Postado por maria.espindola em 02/set/2026 -
Chapadão do Sul e Selvíria seguem recebendo obras para acompanhar o crescimento urbano e fortalecer a infraestrutura de saneamento
Alcançar altos índices de cobertura de esgotamento sanitário não significa encerrar os investimentos. À medida que as cidades crescem, novos bairros e loteamentos surgem e a infraestrutura precisa avançar junto para garantir que o serviço continue chegando à população.
Em Chapadão do Sul e Selvíria, novas obras de expansão da rede coletora de esgoto mostram como esse processo ocorre na prática. Os investimentos buscam ampliar a infraestrutura existente, acompanhar a expansão urbana e preparar os sistemas para novas demandas.
Até a primeira quinzena de agosto, Selvíria contabilizava mais de 46,4 quilômetros de rede coletora de esgoto implantados e 1.622 ligações domiciliares executadas. Em Chapadão do Sul, as obras já somavam mais de 13,5 quilômetros de novas redes e 650 ligações.
O movimento ocorre em um cenário de avanço do saneamento no interior de Mato Grosso do Sul. Atualmente, 33 dos 68 municípios atendidos pela Ambiental MS Pantanal apresentam cobertura de esgotamento sanitário superior a 90%.
Mesmo entre os municípios que já ultrapassaram essa marca, os investimentos continuam. Bataguassu, Ivinhema e Nova Andradina, por exemplo, também recebem intervenções para ampliar a infraestrutura e acompanhar o desenvolvimento urbano.
Segundo o diretor executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, alcançar elevados índices de cobertura representa uma etapa importante, mas não encerra o processo de expansão e melhoria dos sistemas.
“Chegar à universalização é uma conquista importante, mas o trabalho continua. As cidades crescem, novos bairros surgem e a infraestrutura precisa acompanhar esse desenvolvimento. Nosso compromisso é manter os sistemas preparados para atender as demandas atuais e futuras da população”, afirma.
Infraestrutura que acompanha as cidades
A continuidade das obras evidencia um dos desafios da universalização do saneamento: manter a infraestrutura em expansão mesmo depois de alcançados elevados índices de atendimento.
O crescimento populacional, a implantação de novos empreendimentos e a ocupação de novas áreas urbanas geram demandas permanentes por redes coletoras, ligações domiciliares e demais estruturas necessárias para transportar e tratar adequadamente o esgoto.
Por isso, a universalização não deve ser entendida apenas como o alcance de um percentual de cobertura, mas como um processo contínuo de expansão, manutenção e melhoria dos sistemas de saneamento.
Em Mato Grosso do Sul, esse movimento integra o avanço da infraestrutura de esgotamento sanitário no interior do Estado, com novas redes, ligações domiciliares e estruturas operacionais implantadas para acompanhar o desenvolvimento dos municípios.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por maria.espindola em 31/ago/2026 -
Município já recebeu mais de 56,5 quilômetros de novas redes e 3,5 mil ligações; obras avançam agora na implantação de estações elevatórias e melhorias no sistema
As obras de expansão do esgotamento sanitário em Rio Verde de Mato Grosso avançaram além das metas inicialmente previstas para 2026. Até agosto, a Ambiental MS Pantanal já havia implantado mais de 56,5 quilômetros de novas redes coletoras e 3,5 mil ligações domiciliares, superando a previsão estabelecida no início do ano, de 55 quilômetros de redes e aproximadamente 3,5 mil ligações.
Atualmente, Rio Verde possui cerca de 39% de cobertura de esgotamento sanitário. Com a conclusão das intervenções e a entrada em operação das novas estruturas, a expectativa é elevar esse índice para 98%, ampliando o acesso ao serviço em diferentes regiões do município
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, o resultado demonstra o avanço das intervenções realizadas ao longo do ano e a importância de integrar as diferentes etapas do sistema.
“Superamos a extensão de redes prevista inicialmente para 2026 e avançamos também nas ligações. Agora, o trabalho segue nas estruturas que são fundamentais para que toda essa expansão funcione de forma integrada, segura e eficiente”, destaca.
