Postado por [email protected] em 22/jun/2026 -
Estudo apresentado em Campo Grande aponta que cada R$ 1 investido em saneamento pode gerar R$ 5,90 em benefícios sociais no Estado
A universalização do saneamento básico em Mato Grosso do Sul pode gerar ganhos líquidos superiores a R$ 25,9 bilhões entre 2025 e 2040, com impactos diretos na saúde pública, na produtividade do trabalho, na valorização imobiliária, no turismo e na preservação ambiental.
Os dados foram apresentados nesta segunda-feira, 22 de junho, em Campo Grande, durante evento que reuniu representantes do Governo do Estado, Sanesul, Instituto Trata Brasil, EX ANTE Consultoria e empresas da Aegea em Mato Grosso do Sul para discutir o papel do saneamento no desenvolvimento sustentável do Estado.
De acordo com o levantamento, para cada R$ 1 investido em saneamento básico a partir de 2024, as 79 cidades sul-mato-grossenses podem obter R$ 5,90 em ganhos sociais. O retorno projetado para Mato Grosso do Sul é superior à média estimada para o Brasil, de R$ 4,10 para cada R$ 1 investido.
Entre 2025 e 2040, os benefícios econômicos e sociais da universalização devem alcançar R$ 40,8 bilhões, enquanto os custos sociais estimados somam R$ 14,8 bilhões. O saldo positivo projetado é de R$ 25,9 bilhões, reforçando o saneamento básico como um dos investimentos de maior impacto para o desenvolvimento sustentável do Estado.
Durante o evento, o governador Eduardo Riedel destacou que os dados apresentados reforçam o saneamento como política pública essencial para integrar desenvolvimento, saúde, preservação ambiental e qualidade de vida.

“Agora conseguimos entender, em números, onde estamos e para onde vamos. A universalização do saneamento é resultado de uma parceria construída ao longo dos anos, com liderança política, compromisso institucional e amadurecimento contratual. Estamos entregando algo concreto para a população: água, esgoto, qualidade de vida e dignidade. Mato Grosso do Sul estará entre os primeiros estados a alcançar a universalização do saneamento”, afirmou.
Saúde, produtividade, turismo e valorização imobiliária
O estudo aponta que parte expressiva dos ganhos deve ocorrer já no período de avanço rumo à universalização. Entre 2025 e 2031, quando Mato Grosso do Sul deve alcançar a universalização dos serviços, os benefícios líquidos podem chegar a R$ 16,1 bilhões, o equivalente a aproximadamente 62% dos ganhos estimados até 2040.
Na saúde, a economia projetada com a melhoria das condições da população é de R$ 258,7 milhões entre 2025 e 2040. O maior impacto econômico previsto está relacionado ao aumento da produtividade, com potencial de gerar R$ 14,8 bilhões em renda do trabalho. O turismo também deve ser beneficiado, com ganhos estimados em R$ 2,3 bilhões, enquanto a valorização imobiliária pode gerar R$ 1,7 bilhão para proprietários de imóveis.
Para Luana Pretto, presidente-executiva do Instituto Trata Brasil, os dados apresentados reforçam que investir em saneamento gera retorno direto para a população, a economia e o meio ambiente.

“Os números mostram que Mato Grosso do Sul já colheu quase R$ 20 bilhões em ganhos com a evolução do saneamento nas últimas décadas. Com a universalização até 2031, o Estado pode alcançar mais R$ 16 bilhões em benefícios, com impacto na saúde, na qualidade de vida, no desenvolvimento socioeconômico e na proteção do Pantanal. É um investimento que deixa legado para as próximas gerações”, destacou.
Saneamento, preservação ambiental e desenvolvimento regional
A universalização do saneamento tem papel estratégico para Mato Grosso do Sul, especialmente na proteção dos recursos hídricos e de áreas ambientalmente sensíveis, como o Pantanal. A ampliação da coleta e do tratamento de esgoto reduz o lançamento de efluentes sem tratamento adequado, protege rios e córregos e fortalece a agenda de desenvolvimento sustentável.

Renato Marcílio, diretor-presidente da Sanesul, destacou que o avanço dos serviços depende de planejamento e atuação integrada.
“O foco está no cumprimento das metas de cobertura, sempre com base em uma relação de parceria entre os envolvidos para garantir a universalização dos serviços”, afirmou.
No Estado, a Aegea atua por meio da Águas Guariroba, em Campo Grande, e da Ambiental MS Pantanal, responsável pela operação dos sistemas de esgotamento sanitário em 68 municípios do interior, em parceria com a Sanesul e o Governo do Estado. Desde 2021, essa atuação já resultou na implantação de cerca de 2.232 quilômetros de redes de esgoto e no tratamento de 298 bilhões de litros de esgoto, com média de 210,2 milhões de litros tratados por dia.
Para Gabriel Buim, diretor-presidente da Águas Guariroba e da Ambiental MS Pantanal, o estudo mostra que o saneamento vai além das obras de infraestrutura e se traduz em benefícios concretos para a população.
