Postado por maria.espindola em 22/maio/2026 -
Atuação integrada na capital e em 68 municípios acelera cobertura e posiciona o estado entre os que mais avançam no setor
Os investimentos em saneamento na capital e no interior de Mato Grosso do Sul vêm ampliando a cobertura dos serviços, fortalecendo a infraestrutura urbana e gerando impactos diretos na qualidade de vida da população. Em Campo Grande e em 68 municípios do estado, os avanços combinam obras estruturantes, expansão das redes e melhoria da capacidade operacional.
Essa transformação já é notada pela população. Moradora do Jardim Seminário, em Campo Grande, Neuza dos Santos relembra uma realidade que hoje faz parte do passado, mas que marcou sua história. “Era um poço só para toda a família. A gente chegava cansada e ainda precisava puxar água no balde, era muito sacrificante”, conta.
“Com a água tratada virou outra vida. A água sai boa direto da torneira, não precisa mais ficar com medo de doença, minha vida mudou”, celebra.
No interior do estado, os impactos do saneamento também são celebrados. O prefeito de Itaquiraí, Thalles Tomazelli, destacou os benefícios. “As obras representam um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de melhorias que serão percebidas no cotidiano da população e que reafirmam o compromisso com o desenvolvimento da cidade”, afirma.
Os relatos refletem uma transformação que já faz parte da rotina de milhares de famílias em Mato Grosso do Sul. Com a ampliação do saneamento, moradores passam a ter mais saúde, bem-estar e dignidade, enquanto os municípios ganham em desenvolvimento, infraestrutura e qualidade de vida. Um avanço que impacta diretamente o presente e ajuda a construir cidades mais preparadas para o futuro.

Capital consolidada
Em Campo Grande, os avanços são resultado de mais de duas décadas de investimentos contínuos. Desde o início da concessão, a Águas Guariroba já investiu mais de R$ 2 bilhões na capital, sendo aproximadamente R$ 1,16 bilhão em abastecimento de água, R$ 1,01 bilhão em esgotamento sanitário e outros R$ 160 milhões em frentes operacionais.
Esse volume de investimentos sustenta a universalização do abastecimento e a expansão da rede de esgoto ao longo dos anos.
A capital conta com duas Estações de Tratamento de Água (ETAs), Guariroba e Lageado, além de um sistema composto por mais de 150 poços e 107 reservatórios. No esgotamento sanitário, são duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em operação. Atualmente, o sistema trata 92,6 milhões de litros de esgoto por dia.
Em um cenário de constante desenvolvimento da cidade, uma das principais obras estruturantes em andamento vai ampliar de forma significativa essa capacidade.
A nova ETE Botas, em fase de operacionalização, está localizada na região norte da Capital e terá capacidade para tratar mais de 600 milhões de litros de esgoto por ano, beneficiando diretamente milhares de moradores e consolidando a universalização do serviço, além de contribuir para a melhoria da qualidade ambiental e da saúde pública.
A infraestrutura também se destaca pela larga escala, com mais de 3,2 mil quilômetros de rede de esgoto e mais de 4 mil quilômetros de rede de água.
Dados mais recentes do Instituto Trata Brasil reforçam o cenário de desenvolvimento: Campo Grande foi a segunda capital que mais investiu em saneamento no Brasil, com o valor de R$ 217,39 por habitante ao ano, índice acima da média nacional e que evidencia o ritmo consistente de expansão da infraestrutura na cidade.
“O valor investido chegou a R$ 287,78 por habitante em 2024, representando um aumento de quase 84% nos investimentos por habitante desde 2020, o que evidencia o reforço nos investimentos destinados à ampliação e modernização da infraestrutura de saneamento”, destaca Francis Faustino, diretora-executiva da concessionária.
Interior ganha escala com chegada da PPP
No interior, a expansão do saneamento ganhou escala com a Parceria Público-Privada (PPP) firmada entre a Ambiental MS Pantanal e a Sanesul.
Os resultados da expansão não se limitam à infraestrutura. Eles também alcançam a saúde pública, o mercado imobiliário e a capacidade de desenvolvimento das cidades.
Entre 2021 e 2025, foram investidos R$ 525 milhões na implantação de redes coletoras de esgoto. Para o período de 2026 a 2028, estão previstos mais R$ 593 milhões em obras de ampliação e infraestrutura do sistema, incluindo estações de tratamento, elevatórias e ampliação das redes.