Obras avançam nas estruturas operacionais
Com a implantação das redes em estágio avançado, as frentes de trabalho se concentram agora no reforço da estrutura operacional do sistema.
O município está recebendo cinco novas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), além de melhorias na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e em estruturas já existentes. As intervenções vão reforçar o funcionamento do sistema, garantir o transporte adequado do esgoto até o tratamento e ampliar em 10 litros por segundo a capacidade operacional.
Segundo Clayton, o conjunto de obras deve beneficiar diretamente cerca de 10,6 mil pessoas.
“Quando ampliamos redes, ligações e capacidade de tratamento ao mesmo tempo, criamos condições para que mais moradores tenham acesso efetivo ao serviço. É uma infraestrutura que muitas vezes fica debaixo da terra ou distante dos olhos da população, mas que se traduz em mais saúde, qualidade de vida e proteção dos recursos naturais”, afirma.
Infraestrutura que se transforma em benefício
A expansão do saneamento vai além da implantação de redes. Para que o serviço chegue efetivamente à população, ligações domiciliares, estações elevatórias e capacidade de tratamento precisam funcionar de forma integrada.

Em Rio Verde, esse conjunto de intervenções amplia o acesso ao esgotamento sanitário e contribui para reduzir o lançamento inadequado de efluentes no meio ambiente, com reflexos diretos sobre a saúde pública, a qualidade urbana e a proteção dos recursos hídricos.
“Investir em saneamento é preparar a cidade para crescer com mais qualidade, fortalecendo a saúde, a organização urbana e a proteção ambiental”, ressalta Clayton Bezerra.
Com a conclusão das estruturas em implantação e sua entrada em operação, a expectativa é ampliar significativamente a cobertura de esgotamento sanitário no município, consolidando os avanços já alcançados ao longo de 2026.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por maria.espindola em 24/ago/2026 -
Município já conta com 64,7 quilômetros de rede implantada e 4.885 ligações executadas; expansão deve beneficiar cerca de 13,6 mil moradores
Uma transformação que acontece, em grande parte, debaixo das ruas começa a mudar a realidade do saneamento em Sonora, no norte de Mato Grosso do Sul. O município, que ainda não conta com cobertura de esgotamento sanitário, avança na implantação da infraestrutura necessária para coletar, transportar e tratar adequadamente o esgoto produzido pela população.
Ao todo, já foram implantados 64,7 quilômetros de rede coletora e executadas 4.885 ligações domiciliares, estrutura dimensionada para beneficiar cerca de 13,6 mil moradores. Com a conclusão das redes e ligações previstas, a entrega da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Sanesul e a implantação da primeira Estação Elevatória de Esgoto (EEE), a cobertura de esgotamento sanitário do município deverá passar de 0% para 98%.
A Estação Elevatória de Esgoto (EEE) será responsável por bombear o esgoto coletado até as próximas etapas do sistema, superando diferenças de relevo e garantindo que os efluentes cheguem adequadamente ao tratamento.

Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, o avanço das obras representa uma mudança estrutural para Sonora.
“Levar o esgotamento sanitário para um município que ainda não conta com cobertura do serviço significa construir uma nova infraestrutura de saúde pública. É um investimento que ficará, em grande parte, debaixo da terra, mas cujos benefícios poderão ser percebidos por toda a cidade, na qualidade de vida das famílias, no ambiente urbano e na proteção dos recursos naturais”, destaca.
Da obra à casa: morador também faz parte do sistema
Com o avanço da implantação da infraestrutura, outra etapa passa a ser fundamental para transformar as obras realizadas em benefícios efetivos para a população: a conexão correta dos imóveis à rede de esgotamento sanitário.
É por meio dessa ligação que o esgoto gerado em banheiros, cozinhas e áreas de serviço passa a ser direcionado para a rede coletora, seguindo pelo sistema até chegar ao tratamento adequado.
O funcionamento correto da estrutura também depende da separação entre a rede de esgoto e a drenagem das águas da chuva. O lançamento de águas pluviais na rede coletora de esgoto é irregular e pode provocar sobrecarga das tubulações e das unidades operacionais, aumentando o risco de extravasamentos, especialmente durante períodos de chuvas intensas.
