão das redes e melhoria da capacidade operacional.
Essa transformação já é notada pela população. Moradora do Jardim Seminário, em Campo Grande, Neuza dos Santos relembra uma realidade que hoje faz parte do passado, mas que marcou sua história. “Era um poço só para toda a família. A gente chegava cansada e ainda precisava puxar água no balde, era muito sacrificante”, conta.
“Com a água tratada virou outra vida. A água sai boa direto da torneira, não precisa mais ficar com medo de doença, minha vida mudou”, celebra.
No interior do estado, os impactos do saneamento também são celebrados. O prefeito de Itaquiraí, Thalles Tomazelli, destacou os benefícios. “As obras representam um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de melhorias que serão percebidas no cotidiano da população e que reafirmam o compromisso com o desenvolvimento da cidade”, afirma.
Os relatos refletem uma transformação que já faz parte da rotina de milhares de famílias em Mato Grosso do Sul. Com a ampliação do saneamento, moradores passam a ter mais saúde, bem-estar e dignidade, enquanto os municípios ganham em desenvolvimento, infraestrutura e qualidade de vida. Um avanço que impacta diretamente o presente e ajuda a construir cidades mais preparadas para o futuro.

Capital consolidada
Em Campo Grande, os avanços são resultado de mais de duas décadas de investimentos contínuos. Desde o início da concessão, a Águas Guariroba já investiu mais de R$ 2 bilhões na capital, sendo aproximadamente R$ 1,16 bilhão em abastecimento de água, R$ 1,01 bilhão em esgotamento sanitário e outros R$ 160 milhões em frentes operacionais.
Esse volume de investimentos sustenta a universalização do abastecimento e a expansão da rede de esgoto ao longo dos anos.
A capital conta com duas Estações de Tratamento de Água (ETAs), Guariroba e Lageado, além de um sistema composto por mais de 150 poços e 107 reservatórios. No esgotamento sanitário, são duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em operação. Atualmente, o sistema trata 92,6 milhões de litros de esgoto por dia.
Em um cenário de constante desenvolvimento da cidade, uma das principais obras estruturantes em andamento vai ampliar de forma significativa essa capacidade.
A nova ETE Botas, em fase de operacionalização, está localizada na região norte da Capital e terá capacidade para tratar mais de 600 milhões de litros de esgoto por ano, beneficiando diretamente milhares de moradores e consolidando a universalização do serviço, além de contribuir para a melhoria da qualidade ambiental e da saúde pública.
A infraestrutura também se destaca pela larga escala, com mais de 3,2 mil quilômetros de rede de esgoto e mais de 4 mil quilômetros de rede de água.
Dados mais recentes do Instituto Trata Brasil reforçam o cenário de desenvolvimento: Campo Grande foi a segunda capital que mais investiu em saneamento no Brasil, com o valor de R$ 217,39 por habitante ao ano, índice acima da média nacional e que evidencia o ritmo consistente de expansão da infraestrutura na cidade.
“O valor investido chegou a R$ 287,78 por habitante em 2024, representando um aumento de quase 84% nos investimentos por habitante desde 2020, o que evidencia o reforço nos investimentos destinados à ampliação e modernização da infraestrutura de saneamento”, destaca Francis Faustino, diretora-executiva da concessionária.
Interior ganha escala com chegada da PPP
No interior, a expansão do saneamento ganhou escala com a Parceria Público-Privada (PPP) firmada entre a Ambiental MS Pantanal e a Sanesul.
Os resultados da expansão não se limitam à infraestrutura. Eles também alcançam a saúde pública, o mercado imobiliário e a capacidade de desenvolvimento das cidades.
Entre 2021 e 2025, foram investidos R$ 525 milhões na implantação de redes coletoras de esgoto. Para o período de 2026 a 2028, estão previstos mais R$ 593 milhões em obras de ampliação e infraestrutura do sistema, incluindo estações de tratamento, elevatórias e ampliação das redes.
O impacto já é visível: a cobertura de esgoto no estado saltou de cerca de 46% para mais de 75% nos últimos anos, por meio da implantação de mais de 553 quilômetros de redes coletoras.
A operação atende 68 municípios e conta com uma estrutura composta por 71 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 229 Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), além de uma capacidade de tratamento de aproximadamente 190 mil metros cúbicos por dia.
Além da expansão da rede, o avanço inclui obras estruturantes em diversos municípios, entre elas a implantação de novas Estações Elevatórias e tubulações que transportam o esgoto por bombeamento. Para 2026, além de novas EEEs, novas Estações de Tratamento integram o cronograma de infraestrutura da concessionária, que prevê a ampliação da cobertura de esgoto para 94% em todo o estado antes de 2028.
Impactos que vão além da infraestrutura
O avanço do saneamento tem impacto direto no desenvolvimento regional.
Mais do que ampliar redes e estações, o avanço do saneamento produz efeitos concretos sobre saúde pública, valorização imobiliária e dinâmica econômica local.
Um estudo aprofundado do Instituto Trata Brasil, que analisou a incidência de doenças relacionadas ao saneamento no país entre 2008 e 2024, apontou que a universalização do acesso pode reduzir em mais de 86 mil o número de internações anuais, gerando economia significativa em gastos públicos com saúde.