O impacto já é visível: a cobertura de esgoto no estado saltou de cerca de 46% para mais de 75% nos últimos anos, por meio da implantação de mais de 553 quilômetros de redes coletoras.
A operação atende 68 municípios e conta com uma estrutura composta por 71 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 229 Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), além de uma capacidade de tratamento de aproximadamente 190 mil metros cúbicos por dia.
Além da expansão da rede, o avanço inclui obras estruturantes em diversos municípios, entre elas a implantação de novas Estações Elevatórias e tubulações que transportam o esgoto por bombeamento. Para 2026, além de novas EEEs, novas Estações de Tratamento integram o cronograma de infraestrutura da concessionária, que prevê a ampliação da cobertura de esgoto para 94% em todo o estado antes de 2028.
Impactos que vão além da infraestrutura
O avanço do saneamento tem impacto direto no desenvolvimento regional.
Mais do que ampliar redes e estações, o avanço do saneamento produz efeitos concretos sobre saúde pública, valorização imobiliária e dinâmica econômica local.
Um estudo aprofundado do Instituto Trata Brasil, que analisou a incidência de doenças relacionadas ao saneamento no país entre 2008 e 2024, apontou que a universalização do acesso pode reduzir em mais de 86 mil o número de internações anuais, gerando economia significativa em gastos públicos com saúde.
Outro estudo da mesma instituição, baseado em dados do último censo do IBGE, indicou que imóveis com acesso ao saneamento básico têm aluguéis quase 30% mais altos no país, evidenciando o impacto direto da infraestrutura no valor dos imóveis e na renda gerada pelo setor imobiliário.
Nesse contexto de crescimento econômico, a ampliação da infraestrutura de saneamento reforça as condições estruturais para o desenvolvimento urbano e regional.
Investimento que leva saúde para Mato Grosso do Sul
O avanço do saneamento ganha impulso no estado por meio da atuação da Aegea, maior empresa privada de saneamento do Brasil que está presente em mais de 890 municípios do país, com operações na capital, por meio da Águas Guariroba, e no interior, com a Ambiental MS Pantanal.
Esse modelo integrado tem sido fundamental para acelerar a universalização do saneamento no estado, ampliando o acesso aos serviços e fortalecendo a infraestrutura urbana nas diferentes regiões.
“Cada investimento em saneamento se traduz em qualidade de vida, desenvolvimento e oportunidades para a população. É uma transformação que começa na infraestrutura e chega diretamente às pessoas”, afirma o presidente da Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim.
A companhia atua para ampliar o acesso ao saneamento básico e promover saúde pública, qualidade de vida e o desenvolvimento das regiões e dos cidadãos brasileiros, levando dignidade por meio do abastecimento de água e da coleta e tratamento de esgoto.
Postado por [email protected] em 29/jan/2026 -
Ações conjuntas fortalecem a rede de esgoto no interior do Estado e aceleram a evolução da cobertura em diferentes regiões.
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul seguem fortalecendo a infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com obras em execução e melhorias operacionais que ampliam a cobertura do serviço em 68 municípios do interior.
Somados aos índices de cobertura de esgoto já existentes e operados pela Sanesul, em 2021, as obras realizadas pela Ambiental MS Pantanal impulsionaram avanços expressivos em diversos municípios. Bataguassu, por exemplo, passou de 36,65% para 97,21%, enquanto Figueirão evoluiu de 11,59% para 96,48%. Antônio João avançou de 49,01% para 91,40%, e Ponta Porã subiu de 83,33% para 99,00%. Angélica registrou crescimento de 58,95% para 94,78%, e Jateí passou de 90,39% para 99,00%. Já Novo Horizonte do Sul saltou de 0,00% para 94,16%, e Inocência evoluiu de 13,69% para 99,00%, assim o Estado de Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2025 com 26 municípios com universalizados com o serviço de esgotamento sanitário de acordo com o ‘Marco Legal do Saneamento’.
As intervenções incluem implantação de novas redes coletoras, construção de Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), adequações hidráulicas e melhorias na operação e no tratamento, beneficiando diretamente milhares de famílias e reforçando a proteção dos cursos d’água.