Por isso, além da expansão da infraestrutura, a Ambiental MS Pantanal reforça a importância da participação dos moradores na conexão e no uso adequado da rede.
A combinação entre obras, ligação dos imóveis e utilização correta do sistema é o que permite transformar quilômetros de tubulações instaladas sob as ruas em benefícios concretos para a cidade, contribuindo para a saúde pública, a qualidade de vida da população e a proteção do meio ambiente.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por maria.espindola em 21/ago/2026 -
Há 16 anos no Viveiro Isaac de Oliveira, Nereu Rios transforma sementes nativas do Cerrado em mudas destinadas à recuperação ambiental
Nereu Rios construiu sua trajetória profissional transformando sementes em novas possibilidades de recuperação ambiental. Parte dessa história é vivida no Viveiro Isaac de Oliveira, onde atua há 16 anos em uma iniciativa mantida pela Águas Guariroba e pela Ambiental MS Pantanal, voltada à produção de mudas nativas, à proteção dos recursos hídricos e à recuperação de áreas degradadas em Mato Grosso do Sul.
Todos os anos, esse trabalho começa muito antes de a muda chegar ao campo. Em expedições que podem percorrer cerca de 7 mil quilômetros pelo Brasil, Nereu e sua equipe coletam sementes de espécies nativas que, meses depois, retornam ao território na forma de novas árvores. “Eu digo que plantar árvores é estar agraciado com a natureza”, resume o viveirista.
Parte desse trabalho começa longe do viveiro. O percurso parte de Campo Grande e passa por Goiás, incluindo a região da Chapada dos Veadeiros, além de Tocantins, Bahia e Minas Gerais. No retorno, a equipe cruza Mato Grosso e continua a coleta em Mato Grosso do Sul, passando por áreas como Bonito, Serra da Bodoquena, Miranda e Corumbá.
“Quando chegamos de volta a Mato Grosso do Sul, continuamos a expedição em diferentes regiões do Estado. É um trabalho que começa no Cerrado e chega até áreas de transição com o Pantanal”, explica Nereu.
Da semente à muda
Depois da expedição, começa outro ciclo. As sementes coletadas retornam ao Viveiro Isaac de Oliveira, onde passam pelos processos de seleção, germinação e desenvolvimento até se transformarem em mudas. Em cerca de um ano, muitas delas já estão prontas para deixar o viveiro e seguir para ações de recuperação ambiental em diferentes regiões do Estado.
Para Nereu, acompanhar esse processo também significa perceber, ano após ano, as mudanças na paisagem e as pressões sobre a vegetação nativa. “Nós, enquanto pesquisadores e coletores de sementes, temos visto muito isso. A cada ano, encontramos locais onde passamos coletando e que depois foram atingidos pelo fogo”, relata.
Segundo o viveirista, o período de queimadas muitas vezes coincide com a época de produção de sementes de diversas espécies. Quando o fogo alcança essas áreas, o impacto não se restringe às árvores: compromete também sementes e a capacidade de regeneração natural da vegetação.
Como parte das expedições, a equipe leva entre 120 e 150 mudas, que são plantadas ao longo do percurso como forma de devolver ao território parte do trabalho realizado durante a coleta. “Vamos plantando pelo caminho e contribuindo para a recuperação dos locais por onde passamos”, conta.
Do Cerrado ao Pantanal
Dezesseis dos 40 anos de profissão de Nereu estão ligados ao Viveiro Isaac de Oliveira. Criado em 2010 pela Águas Guariroba, o espaço nasceu com o objetivo de apoiar ações de recuperação ambiental, especialmente em áreas relacionadas às bacias dos córregos Guariroba e Lageado, responsáveis pelo abastecimento de Campo Grande.
Desde 2021, o viveiro passou a ser mantido conjuntamente pela Águas Guariroba e pela Ambiental MS Pantanal, ampliando a destinação de mudas também para municípios do interior de Mato Grosso do Sul.
Hoje, as espécies produzidas apoiam ações de recuperação de matas ciliares, áreas degradadas e ambientes associados ao Cerrado e ao Pantanal.