“O estudo mostra que saneamento não é apenas obra subterrânea: é saúde, renda, turismo, valorização das cidades e proteção do Pantanal. Os avanços já realizados representam mais qualidade de vida, proteção para rios e mananciais e mais condições para que Mato Grosso do Sul cresça de forma sustentável”, destacou.

Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, reforçou que os investimentos realizados pela concessionária têm contribuído para ampliar a cobertura de esgoto no interior do Estado, melhorar a qualidade de vida da população e fortalecer a proteção ambiental.
“A Ambiental MS Pantanal tem avançado com investimentos expressivos para garantir a coleta, o tratamento e a devolução adequada do esgoto tratado aos rios. Esse trabalho representa mais saúde, sustentabilidade e qualidade de vida para a população sul-mato-grossense. O contrato prevê a universalização até 2031, mas, com o ritmo acelerado das obras, nossa expectativa é alcançar 90% de cobertura até 2028, conforme estabelece o Marco Legal do Saneamento”, destacou.

Segundo o levantamento, os ganhos líquidos da universalização devem se distribuir entre as três regiões intermediárias do Estado: Campo Grande, Dourados e Corumbá, com participação de 46,3%, 39,5% e 14,2%, respectivamente. Os maiores ganhos per capita são projetados para Dourados e Corumbá, reforçando o impacto do saneamento em municípios estratégicos do interior, polos turísticos e territórios ambientalmente sensíveis.
Sobre o estudo
O estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Mato Grosso do Sul” foi elaborado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a EX ANTE Consultoria. A análise contempla indicadores relacionados à saúde, produtividade do trabalho, valorização imobiliária, turismo, renda gerada por investimentos, custos sociais e benefícios permanentes associados à universalização dos serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgoto. Acesse o estudo: https://tratabrasil.org.br/beneficios-economicos-da-expansao-do-saneamento-no-mato-grosso-do-sul/
Sobre o Instituto Trata Brasil
O Instituto Trata Brasil é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, criada em 2007, com atuação voltada ao avanço do saneamento básico e à proteção dos recursos hídricos no país.
Transformando realidades, construindo o futuro
Refletindo a atuação da Aegea, uma das maiores empresas privadas do setor no país, os avanços construídos em Mato Grosso do Sul fazem parte de uma presença que se estende por 15 estados brasileiros, levando água tratada, coleta e tratamento de esgoto a mais de 39 milhões de pessoas, do Norte ao Sul do Brasil.
Por meio de uma atuação pautada em inovação, eficiência operacional e compromisso com a qualidade de vida da população, a companhia tem transformado realidades em todo o país. Indo além da infraestrutura, a Aegea contribui para construir cidades mais saudáveis, resilientes e preparadas para o futuro, promovendo dignidade, desenvolvimento e preservação dos recursos naturais.
Mudanças concretas no cotidiano das pessoas é o que a presença da companhia representa em diferentes territórios do país. Da recuperação ambiental à ampliação do acesso ao saneamento, da criação de oportunidades para o desenvolvimento sustentável à melhoria da saúde pública. Para milhões de brasileiros, uma trajetória construída com o propósito de contribuir para um futuro melhor, transformando o presente.
Postado por [email protected] em 10/jun/2026 -
Com capacidade para tratar 60 litros de esgoto por segundo, a nova Estação de Tratamento de Esgoto amplia a infraestrutura ambiental do município e fortalece os investimentos em esgotamento sanitário no interior de Mato Grosso do Sul
A Ambiental MS Pantanal participa, nesta quinta-feira (11/06), às 9h, em Caarapó/MS, do lançamento da Estação de Tratamento de Esgoto do município, a ETE Caarapó. A concessionária será representada pelo diretor-executivo Clayton Bezerra, que acompanhará a programação voltada à entrega de uma estrutura estratégica para o sistema de esgotamento sanitário local.
Localizada na zona rural de Caarapó, a nova ETE representa mais um avanço na infraestrutura de saneamento em MS. Com capacidade de tratamento de 60 litros por segundo, a unidade amplia a capacidade operacional do sistema, contribuindo diretamente para o atendimento da população, a proteção dos recursos hídricos e a melhoria da qualidade ambiental.

Para a Ambiental MS Pantanal, acompanhar esse momento simboliza o compromisso da concessionária com a operação, o avanço e a sustentabilidade dos sistemas de esgotamento sanitário nos municípios atendidos pela Parceria Público-Privada firmada com a Sanesul e o Governo do Estado.
“A entrega de uma estrutura como a ETE Caarapó representa um passo concreto na consolidação do saneamento como política pública essencial. Estamos falando de uma obra que amplia a capacidade de tratamento, fortalece a proteção ambiental e contribui para que o município avance com mais qualidade de vida para a população”, destaca Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal.
Infraestrutura que sustenta o avanço do saneamento
Com 69,17% de cobertura em esgotamento sanitário, Caarapó está entre os municípios que avançam rumo à universalização do saneamento em Mato Grosso do Sul. As obras seguem em andamento no município e, até o momento, já foram implantados mais de 39,6 quilômetros de rede coletora e executadas 2.3 mil ligações de esgoto, beneficiando aproximadamente 6,5 mil pessoas.