De acordo com o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, o avanço é resultado de uma estratégia de investimentos consistentes e execução planejada.
“O saneamento básico é um dos pilares mais importantes para a saúde pública e para o desenvolvimento urbano sustentável. A ampliação da infraestrutura de esgoto no interior mostra que estamos acelerando entregas com responsabilidade técnica, garantindo ganhos reais para a população e para o meio ambiente, em alinhamento às metas de universalização previstas no marco regulatório”, destaca.
Para Renato Marcílio, o avanço do saneamento no estado é resultado direto do modelo da gestão municipalista implementado pelo governador Eduardo Riedel.
“Estamos falando de dignidade, prevenção, saúde pública e cuidado com o meio ambiente. O saneamento deixa de ser promessa e passa a ser realidade concreta na vida das pessoas”, avalia o diretor-presidente da Sanesul.
Outro indicador relevante é a consolidação de municípios com altos índices de cobertura de esgotamento sanitário no Estado. Entre os destaques estão Dourados (90,01%), Brasilândia (99%), Ribas do Rio Pardo (99,00%), Santa Rita do Pardo (99%), Três Lagoas (99%), Alcinópolis (99%), Bonito (98,97), Caracol (99%) e Porto Murtinho (92,09%). Também se sobressaem Japorã (99%), Tacuru (95,78%), Laguna Carapã (99%), Paranhos (99%), Batayporã (98,32%), Jateí (99%), Chapadão do Sul (93,93%), Paranaíba (99%), Bodoquena (92,51%) e Dois Irmãos do Buriti (97,17%).*
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por paintbox em 28/jul/2021 -
Enquanto a maioria dos estados brasileiros encontra dificuldades no grande desafio de atingir o cumprimento das metas estabelecidas pela legislação no setor de saneamento básico, o processo de universalização do esgotamento sanitário avança gradativamente em Mato Grosso do Sul.
A lei 14.026/2020 (Marco do Saneamento) fixa uma meta de cobertura de coleta e tratamento de esgoto à 90% da população até dezembro de 2033. Por aqui, as áreas urbanas dos municípios de Alcinópolis, Bonito, Jateí, Paranaíba, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo e Tacuru já possuem os serviços de água e esgoto universalizados, antecipando-se ao marco legal do ano de 2033.
Com a conclusão das obras promovidas pela Sanesul, Três Lagoas, Amambai, Bodoquena, Brasilândia, Caracol, Chapadão do Sul, Dourados, Laguna Carapã, Paranhos, Ponta Porã e Santa Rita do Pardo também terão os serviços universalizados até o final de 2025.
O bom desempenho deve-se a um plano ousado de investimento no saneamento, estabelecido pelo governo do estado em parceria com a Sanesul, que ganhou reforço da iniciativa privada por meio da Parceria Público-Privada (PPP), num contrato estabelecido este ano.
Sobre a PPP. A modelagem da PPP, que fará as demais obras e pretende universalizar o esgotamento sanitário no MS, é pioneira e serve de exemplo para outras companhias de saneamento do país.
Com o Grupo Aegea saindo vencedor do leilão realizado em outubro de 2020, Mato Grosso do Sul vai entrar para a história como o primeiro estado a universalizar o sistema de esgoto no país – um objetivo a ser atingido em até 10 anos.
Fruto da parceria da Sanesul com o Grupo Aegea, nasceu a empresa Ambiental MS Pantanal, que assumiu a operação plena do sistema de coleta e tratamento de esgoto em maio. Equipes e veículos da empresa já podem ser vistos por moradores de todas as regiões do estado.
“A PPP irá proporcionar a união de duas reconhecidas empresas, o que irá potencializar a capacidade de entregas das obras necessárias, bem como a condução das operações com a excelência operacional que as famílias sul-mato-grossenses realmente merecem”, disse Paulo Antunes, diretor de relações institucionais da MS Pantanal.
Já diretor-presidente da empresa, Celso Paschoal, explica que a MS Pantanal vem para impulsionar os investimentos a fim de garantir o cumprimento da meta de universalização.
“Uma das expectativas com a chegada da iniciativa privada na modelagem é a de continuar trazendo inovações e possibilidades para otimizar a execução dos serviços”, disse. “A MS Pantanal veio pra isso: impulsionar os investimentos, trazer melhorias, agilidade, eficiência nos processos, bem como minimizar possíveis transtornos na execução do trabalho. Essas são algumas das nossas obrigações previstas no contrato”, afirma.