Nereu estima que o Viveiro Isaac de Oliveira já tenha produzido mais de 800 mil mudas. A capacidade de produção também vem crescendo: passou de cerca de 60 mil mudas por ano para 80 mil em 2025 e, em 2026, já se aproxima de 90 mil mudas anuais.
O espaço ocupa uma área de aproximadamente 14 hectares e, além da produção de mudas, tornou-se também um ambiente arborizado, com presença de frutos e de espécies da fauna local, como araras, tucanos e outras aves.
“Ver as áreas que a gente ajudou a reflorestar florescendo a partir dessas mudas é gratificante. Isso acontece desde as margens do Lageado e do Guariroba até áreas em Bonito e Miranda”, afirma.
Conhecimento que também se multiplica
Ao longo de quatro décadas de profissão, Nereu estima ter participado da produção de mais de 2 milhões de árvores nativas. Mas, para ele, o legado vai além da quantidade de mudas produzidas. O Viveiro Isaac de Oliveira também se tornou espaço de formação e troca de conhecimento.
Ao longo dos anos, profissionais que chegaram ao local para outras atividades aprenderam técnicas de produção, manejo e cuidado com espécies nativas e, posteriormente, passaram a atuar em outros viveiros.
“Tem pessoas que trabalharam aqui, aprenderam a cuidar de árvores e hoje estão em outros viveiros. Nós precisamos ter no Estado pessoas dedicadas a isso, que gostem de fazer esse trabalho. Temos um Brasil inteiro para recuperar”, ressalta.
Para Nereu, produzir mudas, recuperar áreas e formar novos viveiristas fazem parte de um mesmo compromisso com o futuro.
“Quando eu estou no interior, vejo que as mudas do Viveiro Isaac de Oliveira são conhecidas. A gente sabe que elas saíram daqui”, conta.
“Se não tiver árvores, não tem água.” A frase de Nereu sintetiza uma conexão que também atravessa o trabalho da Águas Guariroba e da Ambiental MS Pantanal. De um lado, o saneamento contribui para a proteção da qualidade da água; de outro, a produção e o plantio de mudas ajudam a conservar e recuperar áreas naturais importantes para a proteção dos recursos hídricos. Um ciclo de cuidado que conecta saneamento, água, biodiversidade e futuro.
Postado por maria.espindola em 14/ago/2026 -
No Dia de Combate à Poluição, expansão do saneamento reforça papel da coleta e do tratamento de esgoto na proteção dos recursos hídricos
Todos os dias, cerca de 104 milhões de litros de esgoto são tratados pela Ambiental MS Pantanal em Mato Grosso do Sul. O volume ajuda a dimensionar o papel do saneamento na redução da carga poluidora e na proteção dos recursos hídricos. Antes de retornar ao meio ambiente, os efluentes coletados passam por diferentes etapas de tratamento nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs).
Para que esse esgoto chegue às unidades de tratamento, a infraestrutura também precisa avançar. Desde janeiro, a Ambiental MS Pantanal implantou mais de 230 quilômetros de rede coletora, ampliando o acesso da população à coleta e ao tratamento adequado dos efluentes.
O Dia de Combate à Poluição, celebrado em 14 de agosto, também chama atenção para o papel do saneamento na prevenção da poluição hídrica. Em Mato Grosso do Sul, cerca de 104 milhões de litros de esgoto são tratados diariamente pela Ambiental MS Pantanal antes do retorno dos efluentes ao meio ambiente.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, o avanço do saneamento está diretamente relacionado à preservação ambiental e à qualidade de vida da população.
“Mato Grosso do Sul possui uma grande diversidade ambiental e abriga três importantes biomas brasileiros. Ampliar o saneamento vai além da infraestrutura urbana: significa investir em saúde, qualidade de vida e na conservação dos recursos naturais”, destaca.
O território sul-mato-grossense reúne áreas de Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, biomas com características ecológicas distintas e fortemente relacionados à disponibilidade e à qualidade da água. Nesse contexto, a coleta e o tratamento adequado do esgoto contribuem para reduzir pressões sobre rios, córregos e outros corpos hídricos.