Esse avanço é resultado de investimentos contínuos em rede coletora, ligações domiciliares, estações elevatórias e estruturas de tratamento. Como parte desse avanço, a ETE Caarapó tem papel fundamental para garantir que o esgoto coletado seja tratado de forma adequada antes da destinação final do efluente, ampliando a eficiência e a segurança operacional do sistema.

A ampliação da infraestrutura de saneamento representa um investimento direto em saúde pública, qualidade de vida e preservação ambiental. Ao expandir a coleta e o tratamento de esgoto, o município reduz riscos sanitários, contribui para a proteção dos mananciais e fortalece as bases para um desenvolvimento urbano mais sustentável.
Com atuação em 68 municípios do interior de Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal segue trabalhando para ampliar o acesso ao esgotamento sanitário, apoiar o avanço da universalização dos serviços e contribuir para cidades mais preparadas, saudáveis e sustentáveis.
Serviço
O lançamento da Estação de Tratamento de Esgoto de Caarapó será realizado nesta quarta-feira, às 9h, no município de Caarapó/MS. A agenda acontece no prolongamento da Rua Dr. Coutinho, s/n, na zona rural, aproximadamente 600 metros após a esquina com a Rua Maranhão.
Postado por [email protected] em 09/jun/2026 -
Evento reunirá gestores e especialistas para debater soluções que impulsionam saúde, infraestrutura, sustentabilidade e qualidade de vida nos municípios
Prefeitos, gestores públicos, especialistas e lideranças de todo o Estado estarão reunidos nos dias 9 e 10 de junho, em Campo Grande, durante o 4º Congresso dos Municípios de Mato Grosso do Sul. Com o tema “A eficiência do Municipalismo na construção do Brasil”, o evento promovido pela Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) será um espaço para discutir soluções que impactam diretamente a qualidade de vida da população e o desenvolvimento das cidades.
Na quarta-feira (10), as empresas Aegea — Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal — junto à Sanesul, apresentarão aos participantes o avanço do saneamento no estado, com dados sobre obras e infraestrutura. Entre os temas estratégicos para o futuro dos municípios, o saneamento básico se destaca como uma das políticas públicas mais transformadoras. Estudos do Instituto Trata Brasil apontam que o acesso à água tratada e à coleta e ao tratamento de esgoto contribui para a redução de doenças de veiculação hídrica, diminui a pressão sobre os sistemas públicos de saúde, valoriza imóveis, atrai investimentos e melhora as condições para geração de emprego e renda.
Saneamento reduz pressão sobre a saúde pública
A discussão sobre saneamento ganha ainda mais relevância diante dos impactos diretos que o setor gera na saúde pública e na gestão das cidades. Além de ampliar a qualidade de vida da população, investimentos em água e esgoto ajudam a reduzir doenças de veiculação hídrica e diminuir o impacto sobre os serviços municipais de saúde.
Em Campo Grande, por exemplo, a ampliação da cobertura de esgotamento sanitário foi acompanhada por reduções significativas nos casos de Doenças Diarreicas Agudas (DDAs) e nas internações relacionadas, evidenciando como o avanço da infraestrutura pode contribuir para cidades mais saudáveis e sustentáveis. Entre 2003 e 2021, a cobertura de esgotamento sanitário da Capital passou de 19% para 89% da população atendida, enquanto os casos de DDAs registraram queda de 91% e as internações reduziram 93%, segundo estudo da UFMS.
O dado evidencia que investir em saneamento também significa investir em eficiência fiscal. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que cada R$ 1 aplicado em saneamento pode gerar economia de cerca de R$ 4 em gastos com saúde pública, resultado da redução de internações e doenças relacionadas à falta de acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário.
“O saneamento é uma das bases do desenvolvimento urbano. Quando investimos em água tratada e esgotamento sanitário, estamos investindo em saúde, qualidade de vida, preservação ambiental e em cidades mais preparadas para crescer de forma organizada e sustentável”, destaca Gabriel Buim, diretor-presidente da Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal.
Mato Grosso do Sul avança rumo à universalização
Em sua totalidade, Mato Grosso do Sul também tem avançado de forma consistente rumo à universalização do saneamento. Atualmente, o Estado já alcança 81% de cobertura de redes de esgoto, consolidando-se entre os mais avançados do país e demonstrando como investimentos contínuos em infraestrutura impactam diretamente a saúde pública, a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico.
Campo Grande se tornou uma referência no avanço do saneamento em Mato Grosso do Sul ao antecipar as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento e alcançar a universalização do serviço. Desde o início da concessão, a Águas Guariroba destinou mais de R$ 2,5 bilhões à expansão e modernização da infraestrutura de água e esgoto, permitindo que a Capital ampliasse sua rede para mais de 4 mil quilômetros de abastecimento de água e ultrapassasse os 3 mil quilômetros de tubulações de esgoto. Hoje, todo o esgoto coletado na cidade passa por tratamento antes de ser devolvido ao meio ambiente.