Moradores de 68 municípios serão beneficiados com a rede coletora de esgoto em casa para que se possa fazer a destinação correta do resíduo produzido. Ao final de 2031, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso ao saneamento básico.
Segundo o contrato da PPP, serão investidos cerca de R$ 3,8 bilhões de capital privado nos sistemas de coleta e tratamento de esgoto em Mato Grosso do Sul.
Avançar cidades. O Programa Avançar Cidades Saneamento tem o objetivo de promover a melhoria do saneamento básico do país. A Sanesul cadastrou seus projetos e o processo seletivo dos municípios foi conduzido pelo Ministério das Cidades. Os recursos da estatal foram viabilizados por meio de contratação de crédito junto à Caixa Econômica.
A primeira etapa do Programa Avançar Cidades ocorreu em 2018 quando 16 municípios do MS foram contemplados. Em setembro de 2019, mais 16 cidades. Já em 2020, outras 14 cidades assinaram contrato do Programa com a Caixa e Sanesul.
No total, 46 municípios foram beneficiados, e o montante viabilizado foi de R$ 445 mil reais em recursos da própria empresa que já estão sendo investidos no esgotamento sanitário em MS.
Para o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., “a qualidade do saneamento básico interfere diretamente na qualidade de vida das pessoas e o papel do poder público é fundamental, juntamente com a participação da iniciativa privada, visando o cumprimento das metas estabelecidas para a universalização do esgotamento sanitário em MS”.
Postado por paintbox em 09/jul/2021 -
A Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea com a missão de impulsionar os investimentos no saneamento básico – recebeu mais um mini hidro jato e um caminhão customizado que serão entregues ao município de Jardim. Na próxima semana, equipes da empresa serão treinadas e os novos veículos serão conduzidos aos municípios de destino.
A empresa, que deu início à operação plena em maio e já está presente nos 68 municípios onde a Sanesul já atua, vem investindo na modernização do sistema de saneamento e suas equipes e veículos já podem ser vistos em todas as regiões do MS.
A empresa já distribuiu sete mini hidro jatos – usados na desobstrução das redes de esgoto – e sete caminhões customizados, chamados de “retro saneamento”, em cidades como Três Lagoas, Dourados, Ponta Porã, Nova Andradina, Naviraí, Aquidauana, Sidrolândia e Chapadão do Sul.
Vista como nova solução para o setor, a retro saneamento vai trazer mais agilidade a serviços como manutenção, troca de tubulação, ligação da rede de esgoto. Isso será possível porque que esse tipo de caminhão reúne – em um só veículo – equipamentos como caçamba, retroescavadeira, baús para acondicionamento de ferramentas, guindaste e engate rápido para instrumentos hidráulicos.
Dessa forma, o deslocamento de vários veículos para a realização de um só serviço não se faz mais necessário, resultando na redução da emissão de poluentes e de possíveis transtornos no tráfego das cidades.
O ambicioso projeto de universalização do saneamento básico no MS deve garantir acesso a mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses ao saneamento básico até o final de 2031. Caso essa meta seja atingida, o estado se tornará o primeiro a universalizar tais serviços, o que posiciona a PPP como um modelo para todo o país. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras.
Sanesul anuncia investimentos. A distribuição dos novos veículos e equipamentos da MS Pantanal acontece ao passo em que a Sanesul anuncia, paralelamente, novos investimentos para o saneamento em Miranda e Caarapó.
O projeto da estatal prevê a construção de mais 24,8 km de rede coletora de esgoto e uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em Caarapó. Os R$ 4,328 milhões em recursos da própria empresa foram garantidos por meio do programa Avançar Cidades, junto à Caixa Econômica Federal. Esses recursos serão utilizados na execução de 21 km de rede coletora e 700 novas ligações de imóveis, em diferentes bairros.
Para Miranda, a Sanesul anunciou, também nesta semana, recursos que somam R$ 12,9 milhões, num projeto que prevê a construção de mais 24,8 km de rede coletora de esgoto, sete estações elevatórias e uma nova ETE mais moderna e com maior capacidade de tratamento.