Saneamento e preservação
Bonito é um dos exemplos da relação entre saneamento, conservação ambiental e desenvolvimento econômico. Conhecido nacionalmente pelo turismo de natureza e pelas águas cristalinas, o município possui 98% de cobertura de esgotamento sanitário.
Para Valdemir Martins, sócio-fundador e atual diretor do Instituto das da Serra da Bodoquena (IASB) e guia de turismo em Bonito, o saneamento é uma das estruturas fundamentais para a preservação dos recursos hídricos do município.
“Nossos rios precisam ficar vivos para sempre. O saneamento e o tratamento desses efluentes são muito importantes”, afirma.
O esgoto coletado em Bonito é encaminhado para tratamento e, após passar pelos processos necessários, o efluente tratado segue pelo novo emissário até o Córrego Mutum, localizado a cerca de 20 quilômetros da zona turística.
Segundo Clayton, a estrutura amplia a segurança operacional do sistema e contribui para a proteção dos recursos hídricos em uma região onde a conservação ambiental está diretamente relacionada à qualidade de vida e à atividade turística.
Expansão do saneamento
A Ambiental MS Pantanal atua nos serviços de esgotamento sanitário em 68 municípios do interior de Mato Grosso do Sul. Nos últimos anos, a ampliação da infraestrutura tem levado novas redes coletoras, ligações domiciliares e estruturas de tratamento a diferentes regiões do Estado.
A companhia integra a Aegea, grupo que também atua em Mato Grosso do Sul por meio da Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto em Campo Grande.
Postado por maria.espindola em 12/ago/2026 -
Município amplia grupo de cidades com mais de 90% de cobertura de esgotamento sanitário atendidas pela Ambiental MS Pantanal
Aral Moreira passou a integrar o grupo de municípios universalizados em esgotamento sanitário atendidos pela Ambiental MS Pantanal. Na primeira semana de agosto, a cobertura do serviço ultrapassou 98%, após registrar 79% em junho.
Com o avanço, chega a 33 o número de municípios atendidos pela companhia que já superaram 90% de cobertura de esgoto, percentual de referência para a universalização do serviço.
O resultado também amplia o número de cidades universalizadas na região de fronteira. Além de Aral Moreira, Amambai, Antônio João, Laguna Carapã, Paranhos, Ponta Porã e Tacuru já integram o grupo de municípios com mais de 90% de cobertura.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a ampliação do acesso ao esgotamento sanitário contribui diretamente para a qualidade de vida da população e cria condições para o desenvolvimento dos municípios.
“Aral Moreira possui uma atividade agropecuária relevante para Mato Grosso do Sul. A ampliação da cobertura de esgoto acompanha esse desenvolvimento, com impactos positivos para a saúde pública, o meio ambiente e a qualidade de vida da população”, destaca.
Avanços na região
Outro município da região que segue ampliando sua infraestrutura de saneamento é Sete Quedas, atualmente com cerca de 68% de cobertura de esgotamento sanitário.
Recentemente, foram concluídas três novas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs) no município. As estruturas ampliam a capacidade operacional do sistema e dão suporte à expansão da rede coletora.
“As novas estações elevatórias fortalecem a infraestrutura existente e criam condições para a continuidade das obras de expansão do sistema de esgotamento sanitário no município”, afirma Clayton.
Desde o início da operação, a Ambiental MS Pantanal alcançou a universalização em 33 dos 68 municípios atendidos. São eles: Alcinópolis, Amambai, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Chapadão do Sul, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Figueirão, Inocência, Ivinhema, Japorã, Jateí, Juti, Laguna Carapã, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria, Tacuru e Três Lagoas.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal atua nos serviços de esgotamento sanitário em 68 municípios do interior de Mato Grosso do Sul. A companhia integra a Aegea, grupo que também atua no Estado por meio da Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto em Campo Grande.
Postado por maria.espindola em 12/ago/2026 -
Desde 2021, ação preventiva é utilizada para identificar possíveis ligações irregulares de água da chuva na rede coletora de esgoto em Mato Grosso do Sul
A Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Prefeitura Municipal de Inocência (MS), deu início nesta quarta-feira (12), o teste de fumaça na rede coletora de esgoto do município. A ação está prevista para ocorrer durante três dias, até 14 de agosto, e tem como objetivo identificar possíveis ligações irregulares de água da chuva ao sistema de esgotamento sanitário.