O avanço do saneamento também tem transformado a realidade dos municípios do interior sul-mato-grossense. Entre 2021 e abril de 2026, foram implantados mais de 729 quilômetros de redes de esgoto em 68 cidades atendidas, possibilitando aproximadamente 58 mil novas conexões domiciliares e beneficiando cerca de 161,8 mil pessoas. Nesse período, mais de 131 bilhões de litros de esgoto deixaram de alcançar rios e córregos sem tratamento, contribuindo para a preservação ambiental e o fortalecimento da qualidade dos recursos hídricos no Estado.
A meta da Ambiental MS Pantanal é alcançar 98% de universalização do esgotamento sanitário até 2031, ampliando ainda mais o acesso da população à coleta e ao tratamento de esgoto nos municípios atendidos pela concessionária. Atualmente, 30 municípios do interior já têm o saneamento universalizado.
Saneamento e desenvolvimento das cidades
Durante o Congresso dos Municípios, temas como sustentabilidade, inovação e desenvolvimento das cidades estarão entre os principais assuntos debatidos. A discussão sobre saneamento se conecta diretamente a esses pilares, uma vez que a infraestrutura de água e esgoto é reconhecida como um dos principais indicadores de desenvolvimento urbano, saúde pública e qualidade de vida.
É nesse contexto que a atuação da Aegea se destaca. Presente em mais de 890 municípios de 15 estados brasileiros, a companhia atua com foco na ampliação do acesso ao saneamento como ferramenta de desenvolvimento, preservação ambiental e melhoria da qualidade de vida. Em Mato Grosso do Sul, a atuação ocorre por meio da Águas Guariroba, em Campo Grande, e da Ambiental MS Pantanal, no interior do Estado, com investimentos voltados à expansão da infraestrutura, universalização dos serviços e gestão eficiente dos recursos hídricos, temas diretamente ligados aos desafios dos municípios para os próximos anos.
Postado por [email protected] em 05/jun/2026 -
Ambiental MS Pantanal participa da programação com palestra, feira e ações no MS Cidadão, levando orientações sobre o uso correto da rede de esgoto
A Ambiental MS Pantanal participou, na última semana, da Semana do Meio Ambiente em Corumbá, reforçando a importância do saneamento como ferramenta fundamental para a construção de cidades mais resilientes às mudanças climáticas e para a preservação dos recursos naturais. A concessionária integra a Parceria Público-Privada firmada entre o Grupo Aegea, a Sanesul e o Governo do Estado e, desde o início de sua operação, em 2021, promove ações voltadas à educação ambiental, à sustentabilidade e à conservação dos biomas sul-mato-grossenses.
Integrando a programação do evento “Corumbá Mais Verde e Resiliente”, promovido pela Fundação de Meio Ambiente do Pantanal (FMAP), o foco da concessionária foram ações voltadas à conscientização ambiental e ao uso correto da rede coletora de esgoto.
Durante o 2º Simpósio do Meio Ambiente, realizado na Embrapa Pantanal, o debate reuniu representantes do setor público, empresas, instituições de ensino e especialistas para discutir estratégias de adaptação às mudanças climáticas, infraestrutura verde e planejamento urbano sustentável.
O gerente de Meio Ambiente e Qualidade da Aegea MS, Fernando Garayo, foi um dos palestrantes do simpósio. Ele destacou que o uso correto das redes de água, esgoto e drenagem é um dos fatores que contribuem para tornar as cidades mais resilientes diante dos desafios climáticos.
“Ter todo o cuidado com essas redes e garantir seu uso correto tem tudo a ver com a proteção do bioma Pantanal. Quando falamos em cidades resilientes, falamos também de infraestrutura funcionando adequadamente para proteger o meio ambiente e a qualidade de vida da população”, afirmou.
A importância da integração entre saneamento e adaptação climática também foi ressaltada pela diretora-presidente da Fundação de Meio Ambiente do Pantanal, Cristina Fleming. Segundo ela, a participação de instituições parceiras fortalece a construção de soluções ambientais para o município.
“A presença da Ambiental MS Pantanal é fundamental para que possamos tratar as questões relacionadas à água, ao esgoto e à drenagem de forma integrada à infraestrutura verde”, destacou.
Saneamento também é educação ambiental
Além do debate técnico, a Semana do Meio Ambiente abriu espaço para o contato direto com a população. Durante a Feira do Meio Ambiente, a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, promoveu atividades educativas e orientações sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. A iniciativa buscou esclarecer dúvidas e reforçar práticas simples que ajudam a evitar obstruções, extravasamentos e impactos ambientais causados pelo descarte inadequado de resíduos.
A analista de Responsabilidade Social da concessionária, Jaciela Leguiça, destacou que a participação na feira reforça o compromisso da empresa com um futuro mais verde, resiliente e sustentável.
“Levando educação ambiental e orientações sobre o uso correto da rede de esgoto, contribuímos ativamente para a preservação do meio ambiente e dos nossos biomas”, afirmou.

As ações desenvolvidas em Corumbá fazem parte de uma estratégia permanente de educação ambiental conduzida pelas empresas Aegea MS em Mato Grosso do Sul. Presente por meio da Águas Guariroba, em Campo Grande, e da Ambiental MS Pantanal, em 68 municípios do interior do Estado, o grupo desenvolve iniciativas que aproximam o saneamento da população e estimulam a adoção de hábitos que contribuem para a preservação dos recursos hídricos e para a melhoria da qualidade de vida.