Outro estudo da mesma instituição, baseado em dados do último censo do IBGE, indicou que imóveis com acesso ao saneamento básico têm aluguéis quase 30% mais altos no país, evidenciando o impacto direto da infraestrutura no valor dos imóveis e na renda gerada pelo setor imobiliário.
Nesse contexto de crescimento econômico, a ampliação da infraestrutura de saneamento reforça as condições estruturais para o desenvolvimento urbano e regional.
Investimento que leva saúde para Mato Grosso do Sul
O avanço do saneamento ganha impulso no estado por meio da atuação da Aegea, maior empresa privada de saneamento do Brasil que está presente em mais de 890 municípios do país, com operações na capital, por meio da Águas Guariroba, e no interior, com a Ambiental MS Pantanal.
Esse modelo integrado tem sido fundamental para acelerar a universalização do saneamento no estado, ampliando o acesso aos serviços e fortalecendo a infraestrutura urbana nas diferentes regiões.
“Cada investimento em saneamento se traduz em qualidade de vida, desenvolvimento e oportunidades para a população. É uma transformação que começa na infraestrutura e chega diretamente às pessoas”, afirma o presidente da Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim.
A companhia atua para ampliar o acesso ao saneamento básico e promover saúde pública, qualidade de vida e o desenvolvimento das regiões e dos cidadãos brasileiros, levando dignidade por meio do abastecimento de água e da coleta e tratamento de esgoto.
Postado por [email protected] em 02/abr/2026 -
Pela primeira vez, município avança na implantação de uma estrutura completa de esgotamento sanitário
Itaquiraí vive, em 2026, um momento histórico para o saneamento básico. Desde janeiro, o município recebe um conjunto de obras que vai implantar uma nova estrutura de coleta, transporte e tratamento de esgoto, abrindo caminho para mais saúde, qualidade de vida e preservação ambiental.
Entre as principais frentes em execução estão a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para tratar 20 litros por segundo, a implantação de cerca de 2,4 quilômetros de rede coletora, 351 novas ligações domiciliares, com potencial para beneficiar 1.053 pessoas, além de duas Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e cerca de 7,7 quilômetros de emissário, estrutura essencial para transportar o esgoto dentro do sistema até as etapas de tratamento e destinação adequada.

Segundo Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras em Itaquiraí representam um avanço necessário e aguardado há muitos anos. A implantação de um sistema completo de esgotamento sanitário em um município que até então não contava com essa infraestrutura marca o início de uma mudança profunda, com efeitos duradouros para a população e para o meio ambiente.
“Itaquiraí está começando uma nova fase. Com início em janeiro e previsão de conclusão em agosto, essas intervenções representam os primeiros passos de uma transformação concreta na rotina da cidade. Sair de 0% de cobertura de esgoto e receber uma estrutura como essa significa levar mais dignidade, saúde e cuidado ambiental para a população. É uma transformação que começa agora, mas que vai gerar impactos positivos por muitos anos”, afirma.
Para o prefeito do município, Thalles Tomazelli, “a implantação da Estação de Tratamento de Esgoto representa um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de uma melhoria que será percebida no cotidiano da população e que reafirma o compromisso com o desenvolvimento da cidade”.
Relevância ambiental e territorial
Com cerca de 19,4 mil habitantes, segundo o Censo 2022 do IBGE, Itaquiraí vive uma transformação que vai além da implantação de obras de engenharia. A chegada da estrutura de esgotamento sanitário representa um avanço concreto para a qualidade de vida da população, com impactos diretos no cotidiano, na saúde pública, nas condições urbanas e na preservação ambiental.
Quando o esgoto passa a ser coletado e tratado de forma adequada, o município reduz riscos de contaminação, melhora a infraestrutura urbana, contribui para a valorização dos bairros e fortalece a proteção dos recursos naturais. Em Itaquiraí, esse investimento ganha ainda mais importância por causa do contexto territorial e ambiental em que a cidade está inserida.
O município integra a bacia do rio Paraná e mantém relação direta com o rio Maracaí, afluente da margem direita do Paraná que banha a região. Além disso, Itaquiraí está situada em área associada ao domínio da Mata Atlântica, inclusive no contexto da APA das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, unidade de conservação federal de grande relevância ecológica.
Nesse cenário, as obras de saneamento assumem papel estratégico. A implantação da nova infraestrutura ajuda a evitar o lançamento inadequado de esgoto no solo e nos cursos d’água, reforça a proteção dos recursos hídricos e contribui para um modelo de desenvolvimento mais responsável, equilibrado e sustentável.
Liderança em Saneamento
As empresas de saneamento que atuam no Estado do Mato Grosso do Sul, Águas Guariroba e a PPP- Ambiental MS Pantanal, fazem parte do grupo Aegea Saneamento, que é líder no setor privado de saneamento básico no Brasil e atende mais de 39 milhões de pessoas. A companhia está presente em quase 900 cidades de 15 estados brasileiros, com atuação de norte a sul do país.
Opera nos estados do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo, trabalhando para que mais brasileiros tenham acesso a água e esgoto tratados, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da saúde pública nessas regiões.