Conhecida popularmente como fumacê, a técnica utiliza um termonebulizador para a aplicação controlada de uma fumaça especial e não tóxica na rede coletora. Diferentemente do fumacê empregado no combate a mosquitos, o procedimento tem finalidade exclusivamente preventiva e permite inspecionar as tubulações para identificar possíveis conexões inadequadas entre as redes de esgoto e de drenagem pluvial.
A ação integra as medidas preventivas adotadas pela concessionária para garantir a eficiência do sistema de esgotamento sanitário nos 68 municípios atendidos. A identificação de ligações irregulares de água da chuva é importante para evitar que grandes volumes sejam direcionados à rede de esgoto, o que pode provocar sobrecargas, obstruções e extravasamentos, especialmente durante períodos de chuvas intensas.
Durante a vistoria, a fumaça é introduzida na rede coletora de esgoto. Caso seja observada a saída do material por calhas, ralos externos, caixas de drenagem, quintais ou outros pontos inadequados dos imóveis, a ocorrência pode indicar uma ligação irregular entre os sistemas de esgoto e drenagem.
Os pontos identificados durante o procedimento são posteriormente avaliados pelas equipes técnicas. Quando a irregularidade é confirmada, os responsáveis pelos imóveis recebem orientações da Prefeitura sobre as adequações necessárias.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a aplicação da técnica ganha ainda mais importância em municípios como Inocência, onde o sistema de esgotamento sanitário já alcança 99% de cobertura.
“Com o avanço da infraestrutura, o trabalho também envolve a preservação do sistema implantado e o uso correto da rede coletora. O teste com fumacê permite identificar situações que muitas vezes não são perceptíveis no dia a dia e atuar de forma preventiva, contribuindo para evitar extravasamentos, retornos de esgoto, obstruções e outros transtornos para a população”, destaca.
Clayton reforça que a rede coletora deve receber somente o esgoto doméstico proveniente de banheiros, cozinhas e áreas de serviço. “A água da chuva captada por telhados, calhas, quintais e ralos externos deve ser direcionada exclusivamente ao sistema municipal de drenagem pluvial”, explica.
Quando a água da chuva é lançada indevidamente na rede de esgoto, o volume transportado pode aumentar significativamente, sobrecarregando tubulações e unidades operacionais. Entre as consequências estão extravasamentos, retorno de esgoto para os imóveis e a necessidade de intervenções e manutenções mais frequentes no sistema.
A Ambiental MS Pantanal utiliza a técnica desde maio de 2021, quando assumiu a operação dos serviços de esgotamento sanitário em 68 municípios de Mato Grosso do Sul. O procedimento já foi realizado desde então em cidades como Bonito, Naviraí, Dourados, Ponta Porã, Iguatemi, Santa Rita do Pardo e agora, Inocência.
Postado por maria.espindola em 06/ago/2026 -
Treinamento, que no mês anterior reuniu servidores municipais retornou ao município para capacitar agentes comunitários de saúde e de combate às endemias
A Ambiental MS Pantanal retornou a Caarapó, na última quarta-feira (05), para aplicar mais uma etapa do treinamento voltado à orientação sobre o uso correto da rede coletora de esgoto para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) do município.
A ação reúne atividades práticas e teóricas, além da distribuição de materiais informativos, com orientação sobre o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário e os cuidados necessários para evitar ligações irregulares e o descarte inadequado de resíduos na rede.
Desde o início de 2026, a capacitação já percorreu sete municípios de Mato Grosso do Sul. Em Caarapó, esta foi a segunda edição da iniciativa: o primeiro encontro foi direcionado aos servidores municipais, enquanto esta nova etapa teve como público os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate às Endemias.
Criada em 2024, a ação já capacitou mais de 350 profissionais nos municípios de Caarapó, Naviraí, Rio Brilhante, Batayporã, Vicentina, Fátima do Sul, Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Iguatemi e Ponta Porã.