O diretor-presidente das concessionárias, Gabriel Buim, reforçou que o saneamento é parte fundamental da construção de cidades mais verdes e resilientes. “Em Mato Grosso do Sul, desenvolvemos uma agenda que vai além da operação dos serviços, envolvendo reflorestamento, proteção de recursos hídricos, ampliação do uso de energias renováveis, reaproveitamento de resíduos e ações de educação ambiental”.
O diretor destacou que essas são iniciativas que contribuem para a redução de impactos ambientais e fortalecem a capacidade dos municípios de enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. “Entendemos que a preservação dos recursos naturais e a adaptação às mudanças climáticas exigem ações integradas, capazes de gerar benefícios duradouros para as comunidades e para os ecossistemas onde estamos presentes”.
Parceria que transforma
Além das ações no interior do Estado, em Campo Grande a Águas Guariroba, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto na capital, realizou a doação de mudas de espécies nativas em alusão ao Dia do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho. Por meio do Viveiro Isaac de Oliveira, uma iniciativa mantida pelas Empresas Aegea MS, a concessionária destinou 2.318 mil mudas para ações de recuperação e preservação ambiental.
A agenda de conscientização ambiental também contou com a participação na 8ª edição do MS Cidadão, realizada em 30 de maio, em Nova Alvorada do Sul. Em parceria com a Sanesul, a Ambiental MS Pantanal participou da ação levando materiais educativos sobre sustentabilidade e orientações sobre o uso adequado da rede de esgoto.

A atividade integrou o programa AGEMS Perto de Você, iniciativa que reúne serviços, atendimento e informação para a população sul-mato-grossense. Segundo o Gerente Regional da Sanesul em Dourados, Kliger Pires, a expansão da cobertura de esgotamento sanitário no município reforça a importância da conscientização da população.
“Atualmente o município possui 58% de cobertura e juntos temos a previsão de levar essa porcentagem a 90%. Com esse aumento é muito importante que as pessoas tenham a conscientização do bom uso dessa rede”, ressaltou.
Postado por [email protected] em 12/maio/2026 -
Ação preventiva identifica possíveis ligações irregulares de água da chuva na rede de esgoto e orienta moradores sobre o uso correto do sistema
A Ambiental MS Pantanal realizou, nos dias 4 e 5 de maio, uma operação preventiva com uso do termonebulizador, técnica conhecida como ‘fumacê’, em Iguatemi/MS. A ação contemplou 250 imóveis e teve como objetivo identificar possíveis ligações irregulares de água da chuva na rede coletora de esgoto.

O procedimento faz parte das ações da concessionária para apoiar os cuidados com o sistema de esgotamento sanitário, prevenir sobrecargas, obstruções, extravasamentos e reduzir transtornos à população.
Durante a vistoria, uma fumaça não tóxica é aplicada na rede de esgoto. Em condições regulares, ela permanece retida no sistema. Quando há pontos de escape, pode haver ligação indevida de drenagem pluvial à rede coletora, situação que passa a ser verificada pelas equipes técnicas. Caso a irregularidade seja confirmada, os responsáveis pelos imóveis são orientados a fazer as adequações necessárias.
Além do caráter operacional, a ação reforça uma orientação importante: a rede de esgoto deve receber apenas efluentes sanitários; já a água da chuva deve seguir para a drenagem urbana. Ligações irregulares de calhas, ralos de quintais e tubulações pluviais podem comprometer o funcionamento do sistema, principalmente em períodos de chuva intensa.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a medida é preventiva e contribui para a melhoria contínua dos serviços.
“As redes coletoras de esgoto foram criadas e dimensionadas para o recebimento de efluente sanitário. Quando existe alguma interligação de água de chuva, podem ocorrer danos na rede, obstruções, extravasamentos e prejuízos à população e à qualidade dos serviços prestados”, destaca.
A operação em Iguatemi foi realizada pela Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, e contou com apoio da Prefeitura Municipal.
Técnica já foi aplicada em outros municípios
A tecnologia do fumacê é utilizada pela Ambiental MS Pantanal desde maio de 2021, quando a concessionária iniciou a operação do Sistema de Esgotamento Sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio da Parceria Público-Privada firmada com a Sanesul. Desde então, as equipes responsáveis pelo serviço já atuaram em municípios como Bonito, Naviraí, Dourados, Ponta Porã, Iguatemi, entre outros.
A primeira grande operação com a técnica ocorreu em maio de 2023, durante o Projeto Rios Cristalinos, em Bonito. O trabalho foi realizado ao longo de seis meses e contemplou toda a cidade. Em Naviraí, a ação durou 30 dias e foi concentrada em um bairro específico. Em Dourados, a operação ocorreu por cerca de 12 meses, alcançou aproximadamente 50% do município e resultou em mais de 64 notificações.
Além das vistorias em campo, o fumacê também tem sido utilizado como ferramenta de orientação à comunidade. Informações sobre o funcionamento da técnica e a importância do uso correto da rede coletora de esgoto já foram compartilhadas em capacitações com Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias em municípios como Vicentina, Santa Rita do Pardo e Batayporã.

Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, reforça que a eficiência do sistema também depende da colaboração dos moradores.
“A rede de esgoto é uma infraestrutura coletiva e precisa ser utilizada corretamente. Quando a água da chuva é direcionada para a drenagem urbana, e não para o esgoto, ajudamos a evitar sobrecargas, extravasamentos e transtornos para a população. Esse cuidado compartilhado contribui para uma cidade mais saudável, segura e ambientalmente equilibrada”, afirma.
Postado por [email protected] em 02/abr/2026 -
Pela primeira vez, município avança na implantação de uma estrutura completa de esgotamento sanitário
Itaquiraí vive, em 2026, um momento histórico para o saneamento básico. Desde janeiro, o município recebe um conjunto de obras que vai implantar uma nova estrutura de coleta, transporte e tratamento de esgoto, abrindo caminho para mais saúde, qualidade de vida e preservação ambiental.
Entre as principais frentes em execução estão a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para tratar 20 litros por segundo, a implantação de cerca de 2,4 quilômetros de rede coletora, 351 novas ligações domiciliares, com potencial para beneficiar 1.053 pessoas, além de duas Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e cerca de 7,7 quilômetros de emissário, estrutura essencial para transportar o esgoto dentro do sistema até as etapas de tratamento e destinação adequada.

Segundo Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras em Itaquiraí representam um avanço necessário e aguardado há muitos anos. A implantação de um sistema completo de esgotamento sanitário em um município que até então não contava com essa infraestrutura marca o início de uma mudança profunda, com efeitos duradouros para a população e para o meio ambiente.
“Itaquiraí está começando uma nova fase. Com início em janeiro e previsão de conclusão em agosto, essas intervenções representam os primeiros passos de uma transformação concreta na rotina da cidade. Sair de 0% de cobertura de esgoto e receber uma estrutura como essa significa levar mais dignidade, saúde e cuidado ambiental para a população. É uma transformação que começa agora, mas que vai gerar impactos positivos por muitos anos”, afirma.
Para o prefeito do município, Thalles Tomazelli, “a implantação da Estação de Tratamento de Esgoto representa um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de uma melhoria que será percebida no cotidiano da população e que reafirma o compromisso com o desenvolvimento da cidade”.
Relevância ambiental e territorial
Com cerca de 19,4 mil habitantes, segundo o Censo 2022 do IBGE, Itaquiraí vive uma transformação que vai além da implantação de obras de engenharia. A chegada da estrutura de esgotamento sanitário representa um avanço concreto para a qualidade de vida da população, com impactos diretos no cotidiano, na saúde pública, nas condições urbanas e na preservação ambiental.
Quando o esgoto passa a ser coletado e tratado de forma adequada, o município reduz riscos de contaminação, melhora a infraestrutura urbana, contribui para a valorização dos bairros e fortalece a proteção dos recursos naturais. Em Itaquiraí, esse investimento ganha ainda mais importância por causa do contexto territorial e ambiental em que a cidade está inserida.
O município integra a bacia do rio Paraná e mantém relação direta com o rio Maracaí, afluente da margem direita do Paraná que banha a região. Além disso, Itaquiraí está situada em área associada ao domínio da Mata Atlântica, inclusive no contexto da APA das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, unidade de conservação federal de grande relevância ecológica.
Nesse cenário, as obras de saneamento assumem papel estratégico. A implantação da nova infraestrutura ajuda a evitar o lançamento inadequado de esgoto no solo e nos cursos d’água, reforça a proteção dos recursos hídricos e contribui para um modelo de desenvolvimento mais responsável, equilibrado e sustentável.
Liderança em Saneamento
As empresas de saneamento que atuam no Estado do Mato Grosso do Sul, Águas Guariroba e a PPP- Ambiental MS Pantanal, fazem parte do grupo Aegea Saneamento, que é líder no setor privado de saneamento básico no Brasil e atende mais de 39 milhões de pessoas. A companhia está presente em quase 900 cidades de 15 estados brasileiros, com atuação de norte a sul do país.
Opera nos estados do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo, trabalhando para que mais brasileiros tenham acesso a água e esgoto tratados, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da saúde pública nessas regiões.
Postado por [email protected] em 02/fev/2026 -
Com 38,35% de cobertura, o município recebe 55 km de redes, 3,5 mil novas ligações e melhorias operacionais para ampliar o tratamento.
Após um ano de avanços no saneamento básico em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, inicia em 2026 um novo ciclo de obras para ampliar o esgotamento sanitário em 42 municípios do interior.
A previsão é entregar mais de 480 quilômetros de redes de esgoto, fortalecendo a infraestrutura e ampliando o acesso ao serviço, com impacto direto na qualidade de vida da população e na proteção ambiental.
Entre as prioridades do planejamento para 2026, Rio Verde de Mato Grosso contará com investimentos e melhorias na infraestrutura sanitária ao longo do ano, com cronograma de execução previsto entre janeiro e dezembro.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a cidade tem atualmente 38,5% de cobertura, mas deve registrar um salto importante com a implantação de 55 quilômetros de novas redes coletoras e 3,5 mil novas ligações.
