Postado por maria.espindola em 15/jun/2026 -
Município receberá rede coletora, novas ligações domiciliares, estações elevatórias e reforço na capacidade de tratamento
Em Fátima do Sul, o avanço do saneamento em 2026 terá reflexo direto na infraestrutura urbana, na saúde da população e na proteção dos recursos hídricos. Localizado na região sul de Mato Grosso do Sul, o município está com obras de esgotamento sanitário em andamento e avança rumo à universalização dos serviços.

No momento, a cobertura de esgotamento sanitário em Fátima do Sul é de 40,30%. Desde 2024, cerca de 57 quilômetros de rede coletora foram implantados e 3.870 imóveis passaram a ser conectados ao sistema de esgotamento sanitário. A ampliação em curso também prevê a implantação de novos trechos de rede coletora e novas ligações domiciliares, com benefício estimado para aproximadamente 4,8 mil pessoas.
O projeto contempla ainda a entrega de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs) e a ampliação da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que passará a tratar 25 litros por segundo. As intervenções fortalecem a estrutura necessária para acompanhar o crescimento urbano, ampliar a cobertura dos serviços e garantir mais segurança operacional ao sistema.
A cidade está inserida em uma área estratégica da bacia do rio Paraná, com relação territorial e ambiental com o rio Dourados e a sub-bacia do rio Ivinhema. Essa localização reforça a importância das obras de saneamento, uma vez que a coleta e o tratamento adequado do esgoto contribuem para reduzir riscos de contaminação, proteger os cursos d’água e fortalecer a qualidade ambiental da região.
De acordo com Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras previstas em Fátima do Sul foram planejadas para ampliar a capacidade do sistema, dar mais segurança operacional e preparar o município para avançar na universalização do esgotamento sanitário.
“O saneamento é uma infraestrutura que transforma a cidade de forma permanente. Em Fátima do Sul, as obras vão ampliar a rede, conectar novos imóveis ao sistema e aumentar a capacidade de tratamento do esgoto. Isso significa mais eficiência, mais proteção ambiental e melhores condições sanitárias para a população”, explica Gabriel.
Mais do que elevar os índices de cobertura, as intervenções criam uma estrutura permanente para o funcionamento do sistema. A rede coletora recebe o esgoto gerado em residências, comércios e prédios públicos; as ligações domiciliares conectam os imóveis à rede; as estações elevatórias permitem o bombeamento em áreas onde o relevo não favorece o escoamento natural; e a ampliação da ETE aumenta a capacidade de tratamento do volume coletado.
A expansão também tem impacto direto no cotidiano dos moradores. Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, diminuem os riscos de contaminação do solo e dos cursos d’água, melhoram as condições sanitárias dos bairros e o município passa a contar com uma base mais segura para crescer com planejamento.
Para Gabriel, os investimentos em saneamento deixam um legado permanente para Fátima do Sul.
“Saneamento é uma infraestrutura que muda o presente e protege o futuro. Cada nova ligação representa mais saúde para as famílias, mais proteção para os recursos naturais e mais desenvolvimento para o município. Esse é o legado que queremos construir em Fátima do Sul: uma cidade mais saudável, sustentável e preparada para as próximas gerações”, conclui.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por paintbox em 22/mar/2022 -
Em celebração ao Dia Mundial da Água, Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal – concessionárias de água e esgoto controladas pelo Grupo Aegea – reinauguraram seu viveiro de mudas, nesta terça-feira (22), em um evento realizado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Los Angeles, em Campo Grande, onde fica localizada a estrutura.
Com capacidade de produção de 50 mil mudas ao ano, o viveiro passou por uma fase de revitalização após ter sido danificado por uma tempestade de poeira no final de 2021, e passou a se chamar “Viveiro Isaac de Oliveira”, em homenagem ao artista plástico baiano que ficou famoso por retratar as belezas da fauna e flora sul-mato-grossenses.
Presente no evento, o diretor-presidente da Águas Guariroba, Themis de Oliveira, antecipou que a ideia é, futuramente, duplicar a capacidade de produção da estrutura. “Mais do que aportar mudas para diversas recomposições ambientais, o viveiro, na verdade, fornece vida”, disse. “Plantar 100 mil mudas na natureza por ano, com certeza, pode trazer mais vida a Campo Grande e ao Mato Grosso do Sul”, acrescentou.

De acordo com o gerente de Meio Ambiente e Qualidade da Aegea Centro Oeste, Fernando Garayo, o viveiro conta com milhares de mudas de aproximadamente 28 espécies de árvores típicas do Cerrado, cujas sementes são coletadas em três diferentes estados. “O grande objetivo desse viveiro é proteger nossos mananciais, com o plantio nas matas ciliares e também nas reservas legais das propriedades rurais”, disse.
Também presente no evento, o diretor de Relações Institucionais da Aegea Centro Oeste, Paulo Antunes, homenageou, ao lado de Themis e Garayo, o artista que dá nome ao viveiro, com uma placa entregue à viúva de Isaac, Selma Rodrigues.
“Homenagear um artista que retratou – ao longo de sua história – as nossas belezas e os valores do Pantanal tem tudo a ver com a preservação do Meio Ambiente”, disse Antunes, em entrevista concedida na esteira do evento. “Com a forma em que fazia essa representação, ele queria eternizar não apenas as suas obras, mas, sobretudo, as belezas do Pantanal”, acrescentou.

Além do importante legado deixado nas artes, Isaac tem um longo histórico de trabalhos em parceria com a Águas Guariroba. Em 2018, ele participou do projeto Capivara Urbana, iniciativa da concessionária que distribuiu esculturas de capivaras coloridas por artistas do Estado. Por quatro edições, o troféu entregue no Prêmio Águas Guariroba de Jornalismo Ambiental foi uma escultura de ipê.
Postado por paintbox em 18/ago/2021 -
Nesta quarta-feira (18), a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Aporé, em Chapadão do Sul, recebeu a visita de representantes do Rotary Club para o plantio simbólico de ipês roxos no bosque da unidade operada pela Ambiental MS Pantanal (AMSP), companhia criada através da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação acontece desde 2017 em Chapadão e foi idealizada com o intuito de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e do plantio de espécies nativas do cerrado – bioma ameaçado por queimadas e pela prática da monocultura. No local, já foram plantadas mais de 120 mudas nesta parceria.
A ETE Aporé é o local onde é tratado todo o esgoto doméstico do município localizado na região Nordeste do Mato Grosso do Sul.
Estiveram presentes o presidente regional do Rotary, Luiz de Albuquerque Ferreira; o coordenador da regional de Três Lagoas da AMSP, Célio Damásio; o presidente do Rotary de Chapadão, José de Oliveira; e o supervisor da Sanesul Bruno Batista Borges. Também participaram os rotarianos Sebastião Nunes, José Adelmo e Marcelo Bexiga, além do colaborador da MS Pantanal, Francisco Júnior.
Criado em Chicago (EUA) há 116 anos, o Rotary é a mais antiga organização internacional de clubes de serviço, presente em cerca de 200 países. A organização conta com mais de 1,2 milhão de membros e surgiu com o propósito de unir líderes a fim de oferecer serviço humanitário em prol da paz e do bem-estar mundial, ajudando a desenvolver de projetos em áreas como saúde e educação.