Postado por maria.espindola em 07/out/2026 -
Obras em Itaquiraí, Taquarussu e Fátima do Sul entram na reta final e devem elevar a cobertura para 98%, alcançando cerca de 36 mil moradores
Itaquiraí, Taquarussu e Fátima do Sul estão mais próximas da universalização do esgotamento sanitário. Com a conclusão das obras prevista até o final de 2026, os três municípios deverão alcançar 98% de cobertura, ampliando o acesso à coleta e ao tratamento de esgoto para aproximadamente 36,1 mil moradores.
Na prática, esse avanço significa ampliar o acesso das famílias a um serviço essencial, com reflexos na saúde, na qualidade de vida e na proteção dos recursos hídricos. As intervenções também reforçam a capacidade dos sistemas para acompanhar a entrada de novas ligações e o crescimento dos municípios.
Com média de 92% de execução, as obras estão na reta final nos três municípios. Em Taquarussu, a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) alcançou 85% de execução e terá capacidade para tratar até 10 litros por segundo; em Itaquiraí, a primeira ETE do município chegou a 99% e está em fase de testes, com capacidade de 20 litros por segundo; e, em Fátima do Sul, a ampliação da unidade existente está 92% concluída e elevará a capacidade de tratamento de 15 para 25 litros por segundo.
As estruturas acompanham a expansão das redes coletoras e das ligações domiciliares, garantindo capacidade para receber e tratar o volume de esgoto gerado com a ampliação do atendimento.
“Quando ampliamos redes e novas famílias passam a ter acesso ao serviço, também precisamos garantir estrutura para tratar esse esgoto com segurança e eficiência. São obras que representam mais saúde para a população, mais infraestrutura para as cidades e maior proteção para os recursos hídricos”, afirma Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal e da Águas Guariroba.
Com a entrada em operação das novas estruturas, os sistemas de Itaquiraí, Taquarussu e Fátima do Sul estarão preparados para atender a expansão do serviço e sustentar os novos níveis de cobertura previstos para os municípios.
Além de ampliar o atendimento à população, o tratamento adequado do esgoto contribui para reduzir lançamentos inadequados no meio ambiente e preservar os corpos hídricos, aproximando os benefícios do saneamento do cotidiano das cidades e de seus moradores.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 municípios de 15 estados brasileiros. Atualmente, Mato Grosso do Sul alcança 82% de cobertura de esgotamento sanitário.
No interior do Estado, a Ambiental MS Pantanal atua por meio da Parceria Público-Privada (PPP) firmada com a Sanesul e é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, onde a cobertura chega a 81,2%. Em Campo Grande, a Aegea está presente por meio da Águas Guariroba, responsável pelos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário da Capital, que atualmente alcança 95% de cobertura de esgoto.
Postado por maria.espindola em 15/set/2026 -
Município já conta com 27,9 quilômetros de rede coletora e 1.448 ligações domiciliares; obras incluem estação de tratamento, elevatória e emissário
Cerca de 4 mil moradores de Taquarussu estão mais próximos de contar com um novo sistema de esgotamento sanitário. O município, que partiu de uma realidade de 0% de cobertura, avança na implantação da infraestrutura necessária para coletar, transportar e tratar o esgoto produzido pela população.
As obras já resultaram na implantação de 27,9 quilômetros de rede coletora e na execução de 1.448 ligações domiciliares. A nova infraestrutura aproxima o sistema das residências e cria as condições necessárias para que o esgoto gerado nos imóveis seja coletado e encaminhado adequadamente para tratamento.
Mais do que ampliar uma rede existente, Taquarussu está estruturando um sistema de esgotamento sanitário praticamente do zero. O projeto reúne diferentes etapas e equipamentos que, quando concluídos e integrados, permitirão ao município avançar para uma nova condição de atendimento.
Entre as principais estruturas está a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), projetada para tratar até 10 litros por segundo. A unidade já alcançou 79% de execução e será responsável por receber e tratar o esgoto coletado antes da devolução do efluente tratado ao meio ambiente.

O município também já conta com uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) concluída. A estrutura será responsável por bombear o esgoto em trechos onde as condições do relevo não permitem que o deslocamento ocorra somente pela ação da gravidade, garantindo a continuidade do fluxo até as etapas seguintes do sistema.