“Rio Verde de Mato Grosso está entre os municípios que recebem investimentos relevantes neste ciclo. Com essas obras, a ampliação do sistema vai beneficiar diretamente cerca de 10,6 mil pessoas”, destaca o diretor.
Além da expansão da rede, o município também terá reforço na estrutura operacional, com a implantação de seis Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e melhorias na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) local. A medida vai elevar a eficiência do sistema e garantir mais estabilidade e segurança na operação.
Com as intervenções, a capacidade de tratamento será ampliada em 10 litros por segundo, consolidando Rio Verde como uma etapa estratégica dentro do conjunto de obras previstas para 2026.
Clayton Bezerra ressalta que o avanço do cronograma e a antecipação de entregas reforçam o compromisso da concessionária com a expansão do saneamento no estado.
“Os investimentos são estruturantes e geram impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais, com destaque para municípios como Rio Verde, que se consolida como um dos eixos estratégicos deste novo ciclo de expansão.”
Entregas ao longo do ano
Com obras já em execução e novas frentes previstas para os próximos meses, Clayton destaca que mais da metade dos municípios contemplados pelas intervenções em esgotamento sanitário deverá receber entregas ainda no primeiro semestre de 2026. Entre as cidades com avanços programados para esse período estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.
Já os demais municípios, com conclusão prevista para o segundo semestre, terão mais frentes de obra, serviços complementares e maior extensão de rede, exigindo um cronograma mais intensivo para assegurar qualidade e segurança nas entregas.
Postado por [email protected] em 29/jan/2026 -
Ações conjuntas fortalecem a rede de esgoto no interior do Estado e aceleram a evolução da cobertura em diferentes regiões.
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul seguem fortalecendo a infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com obras em execução e melhorias operacionais que ampliam a cobertura do serviço em 68 municípios do interior.
Somados aos índices de cobertura de esgoto já existentes e operados pela Sanesul, em 2021, as obras realizadas pela Ambiental MS Pantanal impulsionaram avanços expressivos em diversos municípios. Bataguassu, por exemplo, passou de 36,65% para 97,21%, enquanto Figueirão evoluiu de 11,59% para 96,48%. Antônio João avançou de 49,01% para 91,40%, e Ponta Porã subiu de 83,33% para 99,00%. Angélica registrou crescimento de 58,95% para 94,78%, e Jateí passou de 90,39% para 99,00%. Já Novo Horizonte do Sul saltou de 0,00% para 94,16%, e Inocência evoluiu de 13,69% para 99,00%, assim o Estado de Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2025 com 26 municípios com universalizados com o serviço de esgotamento sanitário de acordo com o ‘Marco Legal do Saneamento’.
As intervenções incluem implantação de novas redes coletoras, construção de Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), adequações hidráulicas e melhorias na operação e no tratamento, beneficiando diretamente milhares de famílias e reforçando a proteção dos cursos d’água.

De acordo com o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, o avanço é resultado de uma estratégia de investimentos consistentes e execução planejada.
“O saneamento básico é um dos pilares mais importantes para a saúde pública e para o desenvolvimento urbano sustentável. A ampliação da infraestrutura de esgoto no interior mostra que estamos acelerando entregas com responsabilidade técnica, garantindo ganhos reais para a população e para o meio ambiente, em alinhamento às metas de universalização previstas no marco regulatório”, destaca.
Para Renato Marcílio, o avanço do saneamento no estado é resultado direto do modelo da gestão municipalista implementado pelo governador Eduardo Riedel.
“Estamos falando de dignidade, prevenção, saúde pública e cuidado com o meio ambiente. O saneamento deixa de ser promessa e passa a ser realidade concreta na vida das pessoas”, avalia o diretor-presidente da Sanesul.
Outro indicador relevante é a consolidação de municípios com altos índices de cobertura de esgotamento sanitário no Estado. Entre os destaques estão Dourados (90,01%), Brasilândia (99%), Ribas do Rio Pardo (99,00%), Santa Rita do Pardo (99%), Três Lagoas (99%), Alcinópolis (99%), Bonito (98,97), Caracol (99%) e Porto Murtinho (92,09%). Também se sobressaem Japorã (99%), Tacuru (95,78%), Laguna Carapã (99%), Paranhos (99%), Batayporã (98,32%), Jateí (99%), Chapadão do Sul (93,93%), Paranaíba (99%), Bodoquena (92,51%) e Dois Irmãos do Buriti (97,17%).*
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por [email protected] em 09/dez/2025 -
A Ambiental MS Pantanal participou da 11º Bonito 21K, reforçando seu compromisso com a promoção de saúde, bem-estar e desenvolvimento sustentável em todo o Mato Grosso do Sul.
Em meio às paisagens naturais de reconhecimento internacional e a uma atmosfera que integra esporte, turismo e sustentabilidade, o evento reafirmou Bonito/MS como um dos principais cenários do esporte nacional, reunindo atletas profissionais, corredores amadores, famílias e visitantes nos percursos de 21K, 10K, 5K e na tradicional prova Kids.
Ao participar de iniciativas que dialogam diretamente com o bem-estar físico, à empresa reafirma sua identidade institucional, ao estar presente no dia a dia da população, contribuindo para uma vida mais saudável, digna e sustentável.
O diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal e da Águas Guariroba, Gabriel Buim, destaca que o apoio à Bonito 21K expressa de forma clara a estratégia da companhia de aproximar a marca das pessoas e fortalecer iniciativas que promovem práticas saudáveis e a ocupação qualificada dos espaços públicos.
“Ao incentivar um evento que reúne crianças, jovens, idosos e pessoas de diferentes realidades sociais e culturais, contribuímos para ampliar o senso de pertencimento e democratizar o acesso ao esporte. Essa é uma atuação totalmente alinhada aos nossos pilares ESG, que vão além da sustentabilidade ambiental e incluem a promoção de impactos sociais positivos nos territórios onde atuamos”, afirma Buim.
Saneamento, turismo sustentável fazem de Bonito exemplo de preservação ambiental
A escolha de Bonito como sede de uma das corridas mais reconhecidas do país reforça a sintonia entre saneamento, turismo responsável e conservação ambiental. Internacionalmente consagrado como destino de ecoturismo, o município também se destaca pelos avanços expressivos em saneamento, alcançando cerca de 98% de cobertura de esgotamento sanitário, um dos melhores índices do estado e do país. Esse resultado reflete o compromisso do Mato Grosso do Sul com a universalização dos serviços e com a proteção dos recursos hídricos.
A presença da Ambiental MS Pantanal na Bonito 21K evidencia o papel estratégico da PPP na construção de um estado mais sustentável e preparado para o futuro. Em parceria com a Sanesul e o Governo do Estado, a companhia segue ampliando infraestrutura, assegurando qualidade operacional e promovendo desenvolvimento para os 68 municípios atendidos.
Assim como cada atleta que cruza a linha de chegada, a Ambiental MS Pantanal reafirma sua missão: seguir avançando, passo a passo, na construção de um Mato Grosso do Sul mais saudável, mais conectado e mais sustentável.
Postado por [email protected] em 09/dez/2025 -
Campo Grande sediou, nos dias 4 e 5 de dezembro, a terceira edição do Encontro Nacional de Qualidade Ambiental (ENQA 2025), evento realizado pela Aegea que reuniu unidades de todo o país para discutir estratégias ESG e apresentar soluções inovadoras que vêm transformando o saneamento no Brasil. Pela primeira vez promovido na capital sul-mato-grossense, o encontro mobilizou profissionais de diversas regiões em dois dias de debates técnicos, painéis temáticos, oficinas práticas e visitas de campo.
Em Mato Grosso do Sul, a Aegea atua por meio da Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto de Campo Grande, e da Ambiental MS Pantanal, parceria público-privada entre Sanesul e Governo do Estado que conduz o maior programa de universalização do esgotamento sanitário da história do estado, abrangendo 68 municípios do interior. Essa presença consolidada tem impulsionado melhorias estruturais, ambientais e sociais, reforçando o papel do saneamento como vetor de desenvolvimento sustentável.
Durante a abertura do evento, o diretor-presidente da Águas Guariroba e da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, ressaltou que a agenda ambiental está intrinsecamente ligada ao avanço do saneamento no país.
“Assim como trabalhamos para levar água tratada e esgoto coletado para a população, também temos a responsabilidade de proteger todo o ciclo da água. Cuidar dos nossos mananciais é cuidar do presente e, principalmente, garantir o futuro”, afirmou.
Na mesma direção, o gerente de Meio Ambiente da Águas Guariroba, Fernando Garayo, destacou que o ENQA fortalece a visão estratégica das operações.
“O encontro amplia nosso horizonte e nos permite mostrar como Campo Grande e o interior do estado têm avançado em iniciativas alinhadas às principais pautas ambientais nacionais, inclusive aquelas levadas para a COP30”, pontuou.
A participação de Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea, agregou ainda mais consistência técnica ao evento, trazendo reflexões sobre indicadores ambientais, inovação em tratamento e políticas de sustentabilidade que orientam o setor.
No estado, a Ambiental MS Pantanal tem apresentado resultados robustos que vêm redefinindo o cenário ambiental do interior sul-mato-grossense. Entre os projetos e iniciativas em destaque estão: a produção de biofertilizantes e fortalecimento da agricultura sustentável; redução de cargas poluentes nos corpos hídricos, com melhoria contínua dos padrões de qualidade da água; ampliação da infraestrutura ambiental, com novas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), expansão de redes coletoras e modernização das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs).
Essas ações têm fortalecido a resiliência hídrica dos municípios e reduzido significativamente os impactos sobre rios e córregos do estado, constituindo um marco para a política de saneamento regional.
As atividades de campo realizadas na manhã do dia 5 permitiram aos participantes vivenciar projetos estruturantes desenvolvidos em Campo Grande. No Viveiro Isaac de Oliveira, puderam acompanhar o ciclo completo de produção de mudas e as metodologias de recuperação de áreas sensíveis. Já no PRADA da captação Lageado, observaram ações de reflorestamento, controle de assoreamento, proteção de nascentes e intervenções ambientais que contribuem diretamente para a segurança hídrica da capital.