A Agente de Endemias, Monica Silva, destacou a importância de treinamentos específicos sobre o tema e afirmou que conhecimento adquirido contribuirá para o trabalho realizado junto à comunidade.
“Buscar esse conhecimento é importante não só para nós, como também para que possamos compartilhar com outras pessoas”, afirmou.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, capacitar os agentes comunitários e de combate às endemias contribui diretamente para o propósito do saneamento de promover saúde e qualidade de vida para a população.

“São esses profissionais que, a partir desse encontro, vão passar a reforçar as orientações aprendidas para a população durante suas visitas domiciliares e atendimentos nas unidades de saúde”, explicou.
As orientações apresentadas durante o treinamento abordaram o uso correto da rede coletora de esgoto, o manejo adequado dos resíduos sólidos e a separação entre os sistemas de esgotamento sanitário e de drenagem pluvial.
Essas informações contribuem para prevenir ligações irregulares, entupimentos, extravasamentos e impactos ambientais, além de favorecer o funcionamento eficiente do sistema.
O coordenador do Departamento de Controle de Endemias de Caarapó, Ivo Benites, ressaltou a relação direta entre saneamento e saúde pública e reforçou a importância da capacitação.
“Sabemos da quantidade de doenças relacionadas à precariedade do saneamento, à falta de cuidados e à destinação inadequada dos resíduos”, destacou.
Ampliação do sistema de esgotamento sanitário
Clayton Bezerra ressaltou que capacitação ocorre em um momento importante para Caarapó. No mês anterior, o município recebeu uma nova Estação de Tratamento de Esgoto, equipada com tecnologia voltada à eficiência do processo de tratamento.
“Estamos concluindo a implantação das redes de esgoto no município e, nos próximos meses, Caarapó deverá alcançar uma cobertura superior a 98%, passando a integrar o grupo de municípios universalizados da região”, afirmou.
O diretor também destacou a importância de preparar a população para utilizar adequadamente a infraestrutura implantada.
“É fundamental que os moradores recebam informações de qualidade sobre o uso correto da rede. Assim, quando o sistema estiver disponível em cada região, poderão realizar a conexão dos imóveis e utilizar o serviço de maneira adequada”, completou.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas.
Já água da chuva e materiais como fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede.
O descarte inadequado desses materiais pode provocar entupimentos, extravasamentos, danos às tubulações e prejuízos ao funcionamento das estações elevatórias e de tratamento de esgoto.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por maria.espindola em 05/ago/2026 -
Obras ampliam a capacidade dos sistemas e preparam os municípios para novas redes e ligações domiciliares
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na implantação de obras estruturantes que fortalecem os sistemas de esgotamento sanitário de Sete Quedas e Sidrolândia. Entre as intervenções estão as Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), estruturas fundamentais para transportar o esgoto coletado até as etapas seguintes do sistema.
As estações elevatórias são utilizadas em locais onde as características do relevo ou as distâncias percorridas impedem que o esgoto seja conduzido exclusivamente pela força da gravidade. Nessas situações, as unidades bombeiam os efluentes de pontos mais baixos para cotas mais elevadas, permitindo que o fluxo prossiga por coletores, interceptores ou emissários até as Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs).
Além de garantirem eficiência e continuidade operacional, essas estruturas desempenham papel estratégico na expansão da cobertura de esgotamento sanitário, pois oferecem suporte à implantação de novas redes coletoras e ligações domiciliares.
Em Sete Quedas, foram concluídas e entregues três novas Estações Elevatórias de Esgoto. As unidades ampliam a capacidade operacional do sistema e criam condições para a continuidade das obras de expansão do esgotamento sanitário no município.
Sidrolândia também registra avanços na implantação das estruturas previstas. Das duas novas estações elevatórias, uma foi concluída ao final do primeiro semestre de 2026, enquanto a segunda atingiu 95% de execução física e tem entrega prevista até o fim do ano.
Com a conclusão das obras, o município contará com uma infraestrutura mais eficiente para transportar o esgoto coletado e dar suporte às futuras ampliações das redes coletoras e das ligações domiciliares.