Outro componente em implantação é o emissário, responsável pela condução do esgoto entre diferentes estruturas. Ao todo, estão previstos 2,8 quilômetros, com aproximadamente 20% das obras já executadas.
Para que o sistema de esgotamento sanitário funcione adequadamente, diferentes estruturas atuam de forma integrada: as redes coletoras recebem o esgoto produzido nos imóveis, as estações elevatórias auxiliam no transporte em trechos onde é necessário vencer diferenças de relevo, os emissários fazem a condução entre os pontos do sistema e a estação de tratamento realiza os processos necessários antes da devolução do efluente tratado ao meio ambiente.
Uma transformação que chega até as casas
Embora grande parte da infraestrutura de esgotamento sanitário permaneça debaixo das ruas e pouco visível no cotidiano, os benefícios chegam diretamente às casas e à vida da população.
As 1.448 ligações domiciliares já executadas representam justamente essa aproximação entre a infraestrutura implantada nas ruas e os imóveis que poderão ser atendidos pelo novo sistema.
“Quando um município que não contava com cobertura de esgotamento sanitário passa a receber redes coletoras, ligações domiciliares, estação elevatória e uma nova estação de tratamento, estamos diante de uma transformação estrutural. É uma infraestrutura que amplia as condições de saúde e qualidade de vida da população e, ao mesmo tempo, contribui para a proteção do meio ambiente”, destaca o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra.
Postado por maria.espindola em 15/jun/2026 -
Município receberá rede coletora, novas ligações domiciliares, estações elevatórias e reforço na capacidade de tratamento
Em Fátima do Sul, o avanço do saneamento em 2026 terá reflexo direto na infraestrutura urbana, na saúde da população e na proteção dos recursos hídricos. Localizado na região sul de Mato Grosso do Sul, o município está com obras de esgotamento sanitário em andamento e avança rumo à universalização dos serviços.

No momento, a cobertura de esgotamento sanitário em Fátima do Sul é de 40,30%. Desde 2024, cerca de 57 quilômetros de rede coletora foram implantados e 3.870 imóveis passaram a ser conectados ao sistema de esgotamento sanitário. A ampliação em curso também prevê a implantação de novos trechos de rede coletora e novas ligações domiciliares, com benefício estimado para aproximadamente 4,8 mil pessoas.
O projeto contempla ainda a entrega de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs) e a ampliação da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que passará a tratar 25 litros por segundo. As intervenções fortalecem a estrutura necessária para acompanhar o crescimento urbano, ampliar a cobertura dos serviços e garantir mais segurança operacional ao sistema.
A cidade está inserida em uma área estratégica da bacia do rio Paraná, com relação territorial e ambiental com o rio Dourados e a sub-bacia do rio Ivinhema. Essa localização reforça a importância das obras de saneamento, uma vez que a coleta e o tratamento adequado do esgoto contribuem para reduzir riscos de contaminação, proteger os cursos d’água e fortalecer a qualidade ambiental da região.
De acordo com Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras previstas em Fátima do Sul foram planejadas para ampliar a capacidade do sistema, dar mais segurança operacional e preparar o município para avançar na universalização do esgotamento sanitário.
“O saneamento é uma infraestrutura que transforma a cidade de forma permanente. Em Fátima do Sul, as obras vão ampliar a rede, conectar novos imóveis ao sistema e aumentar a capacidade de tratamento do esgoto. Isso significa mais eficiência, mais proteção ambiental e melhores condições sanitárias para a população”, explica Gabriel.
Mais do que elevar os índices de cobertura, as intervenções criam uma estrutura permanente para o funcionamento do sistema. A rede coletora recebe o esgoto gerado em residências, comércios e prédios públicos; as ligações domiciliares conectam os imóveis à rede; as estações elevatórias permitem o bombeamento em áreas onde o relevo não favorece o escoamento natural; e a ampliação da ETE aumenta a capacidade de tratamento do volume coletado.
A expansão também tem impacto direto no cotidiano dos moradores. Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, diminuem os riscos de contaminação do solo e dos cursos d’água, melhoram as condições sanitárias dos bairros e o município passa a contar com uma base mais segura para crescer com planejamento.
Para Gabriel, os investimentos em saneamento deixam um legado permanente para Fátima do Sul.
“Saneamento é uma infraestrutura que muda o presente e protege o futuro. Cada nova ligação representa mais saúde para as famílias, mais proteção para os recursos naturais e mais desenvolvimento para o município. Esse é o legado que queremos construir em Fátima do Sul: uma cidade mais saudável, sustentável e preparada para as próximas gerações”, conclui.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por paintbox em 22/mar/2022 -
Em celebração ao Dia Mundial da Água, Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal – concessionárias de água e esgoto controladas pelo Grupo Aegea – reinauguraram seu viveiro de mudas, nesta terça-feira (22), em um evento realizado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Los Angeles, em Campo Grande, onde fica localizada a estrutura.
Com capacidade de produção de 50 mil mudas ao ano, o viveiro passou por uma fase de revitalização após ter sido danificado por uma tempestade de poeira no final de 2021, e passou a se chamar “Viveiro Isaac de Oliveira”, em homenagem ao artista plástico baiano que ficou famoso por retratar as belezas da fauna e flora sul-mato-grossenses.
Presente no evento, o diretor-presidente da Águas Guariroba, Themis de Oliveira, antecipou que a ideia é, futuramente, duplicar a capacidade de produção da estrutura. “Mais do que aportar mudas para diversas recomposições ambientais, o viveiro, na verdade, fornece vida”, disse. “Plantar 100 mil mudas na natureza por ano, com certeza, pode trazer mais vida a Campo Grande e ao Mato Grosso do Sul”, acrescentou.

De acordo com o gerente de Meio Ambiente e Qualidade da Aegea Centro Oeste, Fernando Garayo, o viveiro conta com milhares de mudas de aproximadamente 28 espécies de árvores típicas do Cerrado, cujas sementes são coletadas em três diferentes estados. “O grande objetivo desse viveiro é proteger nossos mananciais, com o plantio nas matas ciliares e também nas reservas legais das propriedades rurais”, disse.
Também presente no evento, o diretor de Relações Institucionais da Aegea Centro Oeste, Paulo Antunes, homenageou, ao lado de Themis e Garayo, o artista que dá nome ao viveiro, com uma placa entregue à viúva de Isaac, Selma Rodrigues.
“Homenagear um artista que retratou – ao longo de sua história – as nossas belezas e os valores do Pantanal tem tudo a ver com a preservação do Meio Ambiente”, disse Antunes, em entrevista concedida na esteira do evento. “Com a forma em que fazia essa representação, ele queria eternizar não apenas as suas obras, mas, sobretudo, as belezas do Pantanal”, acrescentou.

Além do importante legado deixado nas artes, Isaac tem um longo histórico de trabalhos em parceria com a Águas Guariroba. Em 2018, ele participou do projeto Capivara Urbana, iniciativa da concessionária que distribuiu esculturas de capivaras coloridas por artistas do Estado. Por quatro edições, o troféu entregue no Prêmio Águas Guariroba de Jornalismo Ambiental foi uma escultura de ipê.
Postado por paintbox em 18/ago/2021 -
Nesta quarta-feira (18), a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Aporé, em Chapadão do Sul, recebeu a visita de representantes do Rotary Club para o plantio simbólico de ipês roxos no bosque da unidade operada pela Ambiental MS Pantanal (AMSP), companhia criada através da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação acontece desde 2017 em Chapadão e foi idealizada com o intuito de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e do plantio de espécies nativas do cerrado – bioma ameaçado por queimadas e pela prática da monocultura. No local, já foram plantadas mais de 120 mudas nesta parceria.
A ETE Aporé é o local onde é tratado todo o esgoto doméstico do município localizado na região Nordeste do Mato Grosso do Sul.
Estiveram presentes o presidente regional do Rotary, Luiz de Albuquerque Ferreira; o coordenador da regional de Três Lagoas da AMSP, Célio Damásio; o presidente do Rotary de Chapadão, José de Oliveira; e o supervisor da Sanesul Bruno Batista Borges. Também participaram os rotarianos Sebastião Nunes, José Adelmo e Marcelo Bexiga, além do colaborador da MS Pantanal, Francisco Júnior.
Criado em Chicago (EUA) há 116 anos, o Rotary é a mais antiga organização internacional de clubes de serviço, presente em cerca de 200 países. A organização conta com mais de 1,2 milhão de membros e surgiu com o propósito de unir líderes a fim de oferecer serviço humanitário em prol da paz e do bem-estar mundial, ajudando a desenvolver de projetos em áreas como saúde e educação.