“Essas estruturas são fundamentais para transportar o esgoto coletado até as etapas seguintes do sistema, garantindo mais eficiência e segurança operacional”, destaca o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra.
Segundo o diretor, os investimentos representam uma etapa importante para a ampliação gradual e sustentável dos serviços nos dois municípios.
“Com unidades já concluídas e outras em fase avançada de execução, Sete Quedas e Sidrolândia ampliam a infraestrutura necessária para avançar no acesso da população aos serviços de esgotamento sanitário”, reforça.
A implantação das novas elevatórias prepara os municípios para futuras obras de expansão das redes coletoras e para a disponibilização de novas ligações domiciliares, contribuindo para a ampliação progressiva do acesso ao saneamento.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, líder do setor privado de saneamento básico no Brasil. O grupo está presente em 892 municípios de 15 estados brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, a concessionária opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de uma Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 31/jul/2026 -
Treinamento voltado a Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às endemias orienta profissionais que atuam com a população
O município de Naviraí recebeu, na última quinta-feira (30), uma capacitação promovida pela Ambiental MS Pantanal para orientar agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE) sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. O encontro aconteceu no Auditório da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).
A ação esclarece a importância de manter a água da chuva separada da rede coletora de esgoto e de realizar o descarte adequado dos resíduos sólidos. O objetivo da concessionária é sensibilizar e levar informações de qualidade aos profissionais que estão na linha de frente do cuidado com a saúde pública e no contato direto com os moradores.
O diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, explica que a capacitação foi realizada em um momento importante para Naviraí. Atualmente o município possui 68% de cobertura de esgotamento sanitário e passa, em 2026, por obras de expansão do sistema. Segundo o diretor, a meta é que a cidade alcance a universalização dos serviços até o final de 2027.

“É importante realizarmos esse trabalho de conscientização e compartilharmos informações sobre o funcionamento do sistema para que, à medida que ele avance, a população possa utilizá-lo de maneira adequada”, reforça.
Clayton destaca que a ampliação do sistema de esgotamento sanitário contribui para a sustentabilidade, qualidade de vida e saúde para população de Naviraí.
“É isso que buscamos quando realizamos um investimento dessa natureza no saneamento”, afirmou.
Após o treinamento, os agentes comunitários estão preparados para orientar os moradores e reforçar, durante visitas domiciliares e atendimentos nas unidades de saúde, as informações sobre o uso correto da rede coletora de esgoto.
As orientações contribuem para evitar ligações irregulares, reduzir riscos de extravasamentos, prevenir problemas ambientais e sanitário e melhorar a eficiência da operação do sistema no município. Além de reduzir o risco de extravasamentos e contribuir para a eficiência da operação no município.
O agente de combate às endemias de Naviraí Sebastião Ribeiro destaca que as informações recebidas durante a capacitação passarão a auxiliar o trabalho realizado nas residências e no diálogo com os moradores.
“A maneira como vamos orientar sobre o saneamento também influencia a forma como os moradores utilizarão, dentro de suas casas, os sistemas de esgoto e de drenagem, além de contribuir para o descarte correto dos resíduos”, explica.
Treinamento já percorreu 10 municípios

Desenvolvido em parceria com a Sanesul e as prefeituras municipais do Estado, em 2026 o treinamento foi aplicad
o em sete municípios de Mato Grosso do Sul, e a expectativa é ampliar o alcance para outras cidades até o fim do ano.
Contando com Naviraí, desde seu início em 2024, a capacitação voltada a Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e aos Agentes de Combate às Endemias (ACE) já esteve em 10 cidades, são elas: Naviraí, Caarapó, Rio Brilhante, Batayporã, Vicentina, Fátima do Sul, Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Iguatemi e Ponta Porã.
A ação é realizada em cada município por meio de treinamentos práticos, distribuição de materiais informativos e orientações teóricas sobre o uso correto da rede coletora de esgoto.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Juntas as concessionárias desenvolvem ações e apoiam iniciativas que ampliam o acesso ao saneamento reforçando sua importância na saúde pública, na qualidade de vida e na preservação ambiental de Mato Grosso do Sul.